3.11.2007

Duas datas para a mesma Romaria

Moita - 2007/03/06

"A Associação Equestre Moitense já anunciou que vai organizar a VII Romaria a Cavalo ao Santuário de Nossa Senhora de Aires,
em Viana do Alentejo, entre 2 a 6 de Maio, numa altura em que a Câmara Municipal da Moita já avançou com uma outra data, entre 25 e 29 de Abril.

A associação, que há seis anos trabalha nesta Romaria, mostra-se,
em comunicado, contra a data avançada pela comissão organizadora
já constituida, salvaguardando que “nada tem contra o 25 de Abril, antes pelo contrário, é apanágio desta associação participar no desfile comemorativo desta data histórica, pelas ruas da sede de concelho”.
Porém, sublinham, “não permitiremos que se pretendam misturar as coisas: uma romaria [procissão] é completamente diferente de uma comemoração do dia da Liberdade”.

A Associação Equestre sublinha que “é a única e legítima detentora
do registo, junto do Instituto Nacional de Propriedade Industrial,
desta Romaria, pelo que, qualquer tentativa de usurpação é punível por lei.
A Romaria é considerada a maior organização do género em Portugal
e a 2ª maior organização do género na Europa e tornou-se um ex-libris
da vila da Moita."...

Em: PAL FM - 102.2

3.08.2007

A Próxima Romaria

Discordâncias quanto à data de realização da próxima Romaria Equestre da Moita a Viana do Alentejo

A Romaria Equestre da Moita a Viana do Alentejo, que anualmente
se tem realizado na altura da Festa de Nª. Srª. d’ Aires,
em Viana do Alentejo, este ano deveria realizar-se de 25 a 28 de Abril.
Porém, a entidade organizadora – a Associação Equestre Moitense – marcou a 7ª Romaria Equestre para o período de 2 a 5 de Maio.

As Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo discordam desta alteração de datas, particularmente a Câmara de Viana
pretende que a Romaria culmine no dia 28 de Abril – data da Procissão de Nª. Srª. d’ Aires.

Entretanto, estará já constituída uma associação de romeiros – a Associação de Romeiros da Tradição Moitense – para organizar uma Romaria Equestre, naqueles dias de Abril.

Na última reunião pública da Câmara da Moita, o vereador socialista, Vítor Cabral, acusou a Câmara de se estar a apropriar da organização, e alertou para a visibilidade que a Romaria já tem a nível nacional e para o facto de ter uma bênção papal, tudo isto por acção da Associação Equestre que, segundo
o vereador, deverá realizar a 7ª Romaria. Vítor Cabral aconselhou uma certa prudência no tratamento deste caso.

Dizendo-se disposto à frontalidade, o presidente da Câmara, João Lobo, defende que a Romaria Equestre se realize de 25 a 28 de Abril, para que
a sua chegada se integre na Procissão da Festa de Nª. Srª. d’ Aires, em Viana do Alentejo. “Qualquer outra data não faz sentido”, acrescenta."

Em: O Rio.pt - Notícias da Moita e Região

2.12.2007

A Olaria Tradicional





Preparação da Pasta

O barro utilizado pelos oleiros de Viana do Alentejo era retirado
de umas barreiras situadas na Herdade dos Baiões, a 3 km da vila. Pertencia esta propriedade à famíla Cabral, que há bastantes anos tinha doado o barro aos oleiros de Viana, mediante o pagamento por parte deste de um foro, em peças de barro. Depois esta herdade transformou-se numa U.C.P., continuando os oleiros a usufruir
dos mesmos direitos sobre o barro.
A argila é cavada nas barreiras e transportada em carroças para as diversas olarias. Aqui, onde o ambiente tem um aspecto particular, dado pela humidade, pela lama e pela fraca iluminação, começa a preparação do barro.

O processo utilizado pelos oleiros (à excepção de um, que já utilizava uma máquina para o efeito) é o tradicional, bastante rudimentar,
e que passamos a descrever de seguida:

O barro é exposto ao sol para que se possa partir mais facilmente
em pequenos bocados («misgalhar o barro»). Sobre a argila partida
é deitada água, de preferência com um regador, para que esta seja totalmente absorvida. É usual fazer-se esta operação ao fim do dia,
para que durante a noite o barro vá amolecendo. Seguidamente,
o barro é amassado com a mão e colocado num monte. O oleiro sobe para ele e, colocando um pé ao centro, servindo de apoio, roda no sentido dos ponteiros do relógio, esmagando os bordos com o calcanhar,
que progressivamente se vai enterrando.

Logo que a espessura do barro atinge 5 cm aproximadamente, o oleiro dá por terminada esta fase do trabalho. Passa de seguida à detecção
de impurezas e corpos estranhos, utilizando para o efeito a sua própria mão que faz passar por pequenos blocos de barro. Todo este trabalho
de preparação do barro demora cerca de hora e meia, e a partir desta última operação o barro está pronto a ser trabalhado na roda.





A Roda


A roda mais antiga, e a mais simples, é denominada roda baixa, movida com a mão. Era utilizada já pelos egípcios, como testemunham os frescos
de há 2000 anos antes de Cristo, existentes nos túmulos de Tebas e reproduzidos por A. Brongniart e Joaquim de Vasconcelos, nos seus estudos sobre cerâmica.

Este tipo de roda,era utilizado em muitas regiões de Portugal, principalmente no Norte do País. Não há vestígios de rodas deste tipo primitivo no Alto Alentejo. Os oleiros alentejanos utilizam outro tipo
de roda, mais alta, accionada com o pé e de origem árabe.

A roda é o principal utensílio do oleiro. Está montada numa espécie
de mesa denominada «arquina», onde é colocada uma placa de madeira, uma tigela com água e as «pelas» (ou blocos) de barro.

É difícil trabalhar na roda, exige grande vocação, prática
e perseverância, para se conseguir uma sincronização perfeita entre
os pés e as mãos. O pé imprime o movimento e controla a velocidade, enquanto as mãos vão transformar o bloco de barro, colocado sobre a roda, subindo-o, alargando-o, até se tingir a forma final que o mestre idealizou. Cortando a peça pela base com o fio ou arame, a peça
é retirada e colocada numa placa de madeira.

As peças, depois de moldadas, ficam a secar em prateleiras ou no chão, de maneira a ficarem apenas com 7 a 10% de humidade; só depois podem ir a cozer. O tempo de secagem é variável, dependendo de vários factores: espessura da peça, condições das instalações e condições atmosféricas.


Os Fornos


Os fornos de Viana do Alentejo eram geralmente construídos nos pátios dos oleiros. Eram descobertos, sem chaminés, protegidos dos ventos por paredes de alvenaria, geralmente cobertos por uma abóboda protegida com telhas.

Podemos dividi-los nas seguintes partes: caixa, boca, caldeira e arcos.

As peças ao serem colocadas no forno (operação de «enforna»),
têm de obedecer a uma técnica apurada, de maneira a que o fogo
seja distribuído de modo igual para todas elas. A lenha é introduzida lentamente (duas a quatro horas), (período «resquente»), evitando-se assim a mudança brusca de temperaturas, que poderia ocasionar que todas as peças se quebrassem. O tempo de cozedura é variado, dependendo da posição das peças no forno, da qualidade
e da quantidade de lenha. Normalmente a cozedura é feita durante a noite, pois este tipo de fornos não tem qualquer indicador de temperatura, tendo o oleiro que espreitar a cor das peças, através de uma vigia para saber se já estão cozidas, colocando, no caso da cozedura ainda não estar acabada, mais lenha sobre as peças mais cruas.

Em: ESTIG - Int. Politécnico de Beja

2.08.2007

"A Guerra"



"Os portugueses foram buscar o termo guerra às invasões germânicas, de suevos, godos, ostrogodos e vândalos (estes últimos de tão má memória que ainda hoje as gentes do Minho num delicioso falejar chamam a um sujeito mal comportado de gândulo.

A longa (e embora imposta) pax romana quase fizera esquecer o termo latino para a guerra: bellum, e, que só viria a reaparecer, mas por via erudita, no Renascimento, com as armas bélicas, os povos belicistas,
os homens belicosos.

A guerra era , pois, o germânico werra (o dabliu deve ler-se gue).
Fazia-se, na Idade Média pelos métodos do fossado ou da razia, raras vezes pela batalha em campo aberto.



Um fossado , de que tantas vezes falam as cantigas de amigo, esse era latino: o fossatum, um lugar consolidado com trincheiras, (uma fossa) assim qualquer coisa como a muito impropriamente denominada Cava de Viriato, nas vizinhanças de Viseu.

Enquanto o fossado desapareceu da terminologia dos nossos tempos, (a não ser que volte para dizermos que estamos na fossa...) a razia é um termo comum: vai dos feitos futebolísticos às aventuras do rapazio, até às consequências dos actos dos amigos do alheio.
Contudo só os ladrões estão etimologicamente correctos.

Razia (aliás razzia) é palavra árabe que significa inesperado ataque nocturno, como, por exemplo, fez Afonso Henriques em Santarém.
Com o andar dos tempos, as consequências do acto acabaram de lhe roubar o significado.

Burgos, nome de cidade espanhola, e trégua mantiveram-se
na Península como derivados de werra, a atestar a colonização suévica,
e Leão corresponde ao étimo de legião (a VII que esteve por ali estacionada por longo tempo, antes de ocupar o norte de Portugal).

Da guerra com os árabes, ficaram-nos inúmeras palavras.
Um almirante (a que a Idade Média proferia almiral) é um al-mir mouro e um alferes teria sido um alferico.
Mais pacificamente, um açoute (azzaut) não passava de uma simples bofetada entre os nossos vizinhos do norte de África."



Exemplo de Castelo em paliçada Séc XII


fossado
adjectivo
1. cavado como um fosso;
substantivo masculino
1.cova de profundidade variável (fosso) aberta à volta de fortificações para servir
de defesa, , conforme o tipo de preenchimento pode ser seca ou molhada.;
2.HISTÓRIA serviço militar medieval cuja prestação respeitava normas estabelecidas pelo foral ou pelo costume da terra;
3.HISTÓRIA incursão ou investida militar sobre território inimigo, na Idade Média;
(Part. pass. de fossar)

Fontes:
"A Guerra", de Roby Amorim
em "Elucidário de Conhecimentos quase Inúteis"
Ed. Salamandra / 1985
Dicionário, www.infopedia.pt

1.24.2007

Estrada de Stª Catarina
vai para obras

..."A Câmara Municipal de Alcácer do Sal comprometeu-se a reparar,
a partir de Abril, parte da estrada que liga a aldeia de Santa Catarina
à vila de Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo."...

..."A obra, orçada em 600 mil euros, vai ser executada pelos funcionários da autarquia até ao limite do concelho, numa extensão
de 12 quilómetros."...

..."Pelo menos tapam os buracos. Na parte pertencente a Alcácer, temos buracos pegados e em muitos deles cabe lá um carro."...

..."Os restantes dez quilómetros da via, classificada pelas Estradas
de Portugal como municipal, pertencem ao concelho
de Viana do Alentejo.
Segundo os utentes, estão transitáveis."...

Em: www.correiomanha.pt

1.19.2007

TV Évora "arranca" hoje na Net



"A terceira televisão on-line no Alentejo e a 14ª em Portugal, arranca sexta-feira com emissões experimentais. Miguel Correia, da empresa alentejana de comunicação responsável pelo projecto, explicou
à agência Lusa que o novo canal on-line alentejano surge depois
do "êxito" da TV Beja, que está disponível desde Março de 2006.
A programação do canal, em fase experimental até 25 de Abril, vai ser "flexível" baseando-se em "conteúdos por pedido".

Quem entrar na página de Internet do canal, em www.tvevora.com, poderá escolher "o que quer ver e quando".

O canal vai apresentar programas de entrevista, turismo e de natureza cultural, social e desportiva. Numa primeira fase, o canal vai centrar-se nos concelhos de Évora, Borba, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Portel e Arraiolos."

Em: www.dianafm.com

1.16.2007

O Castelo de Viana




"Trata-se de uma esplêndida obra de arte edificada para a defesa militar. Altas muralhas, pâncaros, torres, torreões, todo um conjunto
de pedras trabalhadas com esmero que dão força, graça e longevidade
a uma obra sem igual."...
..."É considerado, juntamente com o Castelo de Alvito, um dos mais notáveis conjuntos arquitectónicos fortificados do final do período gótico."...

[1] História

[1.1] Antecedentes

A primitiva ocupação humana do sítio remonta à época da Romanização da península Ibérica, é possível crer que ali se tivessem estendido os tentáculos duma povoação romana conforme se depreende dos vestígios que se encontram espalhados no seu vasto aro, sobretudo no sitio de Paredes e no lugar da ermida de N. Senhora de Aires, menos de cinco quilómetros a su-sueste de Viana, Por ali se tem encontrado restos de edificações, lápides funerárias, moedas dos primeiros imperadores romanos e até uma necrópole.
A região foi abandonada possivelmente ao fim do período romano, de tal modo que apenas a atividade agrícola subsistia à época Muçulmana.

[1.2] O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da península, a região foi dominada por Portugal a partir do século XIII. À época, por ali tudo era uma herdade, propriedade municipal do concelho eborense, denominada como "Foxém", daí a sua primeira denominação ser a de "Viana de Foxim" (Foxem), recebeu posteriormente as denominações de "Viana de a par de Alvito" e mais tarde, simplesmente "Viana de Alvito".

No início do reinado de D. Afonso III (1248-1279) as terras da herdade foram duadas a Egídio Martins, mordomo da Cúria, que cuidou de incrementar a sua exploração, incumbência passada a seus sucessores. Pelo termo herdade deve entender-se, em relação a essa época, uma terra acentuadamente agrícola, mas não inteiramente despida de povoamento.

Repovoamento, com base dos progressos de exploração, foi sem duvida intento do alto funcionário da Corte afonsina, seu primeiro donatário,
e na lista dos seus imediatos sucessores esse intento perdurou. Entrado o século XIV, a população cresceu, criaram-se problemas de relação
e porventura adoptaram-se normas para a sua resolução, espontâneas
ou alheias.

Com o falecimento de D. Martim Gil, senhor dos domínios de Viana
do Alentejo
, estes retornaram para a posse da Coroa, tendo D. Dinis
(1279-1325) regularizado a situação, concedendo aos moradores Carta de Foral (1313) e doando 100 Libras para as obras de fortificação.


A ele se deveu além de outros melhoramentos, a cerca da vila
e o castelo: extensa muralha irregularmente pentagonal, coroada
de ameias e reforçada nos ângulos por torreões cilíndricos, envolvendo
um vasto terreiro, onde, flanqueando-a, assenta hoje a igreja matriz, edifício de feição manuelina que se crê sucessor porventura dum outro, este dionisíaco (D.Diniz).

Tendo a senhorio da terra retornado à Coroa, já o soberano, no ano seguinte, o outorgava a seu filho, o Infante D. Afonso (1314), o futuro D. Afonso IV, com a cláusula de não o trespassar a ninguém,
salvo a esposa, a infanta D. Beatriz de Castela, o que veio efectivamente
a fazer, em 1357, às vésperas de sua morte.


Mas não são estes os únicos sucessos politico-sociais de Viana
do Alentejo
, sendo de destacar as Cortes do reinado
de D. João II (1481-1495), que tendo se reunido em Évora,
a 12 de Novembro de 1481, foram posteriormente transferidas para aqui,
onde vieram a encerrar-se a 7 de Abril de 1482.

Anos mais tarde, aqui se celebraram faustosamente as bodas
do malogrado Infante D. Afonso com infanta D. Isabel de Castela,
de Janeiro a Fevereiro de 1491. Tanto em 1481, quanto em 1489, assim como em 1491, o castelo teria acolhido o soberano, que desde o início
de seu reinado lhe procedeu ampla campanha de reformas, extendida
à Igreja Matriz, trabalhos que tiveram continuidade sob o reinado
de seu sucessor, D. Manuel I (1495-1521), com obras sob a direção
dos arquitetos Martim Lourenço, Diogo e Francisco de Arruda.
No castelo, destaca-se a construção de um novo pano de muralhas
devidamente ameado.


O nome de Viana do Alentejo assim como o seu titulo nobiliárquico, recorda os primeiros Condes de Viana, a família dos Meneses
que nas gloriosas agruras do quatrocentismo português,
se distinguiram, nas lutas no Norte d'África."...

Nos séculos seguintes, entretanto, foram desaparecendo os pontos
de referência do castelo, nomeadadamente os fossos envolventes

e as pontes pelas quais se acedia ao castelo.

[1.3] Do século XX aos nossos dias

O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional
por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. A intervenção do poder público, entretanto, só se fez sentir na década de 1940, com obras
a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, tendo se procedido trabalhos de consolidação e restauro nas muralhas
e nas ameias.

[2] Características

O castelo apresenta planta pentagonal irregular, no estilo gótico,
com elementos mudejáres e manuelinos. As suas muralhas, rematadas
por merlões e ameias, são percorridas por adarve e reforçadas por torreões de planta circular nos vértices, rasgados por seteiras e encimados por coruchéus de alvenaria. O torreão maior foi convertido em Torre de Menagem. No troço Sul das muralhas rasga-se a chamada Porta da Matriz e no troço a Noroeste, a Porta da Misericórdia.
Na praça de armas delimitada pelas muralhas, ergue-se a Igreja Matriz
sob a invocação de Nossa Senhora da Misericórdia,
em estilo manuelino, mas que se acredita suceda uma edificação anterior, da época dionisina, a Capela de Santo António e o prédio
da antiga Câmara Municipal.

A expansão da malha urbana preencheu os fossos envolventes
e demoliu as pontes de alvenaria que os cruzavam.

Fontes:Wikipedia, castelosdeportugal.no.sapo, IPPAR

1.04.2007

Viana participa na greve dos CTT

"A administração dos CTT avança que a greve parcial dos trabalhadores da empresa registou uma adesão de apenas 20 por cento e levou
ao fecho de três estações de correios e a algum atraso na distribuição
do correio normal."...

..."as estações de correios de Benfica do Ribatejo e de Pontével (ambas no distrito de Santarém) e a de Viana do Alentejo (distrito de Évora) estão encerradas, segundo os números da administração.

Vítor Narciso, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios
e Telecomunicações, responde à administração e sublinha que muitas estações estão abertas apenas com a presença de um funcionário
e porque "o Conselho Económico e Social fez um acórdão que obriga
à prestação de serviços mínimos"."...

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11.24.2006

Alvito quer melhorar ligação a Viana

Autarquia pretende que Estradas de Portugal melhore traçado das vias que ligam o concelho a Cuba e a Viana do Alentejo.

..."O presidente da Câmara Municipal de Alvito pretende que a Estradas de Portugal (EP) melhore os troços da Estrada Nacional (EN) 257 (entre Viana do Alentejo e Alvito), 258 (entre Alvito e Vila Ruiva) e da 258-1 (entre Vila Ruiva e Cuba)."...

"...“As acessibilidades são uma questão importante para a captação de investimentos e até para a fixação de pessoas. Além do mais, cada vez mais as pessoas olham para as distâncias não tanto em quilómetros, mas em tempo”, refere o autarca eleito por um movimento independente."...

..." a intervenção desejada seria “muito importante” para os três concelhos em causa,"...

..."Essa é uma constatação de que nos apercebemos no dia-a-dia. Para quem cá ver passar o fim-de-semana, isso não é muito significativo. Para quem tem de usar estas vias diariamente, [o seu actual estado] já é um obstáculo enorme”"...

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11.07.2006

Viana "Virtual"

"Local estratégico nas rotas do sul, por méritos próprios se tornou Viana do Alentejo um centro de concorridas romagens, escolha de reis para Cortes e Tratados, domínio cobiçado por famílias de primeira linhagem. Aos belos e ricos atributos com que a natureza a dotou, ascrescentaram-lhe os homens um património monumental digno
de visita e contemplação. Mostruário de épocas e estilos, nele predomina a arquitectura sacra, ou não fosse, durante séculos, o culto da Senhora d'Aires motor das mais floridas romagens que buscam o sul do País."

Em: www.portugalvirtual.pt

10.23.2006

Greenpeace desce o Guadiana



O Greenpeace vai denunciar o "péssimo estado"
do Guadiana, ameaçado por uma barragem "injustificável"
(o Alqueva) e transvases no lado espanhol,
efectuando uma descida do rio e visita às povoações ribeirinhas, entre 20 e 28 de Outubro.


"Os ambientalistas pretendem chamar a atenção para a má qualidade das águas, "que em breve se tornarão inutilizáveis, tanto para abastecimento, como para rega ou usos industriais", e denunciar
as agressões que este rio peninsular enfrenta. A Greenpeace critica, entre outros aspectos, a construção da barragem do Alqueva, cuja principal razão era fornecer água a 110 mil hectares, que, no entanto, "não estão a ser explorados e provavelmente nunca chegarão a estar".

"Para além desta infra-estrutura, o Alqueva tem ainda pendente
a contrução de mais nove barragens, um túnel e um transvase da bacia do Sado para fazer chegar água a regadios inexistentes", denunciam os activistas desta organização não-governamental. Outro dos problemas apontado é o Governo português "não ter fixado ainda o preço da água para os agricultores", "mas já ter aprovado a construção de hotéis, campos de golfe e milhares de residências, que somam no total
mais de 19.500 camas".
A Junta da Extremadura também está a preparar um Plano de Ordenamento do Território para a parte espanhola, com cerca de 16.000 camas."...

..."A Greenpeace lembra que o ponto de partida para esta descida do rio não é muito esperançoso:
"O Guadiana, de facto, já não existe. Há mais de duas décadas que o rio não nasce nos Olhos do Guadiana. Hoje em dia é o rio Bullaque que fornece ao Guadiana a primeira entrada de águas natural, pelo que deveria ser esse o seu nome. Esta entrada situa-se 120 km abaixo
dos Olhos do Guadiana."

Ler mais... Alentejo em Notícia - Antena Sul: 95.5 e 104.7fm

10.20.2006

Nova brochura
da Rota dos Vinhos do Alentejo

A Rota dos Vinhos do Alentejo apresentou recentemente a nova brochura promocional, disponível em várias línguas e que descreve
as 48 adegas que existem na região.

Disponível em português, inglês, francês, alemão e castelhano, o novo folheto, de 44 páginas, caracteriza as 48 adegas que se distribuem pelas três Rotas dos Vinhos do Alentejo, como a Rota de S. Mamede, Rota Histórica e Rota do Guadiana.

A Rota de S. Mamede inclui sete adegas que se distribuem pelas localidades de Castelo de Vide, Marvão, Portalegre, passando pelo Crato, Alter do Chão e Monforte.

..."a mais extensa de todas é a Rota Histórica, que contempla 29 adegas, numa área definida por Elvas, Montemor-o-Novo e Reguengos de Monsaraz.

Por seu lado, a Rota do Guadiana, onde existem 12 adegas estende-se até às localidades de Viana do Alentejo, Alvito, Vidigueira, Cuba, Beja, Moura, entre outras.

Ler mais... www.fabricadeconteudos.com

10.18.2006

Governo "socialista" mitiga
o resultado
da greve dos professores



"Greve dos professores: Sindicatos falam em adesão de 85%
Ministério da Educação aponta para uma participação entre 30 a 50%"

"Cerca de 85 por cento dos professores e educadores aderiram hoje
de manhã à greve nacional, de acordo com dados dos sindicatos,
enquanto o Ministério da Educação aponta para participações
entre os 30 e os 53%."...

..."No Norte, a participação no protesto deve ultrapassar os 85%, segundo o Sindicato dos Professores do Norte, enquanto o Ministério da Educação aponta para 32,7%."...

..."Já no Alentejo os sindicatos dizem que a participação foi de 80%, com várias escolas do 1º ciclo fechadas em Évora, Viana do Alentejo e Beja, enquanto a Direcção Regional não dispõe ainda de dados concretos."...

Ler mais... 18/10/2006 - Jornal de Notícias
Ou ainda... 19/10/2006 - www.avante.pt

10.12.2006

António de Sousa Faria e Mello.

Natural de Viana do Alentejo, faleceu no passado sábado, 7 de Outubro.

Primeiro Piloto Português a realizar a volta ao mundo em voo solo.
Primeiro Piloto Europeu deficiente motor a realizar a volta ao mundo.
Segundo Piloto deficiente motor a realizar a volta do mundo.

Alguns dados curriculares

1962 - Aero Club de Portugal - Licença de Piloto Particular.

1964 - Força Aérea Portuguesa - Brevetado Oficial Miliciano
Piloto - Aviador.

1968 - Direcção - Geral de Aeronáutica Civil (DGAC)
Piloto - Aviador do Quadro.

1969 - Serviço de Aeronáutica Civil de Moçambique (SAC)
Piloto - Aviador do Quadro.

1970 - DETA - (Moçambique) - Piloto de Linha Aérea.
Tendo atingido nesta Companhia a posição de Comandante de F - 27
e posteriormente de B - 737 que acumulou com as funções de Instrutor
de Voo e de Simulador de B - 737.

1977 - Como resultado de uma operação à coluna, ficou paraplégico, Após uma longa estadia em hospitais e tendo abandonado a pilotagem de aviões por manifesta incapacidade física, lançou-se na aventura
de ser agricultor, durante cerca de sete anos.

1984 - O amor aos aviões fê-lo regressar ao Mundo da Aviação, tendo ingressado na Direcção-Geral de Aviação Civil onde recebeu formação nas áreas de Segurança de Voo e Investigação de Acidentes de Aviação.

1989 - Após árdua luta com as autoridades aeronáuticas conseguiu renovar a sua licença de Piloto num monomotor adaptado à sua condição de deficiente. Começou então a sonhar com a Volta ao Mundo.

1992 - Travessia do Atlântico Norte (Dezembro) - foi aos E.U.A. onde adquiriu um monomotor com 25 anos de idade. A aeronave foi devidamente apetrechada para voos de longa duração que ele próprio pilotou para Portugal. Efectuou assim o seu primeiro voo transatlântico.

1993 - Travessia do Atlântico Sul (Agosto) - Resolveu repetir em voo "solo" a viagem de Sacadura e Gago Coutinho ao Rio de Janeiro que efectuou nos dois sentidos.

1995 - Volta ao Mundo - Levou por diante o seu sonho de sempre, tendo saído de Évora (em homenagem ao seu Alentejo) no dia 15 de Agosto e aí regressado, no dia 23 de Setembro, com a volta ao mundo concluída.



1998 – Inicio em Portugal o Programa do Eagle’s Day, patrocinado pela empresa ANA., durante o qual voou com 178 crianças, na sua maioria, afectadas de paralisia cerebral.

Medalhas e Pémios

1996 – “ORDEM DO INFANTE D. HENRIQUE”, concedido pelo Presidente da República, Senhor Doutor Mário Soares.
1996 – “MÉRITO AERONÁUTICO”, concedida pelo Chefe do Estado Maior da Força Aérea, Senhor General Aleixo Corbal.
1996 – “POLARIS AWARD” concedido pela IFALPA, com base nas “qualidades de piloto” e “heroísmo pessoal”.
1997 – “TISSANDIER PRIZE”, concedido pela Federação Internacional de Aeronáutica.

Penso que não será preciso acrescentar mais nada.
Voa em paz, Faria e Mello.

M. Baião
Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com

10.11.2006

Piscinas Municipais
com Net "à pala"

"Todas as sedes de concelho do distrito de Évora vão passar a ter,
a partir deste mês, uma zona de acesso livre à Internet de Banda Larga sem fios, numa iniciativa destinada a combater a info-exclusão.
Trata-se, assim, de uma rede regional de «hotspots».
“Só em Évora é que não foi criado um ‘hotspot’ nesta rede porque as três principais praças da cidade (Giraldo, Sertório e 1º de Maio) já tinham pontos de acesso à Internet de Banda Larga sem fios, instalados pela Câmara Municipal”, explicou uma fonte do EDD. Os novos pontos de acesso municipal do distrito são inaugurados ao longo deste mês, numa iniciativa que arrancou hoje, com a entrada em funcionamento do “hotspot” de Borba, instalado na Biblioteca Municipal.

Arraiolos (largo da biblioteca Municipal),
Redondo (Centro Cultural),
Alandroal (Fórum Cultural Transfronteiriço),
Mora (Casa da Cultura), Vendas Novas (Central de Camionagem),
Viana do Alentejo (Piscinas Municipais)
e Vila Viçosa (Paços do Concelho)
são os concelhos seguintes.

Nos últimos dias de Outubro, a partir de 24, são inauguradas as zonas de acesso livre à Internet
em Montemor-o-Novo (Arquivo Municipal),
Portel (Auditório Municipal),
Estremoz (Largo da Câmara),
Reguengos de Monsaraz (Auditório Municipal)
e Mourão (jardim Municipal).

“Nestes locais, centrais em cada uma das localidades, o cidadão, com um computador equipado com placa de rede wi-fi, pode consultar o
e-mail, conversar no Messenger, aceder às aplicações da sua empresa ou, simplesmente, ‘navegar’ na Internet a alta velocidade fora de casa”, explica o EDD. Também os alunos, professores ou colaboradores
da Universidade de Évora vão poder utilizar cada um destes novos “hotspots” municipais para aceder ao “Campus Virtual” da academia alentejana (a intranet daquela instituição).

Gratuito... para já
Nos primeiros seis meses, segundo a fonte do EDD contactada pela Lusa, o acesso à Internet através desta rede regional de “hotspots” é completamente gratuito. “Depois desse período, continua a ser gratuita a consulta e o acesso a alguns portais públicos,"...

@:Primeiro de Janeiro - 11/10/2006

10.10.2006

Terra está em saldo ecológico negativo desde ontem

"Se é um consumista inato ou simplesmente gosta do conforto ocidental, preste atenção a este dado: desde ontem, a conta ecológica da Terra entrou em saldo negativo. Por outras palavras, a partir de agora e até ao fim de 2006, os seres humanos estarão a explorar mais recursos naturais do que aqueles que podem ser renovados num ano civil.

O cálculo exacto do dia do ano em que a Terra passa a estar em débito ecológico é uma derivação da "pegada ecológica", que estima qual a área do planeta que cada pessoa precisa para suportar o seu estilo de vida. Outro conceito é o da biocapacidade de renovar os recursos -
- de uma cidade, uma região, um país ou da Terra como um todo.

Segundo os últimos cálculos da organização não-governamental Global Footprint Network, cada português precisava, em 2002, de 4,2 hectares de recursos do planeta. Mas o país só tinha capacidade para suprir 1,7 hectares por pessoa. Por habitante, havia então um débito de 2,5 hectares.

Com base neste tipo de dados, a New Economics Foundation (NEF), outra organização não-governamental, passou a determinar o dia exacto em que o salário ecológico anual da Terra termina.

E "o dia em que a humanidade começa a comer a Terra", como define um comunicado da NEF, ocorre cada vez mais cedo.
Em 1987, o "dinheiro" acabou em 19 de Dezembro.
Em 1995, a data estava já em 21 de Novembro. E este ano a conta entrou no vermelho ontem, 9 de Outubro."...

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10.10.2006 - PÚBLICO

Estudo do MAI propõe extinção
das brigadas de Trânsito e Fiscal



Outras seis forças da GNR desaparecem até 2008

"As brigadas de Trânsito e Fiscal da Guarda Nacional Republicana (GNR) poderão desaparecer até final de 2008. No mesmo prazo,
está também apontada a extinção de quatro brigadas territoriais,
bem como dos regimentos de Cavalaria e Infantaria.




Ontem, reuniram-se em Lisboa os altos comandos da GNR para apresentarem alternativas à proposta final de um estudo encomendado pelo próprio Ministério da Administração Interna (MAI). O ministro António Costa reúne-se hoje com o comandante da GNR, Mourato Nunes.

O fim das oito forças da GNR é preconizado no relatório final elaborado pela empresa de consultadoria Accenture, que há vários meses trabalhava neste projecto encomendado pelo MAI. Para que se processe à extinção das referidas brigadas – a 2 (área de Lisboa),
a 3 (Alentejo/Algarve), a 4 (Porto) e a 5 (Coimbra) – e dos regimentos são avançadas razões como o aumento da eficácia na actividade operacional com menos recursos."...




..."Na reestruturação sugerida pela Accenture para a GNR surge como principal novidade, em termos de criação ou reforço de serviços,
a proposta para que passe a existir um Núcleo de Deontologia"...

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9.25.2006

O Milagre da Santinha

A Nossa Senhora d'Aires,
está metida num deserto;
em chegando a mocidade,
ai! me parece um céu aberto.

Me parece um céu aberto
com toda a sua gentinha.
Fui solteira, vim casada,
ai! foi milagre da Santinha.


"Subsidi pel Cançoner del Baixo Alentejo"

9.24.2006

Romaria à Senhora d’Aires espera milhares de peregrinos

"Milhares de pessoas são esperadas a partir de hoje na tradicional romaria ao santuário de Nossa Senhora d’Aires, em Viana do Alentejo (Évora), onde o profano e o religioso “andam de mãos dadas”.
A romaria ao santuário barroco de Nossa Senhora d’Aires, que inclui uma colecção invulgar de ex-votos populares a testemunhar promessas efectuadas ao longo dos anos, é considerada uma das mais importantes do Alentejo. Segundo a tradição, o culto a Nossa Senhora d'Aires começou em 1748, altura em que grassou em Évora uma epidemia.

Os comerciantes da cidade prometeram dedicar a Nossa Senhora d'Aires uma festa em sua honra se a epidemia fosse debelada e,
como tal aconteceu, a festa decorreu na altura durante três dias.
Nos primeiros anos da romaria surgiu a Feira d’Aires, que conta já
com 255 anos, passando desde então a realizar-se os dois eventos
em simultâneo. Actualmente, a feira, onde o profano e o religioso
“andam de mãos dadas”, é organizada pelo município local. Na edição deste ano o certame decorre entre hoje e segunda-feira com a participação de 50 expositores dos mais variados sectores de actividade, sendo
todas as noites animadas com espectáculos musicais. Situado a cerca
de três quilómetros da vila de Viana do Alentejo, o Santuário de Nossa Senhora d’Aires, considerado o maior templo do Sul do país, datado de 1743, acolhe anualmente muitos peregrinos provenientes de todo o país, mas sobretudo do Alentejo. Junto ao santuário de arquitectura barroca-neoclássica, há ainda a destacar a Casa dos Milagres,
que guarda centenas de ex-votos populares pintados sobre lâminas
de metal, tela e tábua."


O Primeiro de Janeiro - 24/09/06

7.05.2006

Alqueva chega às torneiras



..."A Barragem de Alqueva vai já no final de 2006 começar a abastecer
a rede pública de água de alguns dos concelhos que ficam nas imediações da barragem. Até final de 2009 a Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas de Alqueva (EDIA) espera vir
a abastecer cerca de 200 mil alentejanos."...
..."Os 80 mil habitantes dos concelhos de Évora, Reguengos de Monsaraz e Mourão serão os primeiros a receber água de Alqueva."...

..."Através da albufeira de Alvito, a água de Alqueva vai chegar no Verão de 2007 aos concelhos de Alvito, Cuba, Vidigueira, Portel
e Viana do Alentejo."...

..."os investimentos ascendem a 170 milhões de euros."...

@: Correio da Manhã - 04/07/2006
@: Diana FM - 04/07/2006





"Instituto da Água (INAG) revela que as águas de Alqueva têm valores elevados de coliformes fecais, salmonelas e toxinas, o que as torna «impróprias para banhos»"

..."Para o INAG o motivo da poluição está nas estações de tratamento
de esgotos que funcionam mal ou nem sequer existem. E ali vão parar
os esgotos dos concelhos portugueses em redor e de um milhão de espanhóis."...

@: Portugal Diário - 24/06/2006

..."O Instituto da Água alertou, este fim-de-semana, para a detecção
de elevados níveis de coliformes fecais, salmonelas e toxinas nas águas da albufeira do Alqueva."...

..."A instituição avançou que a poluição tem origem nos esgotos de cerca de um milhão de espanhóis e portugueses que residem próximo da albufeira, tendo-se reconhecido, também, que as estações de tratamento de água estão a funcionar de forma deficiente. O Público recorda que estava previsto um investimento turístico substancial para aquela região, projectos que poderão estar ameaçados na sequência da poluição das águas."...

@: Confagri - 26/06/2006





..."Cianobactérias no Rio Guadiana ! A situação observada

no Pulo do Lobo (Rio Guadiana) levantou questões preocupantes relativamente à qualidade da água do Rio Guadiana. A água apresentava sinais evidentes de eutrofização (excesso de matéria orgânica na água), com uma forte coloração verde e várias dezenas de peixes concentrando-se
à superfície da água."...

@: Young Reporters for the enviroment

7.01.2006

Já só falta a Picanha ou os Croissants


Já comemos muamba, kebab, tacos, as laranjas e os bifes
- agora só falta a picanha ou os croissants.


6.28.2006

Rotas para deficientes avançam no Alentejo e na Extremadura espanhola

..."Os turistas com deficiência ou idosos vão ter novas oportunidades para viajar no Alentejo e na Extremadura espanhola, através de uma rota turística transnacional sem barreiras, a criar até final do ano.

Denominado "Rotas Sem Barreiras", o projecto luso-espanhol, apresentado em Beja, aposta na "promoção do turismo acessível
a todos" no Alentejo e na Extremadura espanhola.

A iniciativa envolve duas associações de desenvolvimento local alentejanas (Terras Dentro e Esdime) e outras duas espanholas, das comarcas de Olivença (Aderco) e de Tentudía (Cedeco), na província
de Badajoz, região da Extremadura."...

..."No Alentejo, a rota abrange 13 concelhos, sete deles na zona
de intervenção da Terras Dentro (Alcácer do Sal, Alvito, Cuba, Montemor-o-Novo, Portel, Viana do Alentejo e Vidigueira)
e seis da Esdime (Aljustrel, Almodôvar, Castro Verde, Ferreira do Alentejo, Odemira e Ourique)."...

..."A formação de guias, agentes e empresários turísticos seleccionados para a rota e de pessoal dos gabinetes técnicos das autarquias são outros dos passos desta fase de planificação."...

..."Com um investimento global de mais de 268 mil euros, a iniciativa, desenvolvida no quadro do Programa Leader +, é financiada pela União Europeia (57,35 por cento), sendo a restante verba assegurada pelos ministérios da Agricultura português e espanhol e pelos promotores."...

Ler mais... www.opcaoturismo.com - 27/06/2006