


@: Vinhos do Alentejo
Conceitos e conteúdos gratos a Viana do Alentejo.
in: vianadoalentejo@hotmail.com
out: http://vianadoalentejo.blogspot.com/
"A Amb3E e a Liga dos Bombeiros Portugueses celebraram ontem
um protocolo de cooperação com vista a criar mais 440 locais
de recepção de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE)."
"Ao abrigo do protocolo agora firmado, as Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários podem constituir-se como locais
de recepção de REEE."...“com a criação desta parceria facilitamos a vida das pessoas no seu processo de reciclagem dos seus equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida”...
“esta parceria representa um forte compromisso que os bombeiros portugueses assumem com a preservação do meio ambiente, ao facilitar que mais REEE sejam devidamente depositados e, posteriormente, correctamente tratados. É uma iniciativa que se enquadra portanto
no nosso compromisso para com um desenvolvimento cada vez mais sustentável”
"No total, esta parceria envolve, além das 14 associações humanitárias dos bombeiros do distrito de Évora, os municípios Alandroal,
Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Mora, Montemor o Novo, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas,
Viana do Alentejo, Vila Viçosa, o Governo Civil de Évora,
entidades da Administração Local e delegações regionais e distritais
da Administração Central."
"Viana do Alentejo promove um concurso de poesia com o tema
"A Mulher" destinado a alunos do 10º, 11º e 12º ano
das Escolas do Concelho. O objectivo do concurso é o de fomentar
o gosto pela poesia e escolher um poema para o dia da mulher.
Os poemas devem ser entregues até ao dia 29 deste mês"...
Virgem em Glória, Políptico da Sé de Évora, 1490-1500"O retábulo de pintura flamenga do século XV da Sé de Évora
será exposto quarta-feira pela primeira vez em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga, depois de um profundo estudo artístico e restauro dos 19 quadros.
«Olhar de Perto - Os Primitivos Flamengos do Museu de Évora», primeira exposição da programação do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), apresentada hoje aos jornalistas pelo novo director, Paulo Henriques, e por outros elementos da equipa do projecto, mostra o retábulo completo da Sé de Évora pintado em Bruges no século XV.

Esta exposição irá estar patente no museu a par de mais duas mostras que o director considerou interessantes «numa estratégia de divulgar
ao público outras peças da colecção» do MNAA, contemporâneas
do retábulo de Évora."...
"...este primeiro ciclo de exposições decorrerá até ao princípio de Maio com aquele conjunto de pintura flamenga proveniente do Museu
de Évora (até 20 de Abril), a mostra «Objectos de Culto/Têxteis
e Ourivesaria da 1ª Metade do século XVI», e ainda «Cenas da Vida Mariana - Gravuras a partir de Albrecht Dürer» (ambas até 04 de Maio)."

"Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional."...
"Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais
do espaço civilizacional em que nos inserimos.
Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias"...

"Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada
a todo o espectro político."...
"É uma situação preocupante para quem acredita que a democracia representativa é o regime que melhor assegura o bem comum
de sociedades desenvolvidas."...
"É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão
de interesses do que à promoção da qualidade cívica."...

"Outro factor de degradação da qualidade da vida política é o resultado da combinação de alguma comunicação social sensacionalista
com uma justiça ineficaz. E a sensação de que a justiça também funciona
por vezes subordinada a agendas políticas."...
"o Estado tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade, a ponto de não ser exagero considerar que é cada vez mais estreito o espaço deixado verdadeiramente livre para a iniciativa privada.
Além disso, demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados,
que deixam em muitos um perigoso rasto de desconfiança."...
"Num ambiente de relativismo moral, é frequentemente promovida
a confusão entre o que a lei não proíbe explicitamente e o que
é eticamente aceitável"...
"é precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente
que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade
e ao bem comum"...

"A criminalidade violenta progride e cresce o sentimento
de insegurança entre os cidadãos.
Se é certo que Portugal ainda é um país relativamente seguro,
apesar da facilidade de circulação no espaço europeu facilitar
a importação da criminalidade organizada.
Mas a crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento
de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência
na escala da violência."...
"O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente
em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever."...
"Em geral o Estado, a esfera formal onde se forma a decisão e se gerem os negócios do país, tem de abrir urgentemente canais para escutar
a sociedade civil e os cidadãos em geral. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas
que lhes dizem respeito."...
Garcia Leandro
"O modo como se tem desenvolvido a vida das grandes empresas, nomeadamente da banca e dos seguros, envolvendo BCP
e Banco de Portugal, incluindo as remunerações dos seus administradores e respectivas mordomias, transformou-se num escândalo nacional, criando a repulsa generalizada.
É consensual que o país precisa de grandes reformas e tal esforço
deve ser reconhecido a este Governo (mesmo com os erros e exageros
que têm acontecido). Alguém tinha de o fazer e este Governo arregaçou
as mangas para algo que já deveria ter ocorrido há muito tempo.
Mas não tocou nestes grandes beneficiários que envergonham
a democracia, com a agravante de se pedirem sacrifícios à generalidade da população que já vive com muitas dificuldades.
O excesso de benefícios daqueles administradores já levou
a que o próprio Presidente da República tivesse sentido a obrigação
de intervir publicamente. Mas tudo continua na mesma;
a promiscuidade entre o poder político e o económico é um facto
e feito com total despudor.
Uma recente sondagem Gallup a nível mundial, e também em Portugal, mostra a falta de confiança que existe nos responsáveis políticos deste regime.
Tenho 47 anos de serviço ao Estado, nas mais diferentes funções
de grande responsabilidade, sei como se pode governar com sentido
de serviço público, sem qualquer vantagem pessoal, e sei qual é a minha pensão de aposentação publicada em D.R.
Se sinto a revolta crescente daqueles que comigo contactam, eu próprio começo a sentir que a minha capacidade de resistência psicológica a tanta desvergonha, mantendo sempre uma posição institucional e de confiança no sistema que a III República instaurou, vai enfraquecendo todos os dias.
Já fui convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas e tenho resistido.
Mas a explosão social está a chegar. Vão ocorrer movimentos
de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa.
É óbvio que não será pela acção militar que tal acontecerá, não só porque não resolveria o problema mas também porque
o enquadramento da UE não o aceitaria; não haverá mais cardeais
e generais para resolver este tipo de questões. Isso é um passado enterrado. Tem de ser o próprio sistema político e social a tomar
as medidas correctivas para diminuir os crescentes focos de indignação
e revolta.
Os sintomas são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia
e da I República, sendo bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam. E as más experiências de Portugal devem ser uma vacina para evitar erros semelhantes na actualidade.
É espantosa a reacção ofendida dos responsáveis políticos quando alguém denuncia a corrupção, sendo evidente que deve ser provada;
e se olhassem para dentro dos partidos e começassem a fazer
a separação entre o trigo e o joio? Seria um bom princípio!
Corrija-se o que está errado, as mordomias e as injustiças,
e a tranquilidade voltará, porque o povo compreende os sacrifícios
se forem distribuídos por todos."
A corrupção regressou à agenda pública. E regressou, deixemo-nos
de hipocrisias, porque a corrupção existe. O Presidente da República
já por quatro vezes alertou para a necessidade de a combater,
o Parlamento analisa, desde Fevereiro de 2006, várias iniciativas legislativas sobre a matéria e o Governo anunciou a criação, no interior da PJ, da Unidade Nacional de Combate à Corrupção.
A corrupção existe. É um problema sério e transversal aos diversos sectores da sociedade portuguesa. No último «ranking» de corrupção internacional da International Transparency, calculado através da recolha de opiniões de analistas e de empresários sobre a percepção
da corrupção no sector público, Portugal consta da lista e tem à sua frente 25 países com menor índice de corrupção.
Segundo estudos da mesma organização internacional, recentemente conhecidos, os cidadãos colocam os políticos no topo da corrupção
e os portugueses não fogem à regra.
Esta percepção alicerça-se no conhecimento de casos reais, alguns com um elevado grau de divulgação mediática, que rapidamente são objecto de generalização a todos os que desempenham cargos políticos.
Ora, esta generalização é errada, porque em todos os sectores
há pessoas que agem de acordo com a lei e outras que o não fazem,
e ao meter-se tudo no mesmo saco, acaba-se por enlamear os honestos e proteger os corruptos.
Por outro lado, os poucos resultados produzidos, designadamente
na recolha da prova, consolidam o sentimento latente na sociedade portuguesa de que os ‘poderosos’ se protegem e de que existe uma certa impunidade.
Estas realidades minam a confiança dos cidadãos nos políticos
e corroem os alicerces do Estado de Direito Democrático.
A situação é grave e tem vindo a alastrar-se. É dever dos democratas combater esta podridão e afastar a nuvem de suspeição que paira sobre a actividade pública. Com seriedade e sem receios.
Desde logo, dando o exemplo, com a afirmação da disponibilidade para a explicação da origem do respectivo património. Depois, pela adopção de boas leis, da afectação de recursos adequados à investigação
e pela introdução de maior transparência na prática de actos públicos.
Insisto na necessidade de maior transparência porque só esta permite um maior controlo da gestão dos recursos e da prática de actos públicos e, consequentemente, acarreta uma maior responsabilização individual. A cada cêntimo, de dinheiros públicos, gasto deverá corresponder
a publicitação, para o exterior do sistema institucional, da forma como foi utilizado. O mesmo critério deverá ser aplicado, por exemplo, para as razões que fundamentam o pagamento de trabalhos a mais nas obras públicas, bem como para alguns processos administrativos, designadamente no sector urbanístico.
Ao contrário de alguma argumentação, a introdução de transparência na vida pública não coloca a todos sobre suspeição. Bem pelo contrário, a transparência elimina a suspeição sobre os honestos,
reforça a confiança no Estado de Direito Democrático e diminui o risco
da corrupção.
E a diminuição da corrupção liberta os dinheiros públicos para serem utilizados nas políticas públicas de saúde, de emprego e de educação.

Almada Negreiros
"José Sobral de Almada Negreiros nasceu na Ilha de São Tomé
a 7 de Abril de 1893. Passou os primeiros anos em São Tomé, de onde era originária a sua mãe, Elvira Freire Sobral, e onde o pai, António Lobo de Almada Negreiros, foi administrador do Concelho."...
S. Tomé
"Era natural de Aljustrel, filho de Pedro de Almada Pereira, proprietário e jornalista, nascido em Vila Nova de Mil Fontes, que casou
com Margarida Francisca Camacho de Negreiros, filha de António Lobo Camacho, proprietário de Aljustrel, e de Ana Isabel Bravo
de Negreiros, de Serpa, descendente de uma família nobre daquela vila alentejana.
Aljustrel
A família Lobo Camacho tinha raízes em Aljustrel e na Messejana. Foram bisavós paternos do pintor Tomé José Valério, de Vila Nova
de Milfontes, e Maria Amância de Almada, natural da Messejana.
Esta senhora era filha de António de Almada Pereira, tenente
de granadeiros e vereador da Câmara de Messejana, e Maria Vitória
de Almeida Pinto, de Viana do Alentejo."...

"O secretário-geral do PSOE, José Luis Zapatero, prometeu aumentar 
«Tenho muitos amigos na Europa, de todas as famílias políticas,
mas o meu melhor amigo tem sido e é o primeiro-ministro espanhol.
Para Portugal é importante o dinamismo da economia espanhola
e vice-versa», disse José Sócrates..."
..."Zapatero, surpreendido, apressou-se a reagir em agradecimento:
«Não estava preparado, mas quero agradecer as amáveis palavras
do primeiro-ministro e dizer que tenho uma sensação similar.
Se há alguém com quem me entendi desde o primeiro dia, com quem tenho colaborado, é José Sócrates. Também tenho de agradecer
a sua firmeza na colocação de Felipe González no gabinete de reflexão
da União Europeia, o que é muito importante para nós"...
Empresários e regiões de turismo receiam
que marca "Alentejo" seja "varrida" do mapa
"As regiões de turismo e os empresários alentejanos estão preocupados com o futuro da marca “Alentejo”, e receiam que a promoção externa
da região se perca com a nova organização turística territorial aprovada pelo Governo.
O presidente da Região de Turismo da Planície Dourada, Vítor Silva, escreve no boletim informativo que "é perfeitamente justificada
a preocupação em saber se a marca turística ‘Alentejo’ está ou não
em causa, esperemos que o futuro venha a mostrar que não".
Também Francisco Zambujinho, empresário na zona de Monsaraz
e presidente da agência Turismo do Alentejo, manifestou à Lusa
o receio de que o novo mapa de órgãos regionais de turismo "crie um vazio na promoção externa da região".
O Alentejo, que tem estado organizado em quatro regiões de turismo (Planície Dourada, Évora, Portalegre e Costa Azul), vai passar
a estar dividido em três áreas regionais de turismo: Alqueva, Litoral Alentejano e resto da região."
@: Diana FM
"A actual política de saúde, em especial o encerramento de serviços
e o corte de despesas necessárias ao seu bom funcionamento,
tem degradado o Serviço Nacional de Saúde: o acesso é mais difícil
e a qualidade da assistência está ameaçada.
O SNS é a razão do progresso verificado nas últimas décadas na saúde dos portugueses. Ao serviço de todos, tem sido um factor de igualdade
e coesão social.
Os impostos dos portugueses garantem o orçamento do SNS e permitem que a sua assistência seja gratuita. Não é legítimo nem justificado exigir mais pagamentos.
Os signatários, reclamam da Assembleia da República o debate
e as decisões políticas necessárias ao reforço da responsabilidade
do Estado no financiamento, na gestão e na prestação de cuidados
de saúde, através do SNS geral, universal e gratuito."
"É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé
de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes
onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração.
Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm
um autocolante a informar a composição e a validade e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel a beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se também que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha."

Mandou matar a mulher e empacotou o assassino
..."terá encomendado a morte da sua mulher a um francês no Verão
do ano passado. Meses mais tarde encontrou-se com o executante nos arredores de Paris e, em vez de lhe pagar o prometido, tê-lo-á morto
à queima roupa com dois tiros na cabeça. O corpo foi encontrado num terreno baldio no Bombarral no início desta semana"...
"Dois meses depois ter morto Francisca Figueira, em Alcáçovas,
o homicida francês encontrou-se com o viúvo nos arredores da capital de França para ser pago pelo crime encomendado.
Terá sido nessa altura que emigrante assassinou o homem a quem tinha pedido para matar a sua mulher"...
"O homicídio aconteceu em França, mas o suspeito cobriu o cadáver
com cimento fresco, deixou-o secar para depois empacotá-lo numa caixa de madeira e enviá-lo para Portugal através de uma empresa
de transporte de mercadorias."..."terá viajado de seguida para a região Oeste, onde, em finais de Outubro de 2007, levantou a encomenda enterrou-a num terreno baldio do Bombarral, concelho onde nasceu.
O corpo foi descoberto na passada terça-feira e transportado até
ao Gabinete Médico Legal de Évora para ser autopsiado.
"Duas perfurações que se presume serem de projécteis de uma arma foram encontradas no crânio do cadáver", explicou fonte policial.
O suspeito, que em França trabalhava como assentador de lareiras,
foi ouvido no Departamento de Investigação de Acção Penal de Évora
e ficou preventivamente detido na prisão de Elvas."...
"Francisca Figueira foi estrangulada na noite de 28 de Agosto do ano passado e foi o próprio marido que deu o alerta à GNR. O crime ocorreu quando o casal, que residia nos arredores de Paris, se encontrava
de férias na sua casa de Alcáçovas, em Viana do Alentejo."...
"[o marido] contou às autoridades que após regressar a casa de uma pescaria, encontrou a mulher estendida no chão da sala.
O homicida assaltou a moradia, levando consigo vários objectos
de valor e fugindo de seguida num Peugeot 406, que pertencia à vítima.
A polícia seguiu na altura a pista de um indivíduo que vários habitantes viram a rondar a moradia do casal.

"[...] Leio este blogue e fico preplexo com alguns que aqui metem palha.. parece que estão a ler a maria e lhes deram a oportunidade de lá escrever...[...]
de resto até ha aqui pessoas com pés na terra e cabeça no sitio...
Agora vamos lá ao que supostamente vos deverá interessar...
eu tenho 25 anos e como a maioria dos meus amigos vou voar daqui pra fora dentro em breve. A vontade com que fico de voltar é zero. mas claro hei de sempre voltar para visitar a familia e amigos. A camara municipal não tem nem visão nem abordagem adequada para fixar, manter ou aliçiar jovens. E acreditem que existem ou existiam jovens com muito boas prestações academicas e mesmo pós-estudos cujo o berço foi esta bonita vila, que não vão voltar e podiam ter muito bem ter ajudado o municipio assim este tivesse sabido responder ás suas necessidades ou diferenças.. depois quando faz falta compra-se fora okay não interessa o que há é bom ... lol... é uma questão de horizontes
Todos os anos saem novas fornadas de jovens nestas situações.. e claro tb ha os que ficam porque tiraram um curso tecnico-profissional, depois uma qualquer empresa se aproveitou da mão de obra barata que o estado finânçia com o nome de estágio profissional e depois vão po desemprego até entrarem na tyco a bulir de noite porque se ganha mais uns trocos. Existe tanto potencial desperdiçado... ah e depois ainda dizem que a malta nova n faz nada por viana... mas porque é que será que quando vão pa outros sitios fazem? será porque nos outros sitios há mais sol do que em viana ? será porque nos outros sitios está mais quentinho do que em viana... n sei digam me voçes...
Quando eu for kota vou dizer os meus filhos .. olha vamos á terra do avô de ferias, a Viana do ALLentejo [...]"
[...] "No concelho de Viana do Alentejo existia, até ao aparecimento dos blogs, um certo medo de criticar aquilo que se fazia na câmara ou nas juntas. A verdade é que também faltavam meios para o fazer. Muitas pessoas andavam descontentes, mas não tinham coragem para dizer o que pensavam. [...]
Os senhores da política local andavam descansados, gozando de uma tranquilidade quase total, dado que a oposição tudo, ou quase tudo, permitia. Hoje tudo mudou, apareceram os blogs e com eles apareceram dezenas de criticos que aproveitaram para exteriorizar a sua opinião.
Não sei se as farmácias começaram a vender mais comprimidos para dormir, mas de facto há muita gente que deixou de dormir tranquilamente. Embora não o reconheçam, os senhores políticos, vão todos os dias ver os blogs, e muitas vezes fazem birra porque não gostaram do que viram!
Será isto falta de hábito? Ou será falta de espírito democrático? Ou será ainda falta de sentido de humor?
Falta de hábito é certamente! Falta de espírito democrático penso que não, sobretudo porque estamos a falar de pessoas ligadas a partidos que lutam pela liberdade, ou será que não? Falta de sentido de humor também se aplica em determinados casos!
Senhores políticos, os blogs são formas democráticas de expressão, não vale a pena fazer beicinho!" [...]"
Roberto Vinagre
[...] O executivo da Câmara Municipal de Viana do Alentejo através de um empréstimo bancário à Caixa Geral de Depósitos vai endividar-se no valor de 2.500.000 euros. É muito dinheiro.
Neste momento crítico da economia, ninguém sabe ao certo o impacto de devastação desta crise internacional, nem o tempo de duração, temos porém a certeza que vai ter graves consequências no nosso país e os próximos tempos são de vacas muito, muito magras. Não passa pela cabeça de ninguém pedir agora um empréstimo no valor daquele montante para fazer as segundas piscinas municipais no concelho com uma distância de 18 quilómetros às existentes na sede do concelho.
No meu entendimento, levantam-se algumas questões pertinentes. Não será melhor aproveitar este conturbado momento para fazer algumas poupanças ou investimentos sustentáveis criadores de emprego e geradores de riqueza em vez de estar a endividar os munícipes até ao tutano atingindo a autarquia o limite máximo de endividamento impedindo apoios do Q.R.E.N.?
Não seria melhor apoiar os mais desfavorecidos com a crise económica através do investimento no apoio à criação de emprego para jovens empreendedores ou políticas de apoio à infância ou apoio à terceira idade?
Mais betão, mais empréstimos, enfim, mais do mesmo ou ainda pior. Como cidadão e munícipe de Viana do Alentejo preocupo-me evidentemente. Como todos sabemos "não há almoços grátis", sabemos como estes empréstimos loucos começam, não sabemos como acabam."
"Lendo com alguma atenção os comentários anteriores, não me parece que alguém tenha aqui posto em causa a necessidade da actuação da ASAE ou da GNR. Apenas se questiona um evidente e por vezes desproporcionado aparato na acção dessas forças policiais, em especial da primeira. É obvio que eu e a grande maioria dos portugueses preferimos, apesar de tudo, esse aparato, desde que ele seja efectivamente acompanhado de um aumento real da segurança. O que nem sempre sucede.
Não concordo muito com o comentador que diz que estas entidades não poupam ninguém, grandes, médios ou pequenos. Pelo que se lê nos jornais e vê na televisão, a sua acção incide especialmente sobre os pequenos. É certo que os pequeninos "são mais", mas a totalidade do volume de negócios que produzem é muito inferior à dos grandes. Estes, por sua vez, são normalmente os grandes beneficiários das legislações produzidas pelos sucessivos governos.
Apenas um exemplo: todas as medidas hegienistas tomadas nos últimos tempos no sector da restauração, com o objectivo louvável, ainda que aparente, de defender o consumidor, conduzirão mais tarde ou mais cedo ao encerramento de muitos pequenos estabelecimentos,em especial aqueles cujas condições logísticas e fraca rentabilidade impeçam os respectivos proprietários de os adequarem às novas normas impostas.
Ora é obvio que isso vai abrir caminho e facilitar a instalação das grandes cadeias de “fast food”, restauração e cafetaria, que até agora se vinham queixando das dificuldades que estavam a encontrar em se implementar na Península Ibérica. Hoje mesmo, 30 de Setembro, a maior multinacional de “coffee-shops”, vulgo cafés, a Starbucks, abriu o seu primeiro estabelecimento em Portugal. É intenção dos seus responsáveis que, até 2010 e (para já) nas maiores cidades, esteja onde estiver, um indivíduo não esteja a mais de cem metros de um dos seus estabelecimentos!... Ora isso vai ser feito à custa de quê? Dos constrangimentos legais entretanto criados que, como já referi, vão obrigar os pequenos cafés e pastelarias a encerrar, cedendo o seu lugar ao gigante norte-americano.
Nós por cá já temos um Intermarché. Agora é aguardar pelo MacDonald’s, pela Pizza Hut e por dois ou três Starbucks."
Joaquim Maria D.
Feira d'Aires
2008
Entre os dias 27 e 29 de Setembro
2007
2004
2002
2000
1999
1979
1947
Escreve o Sr. Presidente da Câmara:
“Daqui para o futuro será necessário envolver uma entidade externa ao Concelho, e vamos esperar que possa continuar a funcionar bem…..”
Este e outros Presidentes de Câmara ainda não se convenceram que o País é um todo, e não o somatório de concelhos/quintinhas onde cada um decide como quer e gasta os nossos impostos a seu bel-prazer.
Por este andar, qualquer dia esta gente reivindica para os “seus” municípios o sistema feudal, onde o Sr. das terras aplicava a justiça e mantinha sua própria força militar.
Para os habitantes do nosso concelho a classificação do Santuário e as obras que eventualmente lá possam ser efectuadas vão ter obrigatoriamente o aval o IGESPAR- Évora, entidade suficientemente perto, mas a “milhas” dos interesses dos irresponsáveis que, têm sido os grandes obreiros da vandalização urbana sofrida pela nossa terra que a torna quase irreconhecível.
As pessoas, de bem e de fé, não querem o Santuário salvaguardado unicamente pela Igreja/Executivo que deixaram ao longo dos anos estragar as oferendas colocadas pelos crentes no seu interior e nos legaram, entre outras prendas, aquela desfigurada “horta”, onde pululam barracas por todo o lado.
Com tanto consenso entre a Câmara e a Paróquia de Viana, tal com diz o Sr. Presidente, relativamente ao ordenamento da zona envolvente ao Santuário de Nossa Sr.ª D'Aires, onde está para consulta esse esboço, projecto ou maqueta para discussão com a população e respectivos devotos.
Profícua colaboração entre este executivo e os vendilhões do templo.
É tudo feito nas costas do Zé-povinho, bem podiam ter editado num boletim de propaganda municipal um desenhinho, para justificar a tão apregoada democracia participativa existente, só escrita no incumprido programa eleitoral.
Acrescentaria às palavras do Sr. Presidente a seguir citadas: “a previsível entrada do Poder Central neste processo seja um factor de melhoria e aceleração destes processos, e não um travão à concretização dos mesmos.”
- se forem mamarrachos e afins que sejam de imediatamente travados esses projectos, pois o executivo deve nortear o seu trabalho perspectivando-o para o futuro e não para retribuir a interesses vagos e imediatos.
Em Évora, a feira de S. João, está cercada de património classificado e até ao momento tem sabido conviver com o mesmo.
Não é pelo IGESPAR que vamos deixar de ter a nossa feira, antes pelo contrário, essa Entidade, será o garante da sua valorização."
Margarida da Santa Padroeira
"Em Julho de 2008, estavam registadas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) 158 pessoas de Viana do Alentejo à procura de emprego. O desemprego afecta particularmente as mulheres, com efeito 101 mulheres pediram emprego no I.E.F.P. Registaram-se mais 57 pedidos de emprego dos homens. Ainda mais preocupante é o facto de 60 desempregados estarem inscritos no desemprego à mais de um ano, portanto, trata-se de emprego de longa duração. Temos ainda 25 pessoas à procura do primeiro emprego, enquanto 133 estão à procura de novo emprego. [...]
Durante o mês de Julho apenas uma pessoa foi colocada no mercado de emprego em seis ofertas de trabalho registadas.
Estas são as estatísticas dos pedidos de emprego do concelho de Viana, mas por trás dos números estão pessoas e essas têm rostos. [...]
É nesta gente que os eleitos e os governantes têm de pensar, devem a eles a obrigação de governar de acordo com as suas promessas eleitorais sem demagogia nem sacudir água do capote.
Quais os investimentos externos captados para o concelho de Viana do Alentejo?
Quais os resultados obtidos pelo Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico?
Há resultados com o Programa Finicia - Iniciativas Empresariais de Interesse Regional (FAME)?
Onde está a pequena Zona Oficinal de Aguiar? Quantos postos de trabalho as obras públicas municipais com investimento público vão ser criados?
[...] Estas são algumas das questões que gostaria de obter informação para todos conhecermos melhor as políticas de apoio ao desenvolvimento económico concelhio."

até SetembroA quinta edição do Escrita na Paisagem, "um festival transdisciplinar comprometido com a criação contemporânea", está de volta.
Vai decorrer até 30 de Setembro,
em vários lugares do Alentejo.
[...] "Este ano, o evento, com direcção artística de José Alberto Ferreira, que também assina a programação, elegeu
a casa como tema. O programa inclui teatro, circo, exposições, instalação, performance, música, dança, cinema, formação, encontros e debates.[...]
"O Escrita na Paisagem abre ainda mais portas com o circuito "O espírito do lugar", que envolve sete artistas, sete lugares e sete criações. Os castelos de Montemor-o-Novo, Arraiolos
e Viana do Alentejo; o centro histórico de Redondo e os museus de Estremoz, Évora e da Luz são os espaços escolhidos para acolherem os sete trabalhos, assinados pelo colectivo AuzProjekt
e José Miguel Gervásio, Colecção B, Noémia Cruz, Nuno Vasa, Regina Guimarães e Ana Deus, Rodrigo Oliveira e Sebastião Resende."[...]
[...] "realmente este atirar de farpas, já aborrece e falar é fácil, os votos contras nas reuniões de câmara, e câmara e câmara...não haverá mesmo mais nada a melhorar neste concelho? deixe-me dizer que há um banco em Viana onde fui outro dia e recebi um tratamento muito indelicado, no centro de saúde quem tem cunhas passa à frente quem não tem morre à espera de uma consulta. mas há coisas boas, felizmente muitas, as farmácias têm excelentes colaboradores, que nos ajudam SEMPRE, no Rotunda é impossivel sair indiferente à simpatia do Toninho e da Dª Luisa. na bomba da Galp há sempre um sorriso para nos animar, apesar do preço do combustivel. E o Tony e Sr. Horácio são uma ternura para cada cliente. Se todos soubessemos valorizar o que temos de bom, de certo que construiamos um melhor concelho."
anónimo
"Fazendo uso do conhecido Dicionário Prático e Interpretativo Políticomunicipalês-Português tentei
a tradução, para língua corrente, do texto “Já agora”. A tarefa foi-me sobremaneira dificultada porque, sendo já de si
um dialecto difícil, está esta peça escrita
na sua versão mais primitiva, o chamado “baixo-políticomunicipalês”. A tradução do título não oferece porém grandes problemas, pois é sabido que “Já agora” significa, em bom português,
“Por enquanto...”.
Os três primeiros parágrafos também não apresentam grande dificuldade no translado. Assim, no primeiro, quer-se apenas dizer: “a verdade é que eu pouco mais tinha para dar de fazer ao Diamantino, que justificasse o seu chorudo ordenado, do que escrever esta xaropada”. No segundo é admissível a sua tradução por “as novas realidades já não são compatíveis com a presença de controleiros “empatas”, pelo que lhe dei um chuto no traseiro e o mandei ir pregar para outra freguesia”. No terceiro e último parágrafo deverá ler-se “cada vez tenho menos confiança na cambada que me cerca, pelo que o melhor é ser eu próprio a passar a escrever estas coisas, não vá o diabo tecê-las…”
Chegamos por fim ao último bloco do texto, aquele em que o escritor pretende, finalmente, passar a sua mensagem. Aqui sim a tradução revela-se muito difícil, diria mesmo quase impossível. Primam estas três derradeiras frases por uma aparente e tortuosa falta de nexo, num estilo inconfundível, muito cultivado pelo seu autor e já abundantemente verificado noutras situações, mesmo nas de natureza epigráfica. Mas ainda assim ensaiemos a sua translação. De uma forma muito geral o que se pretende dizer é “até agora quem escrevia isto fazia-o de forma a vocês não perceberem nada. Mas comigo vai ser diferente, vou usar este espaço para vos passar informações preciosas sobre a vida da Câmara Municipal.
E para verem que não vos estou a mentir, lá vai a primeira: desejo-vos boas férias!”
Cesário Verde de Viana
"Parece que este moço Frederico
é o intelectual de serviço ao blogue situacionista desse outro indescritível personagem que é o Fabi, vereador eleito pelo PSD local e que, pelas posições que toma (ou não toma…) nas reuniões
de Vereação, mais parece ter sido eleito pelas listas da própria CDU.
Posto isto, começo por afirmar que me estou nas tintas para o discurso do Cavaco, talvez aquilo tenha sido apenas um “lapsus linguae”, talvez não.
Afinal o homem é uma formatação do Estado Novo, paradigma do indivíduo que nesses tempos tudo aceitava e nada punha em causa, mais interessado na sua vidinha do que na contestação à triste realidade que o cercava e de que certamente se aperceberia. E que no pós 25 de Abril teve a sorte de ter tido um automóvel para fazer rodagem…
Disserta então o nosso moço Frederico acerca da bondade do colonialismo português ao tempo do Estado Novo, num discurso serôdio e revisionista capaz de ombrear com os melhores momentos do ultramontano Cazal Ribeiro na Assembleia Nacional de má memória. Que não, que não era um regime racista, que a raça para Salazar era assim como um “melting-pot” de brancos, pretos, castanhos e amarelos (mas não vermelhos, Deus nos proteja…), enfim uma precoce espécie de “todos diferentes, todos iguais”.
Isto e mais uma catrefada de outras sandices de difícil descodificação.
Na ânsia de mostrar a sua sapiência, eloquentemente discorre o moço Frederico acerca do que pensa que sabe, do que não sabe e do que ouviu vagamente falar. Ele é o Gilberto Freyre
e o luso-tropicalismo, ele é o Mendes
que é Corrêa e não Correia,
ele é o eugenismo e o higienismo, ele é enfim a secular e harmónica tolerância dos colonizadores portugueses…
Até se dá mesmo à pilhéria ao evocar
a tese de licenciatura desse perigoso racista (porque defensor do aborto) que foi, pasme-se… Álvaro Cunhal!"
""Neste blog supostamente tão independente já vi de tudo.
Já vi pessoas serem completamente ultrajadas e os seus nomes ficarem aqui expostos. Outras vezes são encaminhados para o "caixote do lixo" com uma auto estrada para lá chegar e consequentemente alimentar as hienas. Outras vezes aparecem nomes cujos comentarios são removidos e fica esse registo por parte dos administradores. Outras vezes aparecem nomes em comentarios que pura e simplesmente desaparecem sem deixar rasto. Conclusão : nem todos são iguais. Este blog patrocina a buçalidade contra alguns e (muito provavelmente) quando se sentem atingidos a si mesmos tentam fugir e "apagar" (apagar-se?), na vâ esperança de "ninguem saber".
Caros amigos, estes meios estão ao alcance de todos. Em qualquer altura uma pessoa tão sem escrupulos como quem está a patrocinar este blog pode resolver utiliza-los tambem e pode resolver recorrer a eles.Tendo em conta o baixo nivel que atingiu e a buçalidade crescente que se nota em alguns comentarios, talvez esse dia jà tenha estado mais longe.
VEREMOS O DESTINO DESTE MEU COMENTARIO. Não sei se terei sido suficientemente mau para ter honras de publicação. Ou de manutenção. Ou outra coisa qualquer.""
"A sua acusação de censura selectiva,
como bem sabe, ou não sabe, não passa de uma provocação pífia.
Se há alguma coisa que este blog não pode ser acusado é de a fazer.
Sabe lá quantos comentários já tivemos de apagar, vindos de todos os lados, neste cenário de guerra sem quartel que se tornou o Viana e Tal nos últimos tempos?
Provavelmente, alguns escritos por sí, já que se sente tão lesado por uma possível censura.
O "Viana e Tal" terá sempre uma porta
aberta a qualquer reflexão cujo motivo seja Viana do Alentejo.
A nossa única responsabilidade, está nos posts e não nos comentários.
"Estes meios estão ao alcance de todos". Faça o seu blog, forum, group... Assuma-se. E deixe de nos achacar.
Conclusão:
De tão rotundo, o seu comentário responde a ele mesmo, os blogs
são como os detergentes, cada um leva para casa aquele que quer."
"Saiba que a CMVA, também tem, desde 2006, um fundo disponível de 50000 euros a que nunca ninguém recorreu.
Esta iniciativa foi divulgada em sessão pública no Cine-Teatro com a presença de alguns empresários do concelho.
Se ninguém a aproveita é outro assunto, mas não vale a pena acusar a Cãmara de não ter aderido ao FAME. Essa crítica/piadinha não tem fundamento"
"Segundo o censos de 2001, vocês
são responsáveis pelo bem estar
e desenvolvimento social de 5615 almas (699 em Aguiar, 2088 em Alcaçovas
e 2828 em Viana do Alentejo).
Desde 2006 têm um fundo para novos empreendedores, que ninguém aproveitou e acham normal? Fizeram uma reunião com empresários e tiraram o cavalinho da chuva? Não se importam em procurar novos valores, anunciar
as possibilidades ou seduzir empreendedores para novos projectos estruturantes no Concelho?
Vocês andam deprimidos
ou são incompetentes?
As reuniões de Câmara mais parecem uma boda aos pobres, subsídio para aqui, subsídio para acoli, piscina para aqui, piscina para acolá...
Qual é a vossa visão de Viana do Alentejo daqui a 5, 10 ou 15 anos?
Será que são uma cambada de burocratas esclerosados, ou são simplesmente maus (e estão a abotoar-se com os parcos recursos do concelho)?"
não assinado
"Olha..... mais um esperto!"
Velho Potes

"è incrivel esta vontade de falar de patrimonio quando no tempo do Chico Zé Baião de animador cultural da camara assistiu impavido e sereno á dinamitação da anta da senhora daires no local onde hoje se fazem as touradas o executivo
do PS fez explodir o patrimonio.
Já se esqueceram????
o povo de Viana não tem memoria curta
vejam lá se se lembram."
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"Cumpre-me esclarecer a putativa
D. Carlota Fialho que, tal como já referiu
o comentador precedente, o monólito destruído junto ao Santuário de Nossa Senhora d’Aires não se tratava de nenhuma estrutura funerária pré-histórica ou similar, mas sim e tão só de um massivo afloramento granítico. Mas ainda assim poderei informá-la(o) que ao tempo da sua destruição – inícios da década de noventa –, já não era funcionário da Câmara Municipal, uma vez que a abandonei pouco tempo depois do Partido Socialista ter ganho as eleições. Mas, ainda que o fosse, a responsabilidade seria sempre dos eleitos políticos da altura e nunca minha, simples funcionário, pois são aqueles primeiros que respondem (ou deveriam de responder) por todos os actos praticados pelos órgãos autárquicos que dirigem. Os funcionários são isso mesmo, funcionários, agentes que se limitam a cumprir as ordens emanadas pelos seus superiores hierárquicos. Informo-a(o) ainda de que nunca concordei com a destruição dessa fraga, onde brinquei amiúde em criança e que marcava de forma muito bela a paisagem; contrariamente com o que sucede com a fantasmagórica seara de postes, que teimam em permanecer em frente do Santuário…
Quanto à memória do povo, também acredito que ele não a tem curta.
Mas a sua sim, é indistinta e confusa,
pois ou não se lembra realmente do penedo, ou não faz a mínima ideia
do que é uma anta!"
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"Utilizando os antigos métodos da PIDE-DGS, o poder instalado está tentando infiltrar PROVOCADORES
no seio desta comunidade, utilizando
o nome de Carlota Fialho, lançando mensagens que apenas, por breves instantes, podem desarticular, para os menos atentos, o pouco que tenho escrito.
Gente sem ideologia, sem passado e presente cujo exemplo de vida não pode servir para as gerações vindouras e dos quais muitos comunistas se envergonhariam, desta ralé que despudoradamente utiliza a sigla PCP – “felizmente” para muitos comunistas já não estão cá para ver.
No entanto, acabo por ficar muito satisfeita por saber que os meus “artigos” estão a superar os objectivos inicialmente traçados.


"Transcrição na integra do texto apresentado na página 12 do referido Boletim Municipal:
"A Câmara Municipal de Viana
do Alentejo já terminou
a repavimentação de algumas artérias
do Concelho.
A intervenção começou já alguns meses
e só agora ficou concluída
com a repavimentação de algumas artérias na freguesia de Aguiar.
Em Alcáçovas sofreram melhoria
a Rua do Relógio, a Rua de S. Pedro,
a Rua Nova e a Rua do Carmo, enquanto que em Viana do Alentejo
foram a Rua dos Combatentes da Grande Guerra, a Rua Padre Américo,
a Rua da Àgua Abaixo e ainda a Estrada de S. Pedro.
A repavimentação destas artérias permite uma melhor circulação
e responde a uma necessidade
das populações. está ainda prevista
a repavimentação de outras ruas assim
que o tempo o permita. Ao mesmo tempo
a Autarquia procedeu ao arranjo
de bermas e passeios."
Porque não está no texto o nome
das Ruas de Aguiar que foram repavimentadas?
Porque este texto é uma grande mentira, pois nenhuma Rua de Aguiar sofreu qualquer repavimentação nos últimos tempos.
Como é possivel que sendo o Senhor Presidente da Câmara Municipal
de Viana do Alentejo o Director
do referido Boletim permita
que se publique esta grande mentira."
José Luís Rocha