"A Comissão Instaladora da Área Regional de Turismo do Alentejo, deliberou nas primeiras reuniões efectuadas, ouvir todos os agentes do sector do turismo e autarquias, no sentido de fundamentar a elaboração dos estatutos na nova Área Regional. Com estas reuniões, pretende-se registar todas as sugestões e opiniões de forma a ser instalada uma entidade que corresponda às melhores expectativas.
Deste modo, irá realizar-se reuniões com as autarquias regionais. Dia 3 de Junho, em Portalegre, Marvão e Castelo de Vide; a 5 de Junho em Vendas Novas e Montemor e no dia seguinte em Mora e Arraiolos.
Com os empresários, os encontros acontecerão dia 3 de Junho, no Hotel Sol e Serra em Castelo de Vide com empresários dos concelhos de Portalegre, Marvão e Castelo de vide; dia 5 de Junho, no Monte do Chora Cascas em Monte Mor com empresários dos concelhos de Vendas Novas e Montemor e dia 6 de Junho na Herdade de Coelheiros em Arraiolos com empresários dos concelhos de Mora e Arraiolos."
Fachada lateral do Castelo de Viana do Alentejo, no distrito de Évora
Notável obra de arte portuguesa, o medieval Castelo de Viana do Alentejo é uma das mais harmoniosas e sólidas construções militares do território nacional. Após a morte de D. Martim Gil, senhor desta povoação alentejana, D. Dinis tomou posse de Viana do Alentejo e subsidiou a construção do castelo, decorria o ano de 1313. No essencial, a volumetria inicial deste castelo mantém-se. Contudo, um novo pavimento urbano preencheu os fossos e destruiu as pontes de alvenaria que o cruzavam.
Na muralha norte abre-se o portal principal que dá acesso à praça de armas, passando-se sobre um túnel coberto por gótica abóbada de nervuras. O castelo desenha uma planta pentagonal e apresenta grossos panos de alvenaria, reforçados por cilíndricos cubelos, o maior dos quais foi convertido na Torre de Menagem. Largos merlões rasgados por troneiras protegem o topo das muralhas. isa_per @ flirk
Em 1481, D. João II decidiu reunir as cortes em Viana do Alentejo, fazendo do seu castelo habitação temporária, situação que voltaria a ocorrer em 1489. Pouco tempo depois realizavam-se os esponsais de seu filho, o malogrado príncipe D. Afonso, com D. Isabel de Castela. Devido a tão relevantes acontecimentos, D. João II ordenou que se procedesse a remodelações no castelo e na igreja matriz, empreendimento que prosseguiu com D. Manuel I, sob a direcção dos arquitectos Martim Lourenço e Diogo de Arruda.
Esta renovação construtiva acrescentou maior beleza, introduzindo um novo pano de muralhas ameadas, ao mesmo tempo que coroava a matriz de merlões chanfrados, bem como de agulhas e coruchéus cónicos, dentro de uma linguagem artística manuelina de inspiração mudéjar. Intramuros, o castelo complementa-se com os notáveis volumes das igrejas da Misericórdia e da Matriz, da antiga Câmara Municipal, da Capela de Santo António, valorizados ainda pela harmonia natural dos tranquilos jardins envolventes."
Porta do Castelo de Viana do Alentejo
Castelo de Viana do Alentejo. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-05-27]. Disponível na www @: infopedia.pt
"Cartel é uma forma de oligopólio em que empresas legalmente independentes, atuantes do mesmo setor, promovem acordos entre si para promover o domínio de determinada oferta de bens ou serviços. A forma mais conhecida de cartel é a fixação de preços iguais ou muito semelhantes entre as empresas envolvidas, minimizando as chances da concorrência leal. Por conflito de interesses e por regulação governamental, os cartéis são, geralmente, pouco duradouros. O consumidor é prejudicado com os cartéis, pois seu direito de escolha é restringido.
O setor onde esse tipo de prática é mais visto é o de combustíveis líquidos e obras públicas. O preço do combustível é aumentado em todos os postos com diferenças mínimas de preço e assim o consumidor não tem chances de ir em um posto com preço mais baixo."
Esse tipo de pratica é ilegal e é prevista multa para os praticantes."
"Beja acolherá nos próximos dias 14 e 15 de Junho, no seu renovado Cine Teatro Pax Julia, o 14º Congresso Alentejo XXI cujo lema, "Caminhos do Futuro", se desenvolverá em três painéis fundamentais:
1– Estratégias de Desenvolvimento, 2 – Instrumentos de Desenvolvimento 3 – Regionalização.
Muitos dos “Rumos” pelos quais lutámos estão hoje em curso. Unamos agora esforços para definir e percorrer os “Caminhos do Futuro” do 14º Congresso Alentejo XXI. Todos somos poucos para construir um Alentejo melhor.
[...] "Com o saber e empenho da nossa universidade, dos nossos institutos politécnicos e outras instituições de ensino superior presentes na região, dos diferentes centros de investigação e experimentação de que dispomos, das nossas escolas profissionais e estabelecimentos de ensino, das nossas organizações de empresários, agricultores e trabalhadores, dos nossos intelectuais e quadros técnicos, das instituições do poder local e da administração desconcentrada do Estado, dos partidos políticos, estou confiante em que os "Caminhos do Futuro" se tornarão rapidamente realidade. Assim façamos todos por isso." [...]
"...defesa da modernização e diversificação da nossa base económica tendo como pilares estruturantes uma nova agricultura e as respectivas agro indústrias, a exploração racional e valorização na região dos nossos recursos mineiros (cobre, zinco, estanho, mármores), o aproveitamento do potencial turístico e dos nossos recursos pesqueiros, a exploração de energias alternativas..." [...]
"Estações vão ser recuperadas para pequenas pousadas Linhas abandonadas, comboios enferrujados e estações vandalizadas ainda fazem parte da paisagem em algumas zonas do País, nomeadamente em Trás-os-Montes e Alentejo.
Valorizar o património ferroviário com a recuperação das linhas para a instalação de ecopistas (circuitos de bicicletas), transformar antigos dormitórios e estações em pequenas unidades hoteleiras e museus ligados à ferrovia são os projectos que a Invesfer, empresa que gere o património da Refer, gestora da infra-estrutura ferroviária nacional, tem em curso. Este projecto conta com o apoio dos municípios, que em alguns casos reabilitam por sua iniciativa o património abandonado.
A wine house que vai abrir em breve na estação do Pinhão é um exemplo daquilo que a gestora ferroviária pretende desenvolver. A Invesfer contactou o Grupo Amorim para "auscultar o seu interesse para desenvolver actividades hoteleiras em estações desactivadas". Até agora, adiantou Vicente Pereira, "não tivemos resposta".
O Alentejo é a zona que vai concentrar as atenções do encontro que se realiza, entre hoje e amanhã, em Évora, para discutir o futuro do património ferroviário português. Para a região existem várias intervenções projectadas em linhas e ramais desactivados.
Em Estremoz, o comboio de mercadorias vai deixar de ir ao centro da cidade e a estação será reconvertida num museu ligado à actividade ferroviária. No Alentejo, muitos quilómetros de carris vão dar lugar a ecopistas. Estamos a falar, nomeadamente, dos ramais de Évora-Mora, Évora-Reguengos de Monsaraz, Montemor-Torre da Gadanha, Estremoz-Vila Viçosa, Beja-Moura e Estremoz-Portalegre. Este último vai servir para apresentar o ciclorail (bicicletas adaptadas aos carris)."
30 Maio (Sexta-feira) Praça do Giraldo 18h00 - Inauguração 22h00 - KLONAKITY (Música Tradicional Irlandesa)
31 Maio (Sábado) Praça do Giraldo 22h00 - TRULÉ - Investigação de Formas Animadas (Marionetas) “Amores e Humores da Bonecada"
1 Junho (Domingo) - Dia Mundial da Criança Arena D’Évora Entrada Livre 10h30 - AVÔ CANTIGAS (Música Infantil/Juvenil) Casa da Balança - Largo do Chão das Covas, 15 16h00 – ZZUNE-MARIONETAS (Estreia - Marionetas) Praça do Giraldo 21h30 - ALENFOLE (Música Tradicional)
3 Junho (Terça-feira) Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia 21h00 - Grupo de Leitura - Grup’ECO Livro do mês: “As Mulheres de Meu Pai”, José Eduardo Agualusa Praça do Giraldo 21h30 - ERA UMA VEZ, TEATRO DE MARIONETAS “A História da Carochinha”
4 Junho (Quarta-feira) Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia 11h00 | 21h00 - Teatro pela Arte Pública “CAMÕES É UM POETA RAP” Praça do Giraldo 22h00 - CANTORES DE INTERVENÇÃO (Recital Evocativo)
5 Junho (Quinta-feira) Praça do Giraldo 21h00 – Espaço Criança/Livraria “A Que Sabe A Lua” Sessão de leitura e autógrafos com o escritor de livros Infanto-Juvenis António Mota 22h00 - ORQUESTRA DE CORDAS DO CONSERVATÓRIO REGIONAL DE ÉVORA DO EBORAE MVSICA (Música Clássica) Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia 21h30 - Roda de Leitura “Antunes da Silva” Maria João Pereira Marques - leitora-guia
6 Junho (Sexta-feira) Biblioteca Pública de Évora IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto) 18h00 - Sessão com Carlos Marques Praça do Giraldo 22h00 - PÉROLAS DE ÁGUA (Poesia Cantada) Espaço Celeiros IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto) 22h00 - Sessão com Carlos Marques | Nuno Coelho 24h00 - Sessão com Thomas Bakk
7 Junho (Sábado) Praça do Giraldo 18h00 - Espaço Criança/Livraria “A Que Sabe A Lua” (Trimagisto) Sessão com Patrícia Amaral 19h00 - Workshop pelo Grupo No Mazurka Band 22h00 - NO MAZURKA BAND (Música de Baile/Oficina) Espaço Celeiros IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto) 22h00 - Sessão com Patrícia Amaral | Luís Correia Carmelo 24h00 - Música com Jorge Cruz
8 Junho (Domingo) Praça do Giraldo 18h30 - DONA GATAFUNHA E O RESTO DO MUNDO (Teatro de Rua) Biblioteca Pública de Évora
30 de Maio a 8 de Junho TEATRO “CHAPÉUS” (PIM Teatro) Segunda a Sexta – Sessões às 10h00 e 16h00 Sábados - 21h30 | Domingos - 16h
O Exmo. Presidente Estêvão Manuel Machado Pereira é responsável pelos danos provocados pelos Ciganos na exploração Agrícola do Monte das Paredes. O Presidente fez um comunicado por escrito à GNR de Viana dando ordem para os Ciganos poderem estar 2 a 3 dias nos terrenos ao redor da igreja de Nossa Senhora D’Aires.
Os terrenos ao redor desta Igreja pertencem ao Eng. José Dias Parreira Capas e Sousa, encontram-se neste momento em Processo no Tribunal Europeu 2ª Secção, nº 32267/05 que atesta o proprietário do terreno. Logo o Presidente não pode dar ordens nas terras que não lhe pertencem.
O Monte das Paredes faz fronteira com a referida Igreja. No dia 3 de Abril de 2008 foi feita uma queixa na GNR de Viana porque os animais dos ciganos estavam a pastar no trigo, IPC 25/08.8 GFEVR. Os agricultores estão sujeitos a normas de sanidade animal, então os Ciganos também têm de ter na sua posse os boletins sanitários dos seus animais, pois eles não têm o direito de andar a propagar doenças aos animais dos agricultores.
No dia 19/4/2008 tive de fazer uma nova queixa, o relatório da ocorrência é o nº 16/08, porque havia um acampamento na minha pastagem. Anualmente eu tenho de fazer entre 60 a 80 queixas de ocorrências na GNR. Os ciganos roubam pasto, fardos de palha e feno, animais, lenha, para além de outras coisas. Se algum agricultor perder os subsídios agrícolas por causa dos ciganos o Presidente é o único responsável. Como é do seu conhecimento os Ciganos faziam o seu acampamento na Zona Industrial, por causarem grandes problemas com o povo de Viana o Presidente fechou essa área e deu ordem para eles fazerem o acampamento perto da Igreja. A Igreja de Nossa Sr.ª D’Aires é o cartão de visita de Viana do Alentejo. O acampamento de Ciganos afugenta os turistas.
O Presidente da Câmara foi eleito pelo povo de Viana e não pelos Ciganos. O povo de Viana do Alentejo pertence a uma civilização muito antiga pois descende dos povos Celtas e Lusitanos que foram conquistados pelos Romanos. Por isso o Presidente deve acarinhar o povo de Viana e colocar ordem a povos nómadas que nada têm a haver com as regras, as leis, as contribuições do povo de Viana. Por tudo isso peço que o Presidente da Câmara olhe mais para o seu povo.
[o "Viana e Tal" descarta qualquer tipo de simpatia pelo que está escrito no último parágrafo deste post. Para nós, a responsabilidade da Autarquia de Viana do Alentejo para com a comunidade cigana, deverá ser a mesma como para com qualquer outra comunidade de cidadãos portuguêses, que nos visitem.]
[...] "faço parte da maioria das cidadãs(ãos) que praticamente se limitam a exercer o seu direito de voto de 4 em 4 anos. Pelo menos, quando há eleições, vou lá colocar o meu boletim de voto, pois a abstenção sendo um direito que assiste a todos os eleitores e tendo “os significados” que sabemos, ao atingir valores muito elevados, pode pôr em causa a legitimação do próprio sistema democrático. Muitas pessoas expressam o seu voto pela negativa, não o fazem a favor do partido ou coligação que assinalam no boletim de voto. Nesses casos esse comportamento traduz o sentimento de protesto, de utilidade ou de oposição ao partido A ou B.
Sabemos que cada vez é mais difícil a PARTICIPAÇÃO DOS CIDADÃOS na reflexão sobre a gestão da coisa pública fora dos partidos - a desilusão das pessoas é a regra. “Temos assim, e de facto, não uma sociedade de cidadãos, na sua totalidade, mas uma sociedade de muitos desinteressados pelo poder ou súbditos. E a democracia sem cidadãos não existe como tal e plenamente em toda a sua horizontalidade mas apenas em certos sectores verticais porque havendo cidadãos desinteressados ou que se dobram e prestam homenagem a outros, não são cidadãos mas súbditos.
É evidente que há muitos outros cidadãos, que mesmo sem alcançar posições de poder político, lutam pela sua cidadania, pela verdadeira iniciação ao SABER e não ao Poder.” * É por isso que a maioria de nós aqui está neste pequeno espaço de participação cívica, mas acredito que não é legítimo estarmos sempre a falar na oposição com palavras como: eles não dizem, eles não fazem, onde é que eles estão etc. etc. Talvez seja mais justo empregar-mos os verbos na primeira pessoa do plural: NÓS não dizemos, NÓS não fazemos, onde é que NÒS estamos.
Não é preciso estar muito atento para saber que este poder autárquico, emanado duma amálgama de interesses que no nosso concelho se designa por CDU, sem ideologia e sem rumo, desvirtuando o sentido da palavra AUTOCRÍTICA, como sendo “o processo de análise crítica de um indivíduo (ou, colectivamente, de uma sociedade ou instituição) sobre os seus próprios actos, considerando principalmente os erros que eventualmente tenha cometido e suas perspectivas de correcção e aprimoramento” ** , convive muito mal com a crítica dos Vianenses, mesmo quando ela pretende ser construtiva. Para além de outras tácticas, num lógica totalitária, estrangula quanto pode a oposição política, relega também para segundo plano a PARTICIPAÇÃO DOS CIDADÃOS NO GOVERNO DA AUTARQUIA, omite descaradamente o trabalho emanado pelos órgãos democraticamente eleitos.
A quase ausência de informação disponível no site da Câmara com o atraso na publicação das respectivas actas, bem como a total omissão do trabalho realizado pela Assembleia Municipal são disso exemplo. O boletim municipal de papel caro, completamente esvaziado de substância, cujo conteúdo passa pela descrição de algumas festarolas e pouco mais, vai também desempenhando esse macabro papel.
Assim, quando alguns cidadãos retiram algumas horas ao seu descanso, com a intenção de levar à discussão pública temas do nosso quotidiano, o poder instituído e seus correligionários, fieis ao paradigma do enterrado “centralismo democrático”, ignorantes da dimensão do descontentamento que grassa no nosso concelho, COMEÇAM FINALMENTE A FICAR AGITADOS."
Como sabem bem as gerações políticas, como a minha, formadas na oposição a um regime autoritário de partido único, a alternância no poder é um valor fundamental da democracia. Frase do então Presidente da República Jorge Sampaio por ocasião da tomada de posse do XV Governo Constitucional.
Relativamente ao poder autárquico a Lei n.º 46/2005, de 29 de Agosto estabelece limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias locais.
O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos, salvo se no momento da entrada em vigor da presente lei tiverem cumprido ou estiverem a cumprir, pelo menos, o 3.º mandato consecutivo, circunstância em que poderão ser eleitos para mais um mandato.
O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia, depois de concluídos os mandatos referidos no número anterior, não podem assumir aquelas funções durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido.
No caso de renúncia ao mandato, os titulares dos órgãos referidos nos números anteriores não podem candidatar-se nas eleições imediatas nem nas que se realizem no quadriénio imediatamente subsequente à renúncia.
Essa lei entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2006, pelo que o actual presidente da Câmara de Viana do Alentejo pode eventualmente ver renovado o seu mandato se for candidato e ganhar as eleições de 2009.
Estando a cerca de um ano de terminar o seu 4.º mandato consecutivo, sufragado em eleições democráticas, a maioria dos eleitores do concelho de Viana do Alentejo, votaram maioritariamente em Estêvão Pereira.
Ainda não chegou o momento para que eu exprima neste local a minha opinião sobre as quatro abadas consecutivas que as oposições levaram nestes 4 últimos mandatos. Acrescentarei apenas que uns tantos dirão que foi mérito do actual presidente e outros dirão que foi falta de credibilidade das oposições. Não deixa de ser verdade que existe uma correlação forte entre os duas perspectivas de analisar os resultados das eleições.
Os que não se revêem na actual maioria, entre os quais eu me incluo, apenas têm que respeitar a vontade expressa nas urnas pela maioria dos eleitores, com humildade e pensem que esses maus resultados, são em grande parte fruto da nossa incapacidade em oferecermos uma alternativa credível aos eleitores do concelho.
Espero que este ciclo venha a terminar nas eleições de 2009 e que os eleitores deste concelho possam finalmente rever-se naquilo que as actuais oposições têm para oferecer.
Autarcas alentejanos da zona de Alqueva preocupados com eventuais impactos de Refinaria em Badajoz
Autarcas alentejanos do regolfo de Alqueva manifestaram-se preocupados com os eventuais impactos, na qualidade do ar e da água da albufeira, decorrentes da instalação de uma refinaria de petróleo em Badajoz (Espanha). [...]
"Não fomos consultados. A câmara municipal quer participar, mas, nesta fase, para nos podermos pronunciar, precisamos de ter informações sobre o conteúdo do projecto, o que não nos chegou até à data" [...]
"Se a qualidade da água e do ar forem afectadas de forma negativa poderão ser prejudicados os importantes investimentos turísticos projectados para esta região, causando graves danos financeiros aos promotores e, eventualmente, inviabilizando a criação de um destino turístico que se quer de elevada qualidade ambiental"
[...]
"A Agência Portuguesa do Ambiente, no relatório sobre o projecto, alertou Espanha para a necessidade de avaliar os riscos de contaminação dos solos e recursos hídricos do território português. [...]
"O Estudo de Impacte Ambiental não faz referência aos aspectos relacionados com eventuais impactos transfronteiriços, designadamente, o tipo de contaminação, grau e extensão da mesma, que poderá contaminar os solos e recursos hídricos do território português", refere o relatório, a que a agência Lusa hoje teve acesso.
Em relação aos impactos gerados pelas emissões poluentes, a APA refere que devem ser considerados os aspectos da qualidade do ar no Alentejo Interior." [...]
Também o Instituto da Água (Inag) fez a sua avaliação do projecto, chamando a atenção para a necessidade de avaliar e identificar os potenciais impactes no rio Guadiana, tendo em conta as necessidades de água previstas.
"Não pode, em situação alguma, ser colocado em causa o abastecimento público, quer directamente a partir da albufeira do Alqueva, quer indirectamente através da transferência para outros empreendimentos do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva" [...] "Deverá ser desenvolvido um estudo tão detalhado quanto possível, cujas conclusões terão de ser técnica e cientificamente suportadas e comprovar inequivocamente que o projecto não interfere com os objectivos definidos para a região do Alqueva", sintetiza o parecer do Inag." [...]
A refinaria, num projecto do grupo Alfonso Gallardo, está prevista para a Serra de San Jorge, na zona de Los Santos de Maiomona, província de Badajoz, a cerca de 100 quilómetros de Portugal.
Em Janeiro passado, o primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu aos jornalistas que o projecto de instalação da refinaria não vai afectar a qualidade nem os padrões ambientais do Alqueva.
Segundo a edição de sábado do jornal espanhol El Pais, o promotor do projecto assegura que a contaminação do ar nunca chegaria a Portugal.
"Os participantes no 10.º encontro nacional de núcleos do Sporting aprovaram ontem, em Viana do Alentejo, por unanimidade, a moção apresentada pelo presidente do núcleo organizador que, segundo o próprio, “pretende melhorar as relações do Sporting com os núcleos”. “Queremos uma maior abertura do clube e que este oiça os núcleos, que sinta os seus problemas, na maior parte dos casos comuns a todos”, sintetiza Martinho Ramos, presidente do Núcleo Sportinguista “Os Leões de Viana do Alentejo”." [...]
*substantivo masculino; POLÍTICA, ECONOMIA forma de colonialismo que se define pelo domínio económico de um país sobre outro menos desenvolvido, podendo encobrir cumulativamente a dominação a nível tecnológico, científico ou cultural; (De neo-+colonialismo)
Portugal no topo das desigualdades
"Portugal destaca-se no relatório sobre a Situação Social na União Europeia (UE) dos 25, como o país onde a desigualdade na repartição de rendimentos é maior, ultrapassando mesmo os valores dos Estados Unidos da América." [...] @: destak.pt - 23.05.08, idem
...
Presidente da Galp não sabia de aumentos dos combustíveis
"O presidente da comissão executiva da Galp Energia ignorava que a petrolífera tinha dado ordens para aumentar o preço dos combustíveis às 00h00 de ontem e viu-se obrigado a dar explicações ao Governo sobre o sucedido.
De acordo com o "Correio da Manhã", Ferreira de Oliveira desconhecia a decisão da subida em dois cêntimos no preço da gasolina e de três cêntimos no gasóleo
Segundo apurou o CM, seguiram para os revendedores vários avisos (por e-mail, fax e SMS) anunciando a subida dos preços às 00h00 do dia 22. Uma ordem que foi anulada pouco depois e que lançou a confusão entre os revendedores da Galp. "Existem postos a vender combustível com o aumento decretado", disse o presidente da Associação de Revendedores" [...] @: jornaldenegocios.pt - 23.05.08
...
Mora foi a Évora em protesto pela integração em Portalegre
"O presidente da autarquia, avançou que, se a situação não se alterar, se o Governo até 31 de Maio não der garantias reais em como vai alterar o decreto-lei que os mantém no NUT 3 do Alto Alentejo, "a luta vai continuar", ameaçando com manifestação em Lisboa.
Residentes e não residentes, mas todos oriundos de Mora, desfilaram pelo centro histórico até ao edifício do Governo Civil, onde uma delegação foi recebida pela governadora civil, a quem entregaram uma moção que foi aprovada por pelos manifestantes. A governadora anunciaria então uma reunião entre o Governo e os 14 autarcas do distrito para chegar a um consenso.
Ditando palavras de ordem como "Somos de Évora da raiz do coração, de Portalegre é que não"" [...]
“Somos de Évora” foi certamente a frase mais ouvida ontem à tarde na Praça do Giraldo. A população de Mora participou em peso no protesto contra a integração do concelho na NUT3 de Portalegre. A distância é o que mais preocupa o presidente da Câmara de Mora. “Se precisar de resolver um problema em Portalegre perco um dia inteiro”, afirma José Sinogas, acrescentando que “estamos a 40 km de Évora, se a alteração não se concretizar ficaremos a 120 km de Portalegre”. [...] @: gov-civil-evora.gov.pt, dianafm.com
"Fui dar um pequeno passeio para fora dos muros do convento, procurar a frescura da fonte, encantar-me com a vegetação luxuriante do jardim, inebriar-me com o sorriso electrizante das crianças a brincarem no parque infantil. Não fui bem sucedida. Não consegui. Infelizmente. A água não estava fresca e nem sequer fiquei a saber se era potável. Alguêm sabe? Estas informações nunca chegam ao convento. A vegetação também não era o que eu estava á espera e estava deslocada de sitio. As plantas que faltavam nos canteiros abundavam e abundam por todo o lado onde a estética ainda não chegou, nomeadamente em passeios e bermas de estrada. Em relação ás crianças, fiquei mais tranquila por não as ouvir. Bastou-me olhar para o estado dos brinquedos e agradecer a Deus por, na sua infinita sabedoria, mandar os catraios para outras paragens. Regresso mais uma vez para meditação. Intra muros."
Semanário de distribuição nacional "nasce" em Évora
[...] "Este jornal é o primeiro semanário de distribuição nacional que parte do Alentejo, em pleno século XXI, em busca de um país que sabemos existir e no qual acreditamos", garante o director, António Veladas, no editorial do primeiro número. [...]
No estatuto editorial, entre outros compromissos, o Registo assume-se como um jornal semanário "independente dos poderes político, económico ou religioso", rejeitando a informação "sensacionalista e os conteúdos induzidos".
"O Registo potencia a dinamização da sociedade portuguesa em todos os seus eixos estratégicos e populacionais, concretizando nacionalmente o país num todo, sem excepções, discriminações de grupo ou de carácter individual" [...]
"Em Portugal, nacional é, para alguns, ser-se Lisboa. Para outros ainda, os mais sensíveis, sinónimo de perigo social, nacionalistas", argumenta, aludindo ainda aos "outros, as regiões, com o grande Porto como timoneiro de uma frente inválida, à qual se vendem sonhos" [...]
"Será este um bom piso, aquele que foi colocado nas principais artérias do centro histórico da vila das Alcáçovas?
Será que este contraste entre o clássico pavimento, de calçada e o moderno piso de alcatrão, permitem dizer-nos que a mudança valeu a pena e que, o património histórico-arquitectónico, bem como o impacto visual estão salvaguardados?"
Na próxima Quinta-Feira, dia 22, vamos passear pelo centro da nossa Vila para ver e visitar alguns dos seus monumentos. culminando o passeio com a visita interior do Paço e da capela das conchinhas.
Em cada local visitado um dos nossos historiadores fará uma pequena "apresentação": origem data da construção, etc. No Paço a conversa será um pouco mais longa porque o Paço é o nosso monumento mais importante.
Esperamos acabar por volta das 13.00 H. Concentração no Jardim, junto ao coreto (onde será contada a sua história), pelas 09.00 H.
Não faltem, venham mostrar que gostam desta terra e se orgulham da sua história."
"Uma recriação histórica que pretende homenagear Bernardim Ribeiro e recriar o tempo do escritor e poeta palaciano, natural do Torrão, vai envolver toda aquela vila. À semelhança do que aconteceu o ano passado em Alcácer do Sal com o legado romano, este ano a época quinhentista está em destaque.
O Torrão vai ser invadido por uma corte renascentista, com reis, príncipes, nobres, aias, vassalos, plebe e mercadores, num total de mais de 300 figurantes.
O cortejo histórico na sexta-feira, às 10 horas, conta com a participação das escolas da freguesia e de associações, abre a festa e termina com a leitura do foral da povoação.
Durante os três dias haverá demonstrações de dança e música, declamação de poesia e teatro, tiro com arco, falcoaria, mostra de armas, repasto histórico demonstrativo e uma tenda de jogos tradicionais promovida pelo Universo das Artes – ADT." [...]
"Com organização do município de Alcácer do Sal, e o apoio da Junta de Freguesia do Torrão, da Sociedade 1º de Janeiro Torranense e da Associação Desportiva “Torino Torranense”, o evento conseguiu a participação de todo o agrupamento de escolas do Torrão e do centro paroquial, bem como de várias associações e grupos recreativos: Santa Casa da Misericórdia do Torrão, Associação para o Desenvolvimento do Torrão, Associação de Defesa do Património Cultural de Alcácer do Sal e a Associação Equestre de Viana do Alentejo." [...]
...
Piscina do Torrão
[...] " foi inaugurada em 2000 e pretende servir a população de Torrão, proporcionando um equipamento cuja utilização se estende ao ano inteiro.
Trata-se de uma estrutura mecanicamente amovível, permitindo a possibilidade de ser convertida numa piscina sem cobertura nos meses de Verão.
Os equipamentos de conversão de energia foram concebidos de raiz, integrando duas soluções complementares: caldeira alimentada com casca de pinho e colectores solares.
A opção pelas alternativas renováveis prende-se essencialmente com o desejo de minorar a poluição ambiental, reduzir os custos de exploração e demonstrar a viabilidade de aproveitamento de um sub-produto da indústria local do pinhão."
São uma aves terríveis, estas aves. Quantos e quantos quilos de peixe fresco de vivas sensações de amores frustrados - estas aves consomem, dia a dia. Isto é que as faz moverem-se deste modo: nunca sabendo onde repousar, reclinar as descarnadas asas de momento moventes vaporosas impalpáveis quase de momento turvas não sonoras turvas indecifráveis asas que no labirinto do seu sonho pessoal do seu hábito confuso se habituaram - saudosas - a viver a voar no torvelinho de azáfama e medo que as torna - pobres aves - tão singularmente humanas e detestáveis
"A Câmara Municipal de Alvito criou a Bienal Raul de Carvalho. Este evento substituí os jogos florais e o prémio Poesia Raul de Carvalho, proporcionando uma maior projecção e dimensão a uma iniciativa que pretende homenagear o poeta, assim como, criar um espaço de apoio e divulgação de novos talentos na área da cultura. [...]
As modalidades a concurso são: poesia, prosa e conto, pintura, fotografia e escultura. A entrega dos trabalhos deve ser efectuada até ao final de Setembro deste ano e o regulamento está disponível em http://www.cm-alvito.pt/.
Sou habitante de Viana do Alentejo e quando visitei o site da Câmara Municipal, observei que está a decorrer um concurso para a construção das futuras piscinas das Alcáçovas.
Já há alguns anos, as pessoas comentavam que iriam ser feitas umas piscinas em Alcáçovas mas eu nunca acreditei, porque penso que o dinheiro gasto nessa construção seria demasiado e o concelho só ficaria a perder pois há autocarros disponíveis para transportar as pessoas das várias freguesias do concelho para as piscinas de Viana em vários dias da semana.
Por isso, quando visitei o site, fiquei estupefacto quando vi a notícia do concurso público e que esta obra que foi falada durante anos sempre iria arrancar.
Como já disse, existe transporte entre as freguesias para que todos possam usufruir de igual forma das piscinas. Será que o dinheiro gasto para pagar o combustível e os motoristas é superior ao futuro investimento deste projecto de 2 milhões e 700 mil euros???
Para além disto é de referir que durante o período em que as piscinas de Viana do Alentejo estão abertas, certas semanas estão completamente "às moscas".
Penso que seria mais rentável abrir uma piscina coberta que permanecesse aberta quase todo o ano (no Verão poderia fechar ficando em funcionamento as piscinas ao ar livre). Com esta, poderiam ser realizadas varias actividades (hidroginástica, natação, etc.) em que as pessoas do concelho pudessem participar.
Quero deixar bem claro que esta minha opinião é por este projecto ser mau a nível financeiro para o concelho e não por gostar ou desgostar dos habitantes das Alcaçovas pois não tenho nada contra eles, até muito pelo contrário pois tenho lá grandes amigos.
Caso publiquem esta ideia no blog, gostaria de manter o anonimato pois a opinião das pessoas diverge eu não quero ofender ninguém.
[...] "Agora que tenho andado pelo país todo, mais uma vez, voltei a encontrar uma das nossas especialidades, outra das coisas em que somos melhores na Europa: sinalização duma maneira geral e das estradas em particular. Sou obrigado a concluir que não se tem muito respeito pelo esclarecimento de quem necessita dele.
Há uns departamentos nas câmaras que recrutam uns seres especiais que ficam com a responsabilidade de espalhar tabuletas pelas estradas. O que eu não percebo é por que é que escolhem sempre pessoas que não são capazes de se pôr na pele de uma pessoa que não sabe o caminho e precisa das tabuletas para chegar ao destino. É que eu vou seguindo as tabuletas e está tudo bem... mas é precisamente no último sítio onde a estrada se divide em dois que falta a tabuleta, é na nova rotunda que construíram que falta a indicação, é no último entroncamento que falta a indicação de «desvio». E é isto no país todo! No Algarve já desisti mesmo de tentar ir a qualquer lado. Estou mesmo convencido que a falta de competência da malta que põe tabuletas no Algarve é propositada, para aumentar o turismo. Há uma quantidade de turistas, ingleses principalmente, que vivem no Algarve só porque ainda não encontraram as tabuletas a dizer «aeroporto»!
No fundo, as tabuletas postas são as que ficam nos sítios óbvios, para quem já conhece a região e, portanto, não precisa delas. As que deviam ser postas para quem vem de fora nunca lá estão.
É ridículo. E enervante para quem viaja. Sobretudo porque eu já vi países onde os sinais servem para ajudar os condutores. Sim, é possível! Avisam com antecedência das várias hipóteses, clarificam o caminho, ajudam o trânsito a fluir, etc.
Já vi inclusivamente ? coisa impensável cá! ? toda uma sinalização alternativa de emergência para o caso de tufões. Na Florida. Duma cor diferente e perfeitamente clara. Para o condutor não perder tempo a dar voltas às rotundas a pensar para onde deve seguir, quando vai a fugir a um vento de 200 km/h. Um tufão, cá em Portugal, apanhava toda a gente engarrafada a perguntar «e agora, viro à direita ou à esquerda?». Se calhar foi o que aconteceu na Birmânia...
Eu proponho um sistema de avaliação novo e totalmente eficaz para medir a competência das pessoas no seu sector de trabalho. A martelada no dedo mindinho.
O viajante que se perdeu, quando conseguir chegar ao destino dá uma martelada no dedo mindinho do tipo que não pôs as tabuletas. Ao fim de umas marteladas ele talvez perceba que não é bom no que faz e peça transferência. O/A ministro/a que levar umas marteladas talvez atine, e assim por diante. Ao ver uma pessoa com um dedo mindinho todo negro de pancada, já temos tema de conversa: «O senhor é incompetente onde?»
O que se poupava em tempo perdido com más políticas, quilómetros enganados, anos de estudo com programas mal feitos!... e, no fundo, só com o gasto de um martelo por habitante. E não é o Estado a pagar. Cada um de nós compra um, e com todo o prazer."
Armas - Escudo de negro, em abismo
um escudete de vermelho, carregado de um leão de ouro e acompanhado nos flancos de dois escudetes de prata, carregado cada um de uma cruz pátea de púrpura e em chefe e em contra-chefe de duas estrelas de David, de ouro.
Coroa mural de prata de quatro torres.
Listel branco com os dizeres a negro:
"VIANA DO ALENTEJO".
"[...] Leio este blogue e fico preplexo com alguns que aqui metem palha.. parece que estão a ler a maria e lhes deram a oportunidade de lá escrever...[...] de resto até ha aqui pessoas com pés na terra e cabeça no sitio...
Agora vamos lá ao que supostamente vos deverá interessar... eu tenho 25 anos e como a maioria dos meus amigos vou voar daqui pra fora dentro em breve. A vontade com que fico de voltar é zero. mas claro hei de sempre voltar para visitar a familia e amigos. A camara municipal não tem nem visão nem abordagem adequada para fixar, manter ou aliçiar jovens. E acreditem que existem ou existiam jovens com muito boas prestações academicas e mesmo pós-estudos cujo o berço foi esta bonita vila, que não vão voltar e podiam ter muito bem ter ajudado o municipio assim este tivesse sabido responder ás suas necessidades ou diferenças.. depois quando faz falta compra-se fora okay não interessa o que há é bom ... lol... é uma questão de horizontes
Todos os anos saem novas fornadas de jovens nestas situações.. e claro tb ha os que ficam porque tiraram um curso tecnico-profissional, depois uma qualquer empresa se aproveitou da mão de obra barata que o estado finânçia com o nome de estágio profissional e depois vão po desemprego até entrarem na tyco a bulir de noite porque se ganha mais uns trocos. Existe tanto potencial desperdiçado... ah e depois ainda dizem que a malta nova n faz nada por viana... mas porque é que será que quando vão pa outros sitios fazem? será porque nos outros sitios há mais sol do que em viana ? será porque nos outros sitios está mais quentinho do que em viana... n sei digam me voçes...
Quando eu for kota vou dizer os meus filhos .. olha vamos á terra do avô de ferias, a Viana do ALLentejo [...]"
[...] "No concelho de Viana do Alentejo existia, até ao aparecimento dos blogs, um certo medo de criticar aquilo que se fazia na câmara ou nas juntas. A verdade é que também faltavam meios para o fazer. Muitas pessoas andavam descontentes, mas não tinham coragem para dizer o que pensavam. [...]
Os senhores da política local andavam descansados, gozando de uma tranquilidade quase total, dado que a oposição tudo, ou quase tudo, permitia. Hoje tudo mudou, apareceram os blogs e com eles apareceram dezenas de criticos que aproveitaram para exteriorizar a sua opinião.
Não sei se as farmácias começaram a vender mais comprimidos para dormir, mas de facto há muita gente que deixou de dormir tranquilamente. Embora não o reconheçam, os senhores políticos, vão todos os dias ver os blogs, e muitas vezes fazem birra porque não gostaram do que viram!
Será isto falta de hábito? Ou será falta de espírito democrático? Ou será ainda falta de sentido de humor?
Falta de hábito é certamente! Falta de espírito democrático penso que não, sobretudo porque estamos a falar de pessoas ligadas a partidos que lutam pela liberdade, ou será que não? Falta de sentido de humor também se aplica em determinados casos!
Senhores políticos, os blogs são formas democráticas de expressão, não vale a pena fazer beicinho!" [...]"
[...] O executivo da Câmara Municipal de Viana do Alentejo através de um empréstimo bancário à Caixa Geral de Depósitos vai endividar-se no valor de 2.500.000 euros. É muito dinheiro. Neste momento crítico da economia, ninguém sabe ao certo o impacto de devastação desta crise internacional, nem o tempo de duração, temos porém a certeza que vai ter graves consequências no nosso país e os próximos tempos são de vacas muito, muito magras. Não passa pela cabeça de ninguém pedir agora um empréstimo no valor daquele montante para fazer as segundas piscinas municipais no concelho com uma distância de 18 quilómetros às existentes na sede do concelho.
No meu entendimento, levantam-se algumas questões pertinentes. Não será melhor aproveitar este conturbado momento para fazer algumas poupanças ou investimentos sustentáveis criadores de emprego e geradores de riqueza em vez de estar a endividar os munícipes até ao tutano atingindo a autarquia o limite máximo de endividamento impedindo apoios do Q.R.E.N.? Não seria melhor apoiar os mais desfavorecidos com a crise económica através do investimento no apoio à criação de emprego para jovens empreendedores ou políticas de apoio à infância ou apoio à terceira idade?
Mais betão, mais empréstimos, enfim, mais do mesmo ou ainda pior. Como cidadão e munícipe de Viana do Alentejo preocupo-me evidentemente. Como todos sabemos "não há almoços grátis", sabemos como estes empréstimos loucos começam, não sabemos como acabam."
"Lendo com alguma atenção os comentários anteriores, não me parece que alguém tenha aqui posto em causa a necessidade da actuação da ASAE ou da GNR. Apenas se questiona um evidente e por vezes desproporcionado aparato na acção dessas forças policiais, em especial da primeira. É obvio que eu e a grande maioria dos portugueses preferimos, apesar de tudo, esse aparato, desde que ele seja efectivamente acompanhado de um aumento real da segurança. O que nem sempre sucede.
Não concordo muito com o comentador que diz que estas entidades não poupam ninguém, grandes, médios ou pequenos. Pelo que se lê nos jornais e vê na televisão, a sua acção incide especialmente sobre os pequenos. É certo que os pequeninos "são mais", mas a totalidade do volume de negócios que produzem é muito inferior à dos grandes. Estes, por sua vez, são normalmente os grandes beneficiários das legislações produzidas pelos sucessivos governos.
Apenas um exemplo: todas as medidas hegienistas tomadas nos últimos tempos no sector da restauração, com o objectivo louvável, ainda que aparente, de defender o consumidor, conduzirão mais tarde ou mais cedo ao encerramento de muitos pequenos estabelecimentos,em especial aqueles cujas condições logísticas e fraca rentabilidade impeçam os respectivos proprietários de os adequarem às novas normas impostas.
Ora é obvio que isso vai abrir caminho e facilitar a instalação das grandes cadeias de “fast food”, restauração e cafetaria, que até agora se vinham queixando das dificuldades que estavam a encontrar em se implementar na Península Ibérica. Hoje mesmo, 30 de Setembro, a maior multinacional de “coffee-shops”, vulgo cafés, a Starbucks, abriu o seu primeiro estabelecimento em Portugal. É intenção dos seus responsáveis que, até 2010 e (para já) nas maiores cidades, esteja onde estiver, um indivíduo não esteja a mais de cem metros de um dos seus estabelecimentos!... Ora isso vai ser feito à custa de quê? Dos constrangimentos legais entretanto criados que, como já referi, vão obrigar os pequenos cafés e pastelarias a encerrar, cedendo o seu lugar ao gigante norte-americano.
Nós por cá já temos um Intermarché. Agora é aguardar pelo MacDonald’s, pela Pizza Hut e por dois ou três Starbucks."
[...] "Fomentar o preconceito social, conduz-nos à discriminação, à marginalização e em último caso à violência, quando afinal esta patologia é apoiada unicamente na aparência e na empatia.
Os preconceituosos, tal como os predadores, tentam “abater as suas vítimas” a menos que estas últimas se transfigurem como sendo membros da tribo persecutória." [...]
“Daqui para o futuro será necessário envolver uma entidade externa ao Concelho, e vamos esperar que possa continuar a funcionar bem…..”
Este e outros Presidentes de Câmara ainda não se convenceram que o País é um todo, e não o somatório de concelhos/quintinhas onde cada um decide como quer e gasta os nossos impostos a seu bel-prazer. Por este andar, qualquer dia esta gente reivindica para os “seus” municípios o sistema feudal, onde o Sr. das terras aplicava a justiça e mantinha sua própria força militar.
Para os habitantes do nosso concelho a classificação do Santuário e as obras que eventualmente lá possam ser efectuadas vão ter obrigatoriamente o aval o IGESPAR- Évora, entidade suficientemente perto, mas a “milhas” dos interesses dos irresponsáveis que, têm sido os grandes obreiros da vandalização urbana sofrida pela nossa terra que a torna quase irreconhecível.
As pessoas, de bem e de fé, não querem o Santuário salvaguardado unicamente pela Igreja/Executivo que deixaram ao longo dos anos estragar as oferendas colocadas pelos crentes no seu interior e nos legaram, entre outras prendas, aquela desfigurada “horta”, onde pululam barracas por todo o lado. Com tanto consenso entre a Câmara e a Paróquia de Viana, tal com diz o Sr. Presidente, relativamente ao ordenamento da zona envolvente ao Santuário de Nossa Sr.ª D'Aires, onde está para consulta esse esboço, projecto ou maqueta para discussão com a população e respectivos devotos.
Profícua colaboração entre este executivo e os vendilhões do templo.
É tudo feito nas costas do Zé-povinho, bem podiam ter editado num boletim de propaganda municipal um desenhinho, para justificar a tão apregoada democracia participativa existente, só escrita no incumprido programa eleitoral.
Acrescentaria às palavras do Sr. Presidente a seguir citadas: “a previsível entrada do Poder Central neste processo seja um factor de melhoria e aceleração destes processos, e não um travão à concretização dos mesmos.” - se forem mamarrachos e afins que sejam de imediatamente travados esses projectos, pois o executivo deve nortear o seu trabalho perspectivando-o para o futuro e não para retribuir a interesses vagos e imediatos.
Em Évora, a feira de S. João, está cercada de património classificado e até ao momento tem sabido conviver com o mesmo. Não é pelo IGESPAR que vamos deixar de ter a nossa feira, antes pelo contrário, essa Entidade, será o garante da sua valorização."
"Em Julho de 2008, estavam registadas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) 158 pessoas de Viana do Alentejo à procura de emprego. O desemprego afecta particularmente as mulheres, com efeito 101 mulheres pediram emprego no I.E.F.P. Registaram-se mais 57 pedidos de emprego dos homens. Ainda mais preocupante é o facto de 60 desempregados estarem inscritos no desemprego à mais de um ano, portanto, trata-se de emprego de longa duração. Temos ainda 25 pessoas à procura do primeiro emprego, enquanto 133 estão à procura de novo emprego. [...] Durante o mês de Julho apenas uma pessoa foi colocada no mercado de emprego em seis ofertas de trabalho registadas.
Estas são as estatísticas dos pedidos de emprego do concelho de Viana, mas por trás dos números estão pessoas e essas têm rostos. [...] É nesta gente que os eleitos e os governantes têm de pensar, devem a eles a obrigação de governar de acordo com as suas promessas eleitorais sem demagogia nem sacudir água do capote.
Quais os investimentos externos captados para o concelho de Viana do Alentejo? Quais os resultados obtidos pelo Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico? Há resultados com o Programa Finicia - Iniciativas Empresariais de Interesse Regional (FAME)? Onde está a pequena Zona Oficinal de Aguiar? Quantos postos de trabalho as obras públicas municipais com investimento público vão ser criados?
[...] Estas são algumas das questões que gostaria de obter informação para todos conhecermos melhor as políticas de apoio ao desenvolvimento económico concelhio."
"A população de Alvito, Cuba, Portel, Viana do Alentejo e Vidigueira, os cinco concelhos que fazem parte da AMCAL-Associação de Municípios do Alentejo Central, estão a receber o guia de separação de resíduos.
Este folheto ensina a fazer a separação dos resíduos, fornece informações úteis sobre as vantagens da reciclagem e apresenta alguns testemunhos de comerciantes locais sobre os seus compromissos tendo em vista um ambiente cada vez melhor." [...]
"Felizmente os socialistas que há em Viana não estão na CM! Fizeram lá pouca porcaria quando lá estiveram. Para que gastar tempo a dizer que é o Governo que dificulta o funcionamento das Autarquias, toda a gente sabe que é, todos vimos e ouvimos televisão todos os dias, o que o Governo quer é acabar com o poder das Câmaras Municipais, entre outros serviços essenciais á população, tais como: Centros de Saude, Postos de GNR, Serviços de Finanças, Registo Civil, Postos dos CTT......, será que estou errado ou estarei a viver num Pais diferente do vosso."
Velho Potes
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"Velho Potes olhe que que se é verdade que não são os socialistas que estão na câmara também é verdade que também não são comunistas os que por lá andam. Ser Comunista tem a ver com muito mais que andar com um emblema ao peito, pratica-se e vê-se nos actos do dia a dia e ao longo da vida. Por exemplo (já por aqui li e concordo), é-se músico porque se compõe ou toca, não porque se andou no conservatório; é-se médico, não porque se tirou um curso, é-se porque se exerce. E está certamente a viver num país diferente do da grande maioria dos Vianenses. Uma prova - há muito que não vamos de férias."
Anónimo
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"Este último comentário em meia dúzia de linhas reproduz de forma correcta aquilo que nós todos sabemos e sentimos. Vieram, sentiram-se bem, ficaram por cá, vivem que nem uns aristocratas e ….. pouco ou nada se faz."
"As obras que estão em curso e em concurso no nosso Concelho são muito mais que uma fatia importante do nosso orçamento, já que para serem realizadas implicam o endividamento da autarquia, de todos nós por conseguinte. Num cenário de crise nacional, porque mundial, não seria neste particular momento de guardarmos alguns cartuchos para os tempos das vacas esqueléticas que se aproximam?
Decorridos 12 anos de folguedos e estudos universitários é que nos vêm falar em obras estruturantes, e mesmo assim sem abrir o jogo. O novo quadro comunitário parece que só apoia obras intermunicipais. Perderam-se entre outras as oportunidades de remodelarem as redes de infra-estruturas das povoações, como já reconheceram numa acta da vereação. E mais que tudo perderam a oportunidade de requalificarem os tão maltratados e odiados centros históricos.
Dizer que a Etar da Zona Sul, em Alcáçovas significa o tratamento integral de todas as águas residuais do nosso Concelho, é pura mentira. Basta para tal realizar análises à qualidade das águas que saem das estações de tratamento. De verão o cheiro das águas à saída das estações fala por si. De inverno como as redes de esgotos e de pluviais estão em muitos casos interligadas, e devido à quantidade e qualidade das águas que chegam às estações, nem se pode considerar mesmo ter havido algum tratamento.
Surrealista a preocupação da resolução da carência básica para a população de Aguiar, certamente necessária, que é a ampliação do cemitério. Já que os maltratámos em vida vamos pelo menos tratá-los com um pouco mais de respeito em mortos.
A estética alcatroeira (créditos ao peixe banana), vai ao que parece, tomar conta do largo frente à cooperativa, investindo-se assim mais uma vez, num espaço que ao que tudo indica não é público. Não seria primeiro de resolver essa questão, não vá o diabo tecê-las e um dia ainda termos de pagar as obras que lá fizemos, ou pior que isso sermos de lá corridos? Proposta - A utilização da palavra estética devia de ser vedada a quem fez aquela aberrante “beneficiação” que foi o alcatroamento do Largo 25 de Abril.
O famoso Parque de Mercados do Mauforo é a prova provada da incapacidade deste executivo, e da equipa que o apoia, de gerir o mais simples dos dossiers. Quantos anos para fazer, desfazer, ampliar, modificar, eu sei lá! Não sei porquê parece-me que nunca ali vamos ver o mercado quinzenal, para grande desespero dos moradores do castelo. Vá lá que vão fazer os passeios.
Em relação ao absurdo das Piscinas de Alcáçovas, na minha opinião é um negócio do género do da escola do Secundário. No final vai toda a gente perder. Mas não se preocupem, vão mesmo começar a ser construídas, não há partido que diga o contrário. Vamos é lá ver se as acabam.
É no mínimo ultrajante para toda a população do Concelho que nos venham falar por um lado nas limitações financeiras do Poder Local enquanto em simultâneo se desperdiçaram ao longo dos anos os parcos recursos ao nosso dispor. E tudo isto com um toque de auto sacrifício, será que ainda temos de agradecer?" [...]
"É com tristeza que leio as vossas "críticas". Eu não vivo neste concelho, mas em muita consideração o tinha. Sempre ouvi bons comentários do trabalho desta Câmara, assim como do seu presidente e da mesma forma da Dra. Rita, Sim digo Dra, porque ela é, para quem não sabe, licenciada em turismo e, o que há pouco terminou foi a licenciatura, uma vez que há uns anos atrás alguns cursos superiores apenas tinham bacharelato. Mas continuando o meu raciocinio, uma autarquia tão bem falada, um povo dito tão acolhedor e... quando por acaso dou com este blog e outros que depois encontrei onde colocam em causa tantas coisas... Questiono-me se é a autarquia que está mal ou se a maldade e a inveja, típica em "terreolas" pequenas, não falam mais alto!
Alguém que deixa para trás uma vida e a família, que se dedica tanto ao trabalho e à população e é vista desta forma, é de louvar que ainda tenha força para acordar com um sorriso. Que povo são vocês??? Invejosos?? Ignorantes??? Tapados?? Talvez... desde miúda que notava, quando por aí passava férias, que entre as pessoas da cidade e as do campo existe diferenças, mas estas são colocadas por vocês, que demonstram uma mentalidade mesquinha e pequena!! vou estar atenta, para ver até que ponto vai o vosso espírito.
E quanto à Rita, apresento-lhe todo o meu apoio. É uma MULHER de armas, como muitos homens o gostavam de ser e, é aquilo que aqui nenhum de vocês o é: Honesta! Bem hajam,"
"Burrice aqui não falta... Será a Rita, que assim se chama a tão invejada chefe de divisão da CMVA, a causadora de tanta burrice?? Penso que não, pois pelo que tenho visto, ela tem feito muito pela educação das nossas crianças, para que estas amanhã não vejam como vocês?? Sabem pelo menos o que é um curso superior??? o que é o tratado de Bolonha? Não sabem..."
"De facto, a Dra Rita é muito Infeliz, quando leva a este povo mediocre (e estou a ser simpática) pessoas como o Sérgio e o Nelson. Voces não merecem a água que bebem, pois só saiem de casa para falar da vida dos outros. Claro que está que devem ter a desgraça em casa!! Confirmo-vos que os anjos tem sexo, mas e vocês???
Dra Rita: Fez muito mal em trabalhar no dia do seu aniversário, pois para estar com o Sérgio e o Nelson não era preciso estar aí, e há muitas pessoas que se privaram da sua companhia e ficaram com muita pena. Só lhe digo: FORÇA, que gente desta come-se junto com a palha!!! Bem hajam!"
"Facto Lóbi da construção civil infiltrado no Partido Comunista e na Câmara Municipal.
Constou Quando da compra dos terrenos da Fratejo que a aquisição do terreno seria paga com a venda do edifício velho à Câmara - dito por alguns dos envolvidos. O negócio corre mal.
Constou Revisão do Plano Director Municipal será usado para “salvar” o negócio da Fratejo.
Facto A Câmara Municipal de Viana do Alentejo é investigada pela Policia Judiciária. A Câmara está-se nas tintas para dar contas de tal à população.
Constou Presidente da Câmara pôs o Diamantino a andar e convidou o arquitecto Pedro para este pôr o lugar à disposição.
Facto Reunião na sede do PC em Viana na semana passada. João Garcia, o Penetra das Alcáçovas, a mana do Penetra de Viana, o arquitecto Pedro e o famoso Diamantino.
Constou Luís Miguel para assessor do Estêvão.
Constou Estêvão para cabeça de lista de Alvito.
Constou Que afinal são todos amigos uns dos outros e o que é preciso é arranjar uma solução para que todos fiquem bem." [...]
A quinta edição do Escrita na Paisagem, "um festival transdisciplinar comprometido com a criação contemporânea", está de volta. Vai decorrer até 30 de Setembro, em vários lugares do Alentejo.
[...] "Este ano, o evento, com direcção artística de José Alberto Ferreira, que também assina a programação, elegeu a casa como tema. O programa inclui teatro, circo, exposições, instalação, performance, música, dança, cinema, formação, encontros e debates.[...]
"O Escrita na Paisagem abre ainda mais portas com o circuito "O espírito do lugar", que envolve sete artistas, sete lugares e sete criações. Os castelos de Montemor-o-Novo, Arraiolos e Viana do Alentejo; o centro histórico de Redondo e os museus de Estremoz, Évora e da Luz são os espaços escolhidos para acolherem os sete trabalhos, assinados pelo colectivo AuzProjekt e José Miguel Gervásio, Colecção B, Noémia Cruz, Nuno Vasa, Regina Guimarães e Ana Deus, Rodrigo Oliveira e Sebastião Resende."[...]
[...] "realmente este atirar de farpas, já aborrece e falar é fácil, os votos contras nas reuniões de câmara, e câmara e câmara...não haverá mesmo mais nada a melhorar neste concelho? deixe-me dizer que há um banco em Viana onde fui outro dia e recebi um tratamento muito indelicado, no centro de saúde quem tem cunhas passa à frente quem não tem morre à espera de uma consulta. mas há coisas boas, felizmente muitas, as farmácias têm excelentes colaboradores, que nos ajudam SEMPRE, no Rotunda é impossivel sair indiferente à simpatia do Toninho e da Dª Luisa. na bomba da Galp há sempre um sorriso para nos animar, apesar do preço do combustivel. E o Tony e Sr. Horácio são uma ternura para cada cliente. Se todos soubessemos valorizar o que temos de bom, de certo que construiamos um melhor concelho."
"A candidatura ao PARES para a construção da creche em Aguiar faz sentido e é uma necessidade sentida pelas famílias. Aguiar, entre 1991 e 2001 teve um ligeiro crescimento populacional. De acordo com os Censos 2001 efectuados pelo Instituto Nacional de Estatística (I.N.E.) estavam recenseadas 27 crianças entre os 0 e os 4 anos, precisamente 15 meninos e 12 meninas. Desde 2001 até hoje foram construídas muitas habitações e passaram a existir mais famílias, mais nascimentos e crianças. Face a esta nova realidade é necessário novas respostas de apoio à infância.
Um outro elemento importante com esta discussão, tem a ver com o tempo médio gasto na ida para o local de trabalho. Como sabemos, a maior parte das pessoas de Aguiar trabalham em outros locais, por isso têm de fazer deslocações diárias longas entre casa e o emprego, segundo as estatísticas do I.N.E. existem 147 pessoas que demoram entre 31 e 60 minutos na ida para o local de trabalho. A estas acrescem mais 124 pessoas que demoram entre 16 e 30 minutos. Num total de 699 pessoas estes indicadores são bastante significativos e não podemos ignorá-los, este é pois mais um elemento para a necessidade de existir uma resposta social de apoio à infância junto das famílias em Aguiar, inclusivamente para promoção da conciliação entre a vida familiar e profissional e para a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Na freguesia de Aguiar 178 pessoas (25% da população) são naturais de outro concelho onde reside actualmente, ou seja, um quarto da população de Aguiar não é natural do concelho de Viana do Alentejo. Este dado é significativo para esta discussão da questão da creche sobretudo porque muitas famílias não têm uma rede de solidariedade familiar que os possa apoiar enquanto aqueles vão estudar ou trabalhar. Por acaso, alguém perguntou aos aguiarenses como é que estes querem desenvolver a freguesia de Aguiar? Que papel tiveram os cidadãos e os técnicos da freguesia de Aguiar na elaboração do Diagnóstico Social do concelho de Viana do Alentejo?
Em Aguiar, apesar do forte Movimento Associativo que existe, quais são as respostas sociais promovidas pela Câmara que existem para combater a exclusão social e promover a inclusão social nesta freguesia? Não estará na altura de estar na Internet disponível um sítio com mais informação sobre a Acção Social promovida no concelho, ou será que não há mais Acção Social para além de um cartão de um Cartão Social do Reformado, Pensionista e Idoso e pouco mais? Sinceramente é muito pouco para as necessidades num concelho identificado no Estudo "Tipificação das Situações de Exclusão em Portugal Continental" como território envelhecido e desertificado no contexto nacional. Aqui pode consultar esse estudo: http://panda.igeo.pt/pancd/pdfs/Exclusao.pdf
No meu entendimento seria importante os eleitos locais e responsáveis terem uma palavra de informação ou de esclarecimento sobre o processo da construção da creche em Aguiar. “Ai de mim se não for eu”, infelizmente este um lema cada vez mais presente na actualidade, marca inequívoca de um individualismo latente na sociedade contemporânea, ainda vamos a tempo de construir uma Comunidade com qualidade de vida para todos os seus membros e não só para as elites.
São estes e outros números que temos de divulgar e discutir entre todos nós, sublinho isto, não devemos permanentemente sacudir a água do capote ao dizer "os outros, ou o Sócrates, ou este, ou aquele", não, vamos parar com esses devaneios e assumir uma postura crítica mas construtiva, de diálogo mas sobretudo de acção. Assim ainda será possível deixar a tendência de envelhecimento e desertificação do concelho e Aguiar ter uma Nova Oportunidade de Desenvolvimento."
"Fazendo uso do conhecido Dicionário Prático e Interpretativo Políticomunicipalês-Português tentei a tradução, para língua corrente, do texto “Já agora”. A tarefa foi-me sobremaneira dificultada porque, sendo já de si um dialecto difícil, está esta peça escrita na sua versão mais primitiva, o chamado “baixo-políticomunicipalês”. A tradução do título não oferece porém grandes problemas, pois é sabido que “Já agora” significa, em bom português, “Por enquanto...”.
Os três primeiros parágrafos também não apresentam grande dificuldade no translado. Assim, no primeiro, quer-se apenas dizer: “a verdade é que eu pouco mais tinha para dar de fazer ao Diamantino, que justificasse o seu chorudo ordenado, do que escrever esta xaropada”. No segundo é admissível a sua tradução por “as novas realidades já não são compatíveis com a presença de controleiros “empatas”, pelo que lhe dei um chuto no traseiro e o mandei ir pregar para outra freguesia”. No terceiro e último parágrafo deverá ler-se “cada vez tenho menos confiança na cambada que me cerca, pelo que o melhor é ser eu próprio a passar a escrever estas coisas, não vá o diabo tecê-las…”
Chegamos por fim ao último bloco do texto, aquele em que o escritor pretende, finalmente, passar a sua mensagem. Aqui sim a tradução revela-se muito difícil, diria mesmo quase impossível. Primam estas três derradeiras frases por uma aparente e tortuosa falta de nexo, num estilo inconfundível, muito cultivado pelo seu autor e já abundantemente verificado noutras situações, mesmo nas de natureza epigráfica. Mas ainda assim ensaiemos a sua translação. De uma forma muito geral o que se pretende dizer é “até agora quem escrevia isto fazia-o de forma a vocês não perceberem nada. Mas comigo vai ser diferente, vou usar este espaço para vos passar informações preciosas sobre a vida da Câmara Municipal. E para verem que não vos estou a mentir, lá vai a primeira: desejo-vos boas férias!”
"Parece que este moço Frederico é o intelectual de serviço ao blogue situacionista desse outro indescritível personagem que é o Fabi, vereador eleito pelo PSD local e que, pelas posições que toma (ou não toma…) nas reuniões de Vereação, mais parece ter sido eleito pelas listas da própria CDU.
Posto isto, começo por afirmar que me estou nas tintas para o discurso do Cavaco, talvez aquilo tenha sido apenas um “lapsus linguae”, talvez não. Afinal o homem é uma formatação do Estado Novo, paradigma do indivíduo que nesses tempos tudo aceitava e nada punha em causa, mais interessado na sua vidinha do que na contestação à triste realidade que o cercava e de que certamente se aperceberia. E que no pós 25 de Abril teve a sorte de ter tido um automóvel para fazer rodagem…
Disserta então o nosso moço Frederico acerca da bondade do colonialismo português ao tempo do Estado Novo, num discurso serôdio e revisionista capaz de ombrear com os melhores momentos do ultramontano Cazal Ribeiro na Assembleia Nacional de má memória. Que não, que não era um regime racista, que a raça para Salazar era assim como um “melting-pot” de brancos, pretos, castanhos e amarelos (mas não vermelhos, Deus nos proteja…), enfim uma precoce espécie de “todos diferentes, todos iguais”. Isto e mais uma catrefada de outras sandices de difícil descodificação. Na ânsia de mostrar a sua sapiência, eloquentemente discorre o moço Frederico acerca do que pensa que sabe, do que não sabe e do que ouviu vagamente falar. Ele é o Gilberto Freyre e o luso-tropicalismo, ele é o Mendes que é Corrêa e não Correia, ele é o eugenismo e o higienismo, ele é enfim a secular e harmónica tolerância dos colonizadores portugueses… Até se dá mesmo à pilhéria ao evocar a tese de licenciatura desse perigoso racista (porque defensor do aborto) que foi, pasme-se… Álvaro Cunhal!"
[...]
"Sempre esperei que perante um comentário desta natureza as forças vivas das esquerdas do nosso Concelho aparecessem a denunciá-lo, a desmistificá-lo, a combatê-lo. [...]
Onde estão os Pedros, os Penetras, os Diamantinos, a malta do PC, a rapaziada do Bloco? Hah! Pois. É que a “nossa” esquerda desde há muito que perdeu a ideologia. Interessa-se por coisas mais banais, a manutenção do status-quo, o carreirismo, o mando.
Nesse aspecto o moço Frederico é muito mais coerente. Mesmo toscamente, não teve pejo em defender a sua ideologia. E neste ponto tiro-lhe o chapéu."
""Neste blog supostamente tão independente já vi de tudo. Já vi pessoas serem completamente ultrajadas e os seus nomes ficarem aqui expostos. Outras vezes são encaminhados para o "caixote do lixo" com uma auto estrada para lá chegar e consequentemente alimentar as hienas. Outras vezes aparecem nomes cujos comentarios são removidos e fica esse registo por parte dos administradores. Outras vezes aparecem nomes em comentarios que pura e simplesmente desaparecem sem deixar rasto. Conclusão : nem todos são iguais. Este blog patrocina a buçalidade contra alguns e (muito provavelmente) quando se sentem atingidos a si mesmos tentam fugir e "apagar" (apagar-se?), na vâ esperança de "ninguem saber".
Caros amigos, estes meios estão ao alcance de todos. Em qualquer altura uma pessoa tão sem escrupulos como quem está a patrocinar este blog pode resolver utiliza-los tambem e pode resolver recorrer a eles.Tendo em conta o baixo nivel que atingiu e a buçalidade crescente que se nota em alguns comentarios, talvez esse dia jà tenha estado mais longe.
VEREMOS O DESTINO DESTE MEU COMENTARIO. Não sei se terei sido suficientemente mau para ter honras de publicação. Ou de manutenção. Ou outra coisa qualquer.""
"A sua acusação de censura selectiva, como bem sabe, ou não sabe, não passa de uma provocação pífia. Se há alguma coisa que este blog não pode ser acusado é de a fazer. Sabe lá quantos comentários já tivemos de apagar, vindos de todos os lados, neste cenário de guerra sem quartel que se tornou o Viana e Tal nos últimos tempos? Provavelmente, alguns escritos por sí, já que se sente tão lesado por uma possível censura.
O "Viana e Tal" terá sempre uma porta aberta a qualquer reflexão cujo motivo seja Viana do Alentejo.
A nossa única responsabilidade, está nos posts e não nos comentários.
"Estes meios estão ao alcance de todos". Faça o seu blog, forum, group... Assuma-se. E deixe de nos achacar.
Conclusão: De tão rotundo, o seu comentário responde a ele mesmo, os blogs são como os detergentes, cada um leva para casa aquele que quer."
"Saiba que a CMVA, também tem, desde 2006, um fundo disponível de 50000 euros a que nunca ninguém recorreu. Esta iniciativa foi divulgada em sessão pública no Cine-Teatro com a presença de alguns empresários do concelho.
Se ninguém a aproveita é outro assunto, mas não vale a pena acusar a Cãmara de não ter aderido ao FAME. Essa crítica/piadinha não tem fundamento"
"Segundo o censos de 2001, vocês são responsáveis pelo bem estar e desenvolvimento social de 5615 almas (699 em Aguiar, 2088 em Alcaçovas e 2828 em Viana do Alentejo).
Desde 2006 têm um fundo para novos empreendedores, que ninguém aproveitou e acham normal? Fizeram uma reunião com empresários e tiraram o cavalinho da chuva? Não se importam em procurar novos valores, anunciar as possibilidades ou seduzir empreendedores para novos projectos estruturantes no Concelho?
Vocês andam deprimidos ou são incompetentes? As reuniões de Câmara mais parecem uma boda aos pobres, subsídio para aqui, subsídio para acoli, piscina para aqui, piscina para acolá...
Qual é a vossa visão de Viana do Alentejo daqui a 5, 10 ou 15 anos?
Será que são uma cambada de burocratas esclerosados, ou são simplesmente maus (e estão a abotoar-se com os parcos recursos do concelho)?"
"è incrivel esta vontade de falar de patrimonio quando no tempo do Chico Zé Baião de animador cultural da camara assistiu impavido e sereno á dinamitação da anta da senhora daires no local onde hoje se fazem as touradas o executivo do PS fez explodir o patrimonio. Já se esqueceram???? o povo de Viana não tem memoria curta vejam lá se se lembram."
"Cumpre-me esclarecer a putativa D. Carlota Fialho que, tal como já referiu o comentador precedente, o monólito destruído junto ao Santuário de Nossa Senhora d’Aires não se tratava de nenhuma estrutura funerária pré-histórica ou similar, mas sim e tão só de um massivo afloramento granítico. Mas ainda assim poderei informá-la(o) que ao tempo da sua destruição – inícios da década de noventa –, já não era funcionário da Câmara Municipal, uma vez que a abandonei pouco tempo depois do Partido Socialista ter ganho as eleições. Mas, ainda que o fosse, a responsabilidade seria sempre dos eleitos políticos da altura e nunca minha, simples funcionário, pois são aqueles primeiros que respondem (ou deveriam de responder) por todos os actos praticados pelos órgãos autárquicos que dirigem. Os funcionários são isso mesmo, funcionários, agentes que se limitam a cumprir as ordens emanadas pelos seus superiores hierárquicos. Informo-a(o) ainda de que nunca concordei com a destruição dessa fraga, onde brinquei amiúde em criança e que marcava de forma muito bela a paisagem; contrariamente com o que sucede com a fantasmagórica seara de postes, que teimam em permanecer em frente do Santuário…
Quanto à memória do povo, também acredito que ele não a tem curta. Mas a sua sim, é indistinta e confusa, pois ou não se lembra realmente do penedo, ou não faz a mínima ideia do que é uma anta!"
"Utilizando os antigos métodos da PIDE-DGS, o poder instalado está tentando infiltrar PROVOCADORES no seio desta comunidade, utilizando o nome de Carlota Fialho, lançando mensagens que apenas, por breves instantes, podem desarticular, para os menos atentos, o pouco que tenho escrito. Gente sem ideologia, sem passado e presente cujo exemplo de vida não pode servir para as gerações vindouras e dos quais muitos comunistas se envergonhariam, desta ralé que despudoradamente utiliza a sigla PCP – “felizmente” para muitos comunistas já não estão cá para ver.
No entanto, acabo por ficar muito satisfeita por saber que os meus “artigos” estão a superar os objectivos inicialmente traçados.
"Verifico que alguns concidadãos vão estando cada vez mais despertos para e estado da nossa vila. Temos um vila suja, abandonada, sem qualquer beleza a não ser a sua beleza natural, mas mais grave é a propria autarquia que nada faz para dar o exemplo. Para isso é preciso haver disponibilidade para uma gestão presencial e qualidade dos eleitos será que haverá?
Há dias um amigo que passou pela vila de Viana, telefonava-me a dizer, "estive na tua terra, aquilo mais parece uma terra fantasma!" Confesso que no momento fiquei triste e até chocado mas aos poucos fui reflectindo e penso que ele tem razão na afirmação. Já que não existem ideias nem vontade de fazer melhor, que sejamos nós a dar ideias e levantar os problemas. Pela minha parte devíamos começar por uma grande limpeza em toda a vila e apresentar um programa global de embelezamento das entradas da vila. O desafio fica lançado."
2 milhões e 700 mil euros, 541 mil contos? É um “crime”.
Ainda têm a lata e o descaramento, os novos ricaços instalados na Câmara, de publicitarem no site da Autarquia, afrontando a miséria alheia o seguinte: “A Câmara Municipal de Viana do Alentejo abriu concurso para a construção da Piscina Municipal de Alcáçovas. A obra está orçada em 2 milhões e 700 mil euros e é a mais cara realizada por esta Autarquia”.
Em primeiro lugar, com este investimento pré-eleitoral e outros semelhantes que se avizinham e que já estão autorizados por esta maioria CDU atingiremos a dívida bancária de médio e longo prazo, máxima permitida por lei, de quase 1 milhão de contos. Ficamos com próximo futuro do concelho hipotecado para outros investimentos prioritários.
Em segundo lugar, o dinheiro gasto com esta obra vai, na sua maioria, reverter para empresas sediadas fora do concelho. Não temos empresas locais que possam concorrer a este concurso e, à semelhança das últimas adjudicações – sobram, se o empreiteiro geral quiser, umas subempreitadas para as pequenas empresas do concelho.
Em terceiro lugar, são equipamentos com custos anuais de exploração muito elevados, não se justificando num pequeno concelho como o nosso a repetição de dois equipamentos “iguais”, um em Viana e outro em Alcáçovas.
Em quarto lugar, o futuro o dirá, parece-me que estas piscinas irão ser mais um “elefante branco”, à semelhança dos estádios de futebol que foram construídos ultimamente, em que na maior parte dos jogos estão às moscas.
Em quinto lugar, o que dirão os nossos idosos e os desempregados, com tanta falta de ajuda por parte do poder local, sempre a queixar-se que não tem meios para os socorrer? Será que este desbaratar de dinheiro trará o desenvolvimento e o emprego para o concelho, para que as famílias locais possam ficar mais prósperas?
Por último, porque é que Aguiar não terá também direito a umas piscinas? Pelo mesmo motivo que neste momento em que vivemos, Alcáçovas não deveria ter. Já agora, porque é que Viana não tem uma Universidade? Como é natural, toda a gente sabe que não temos dimensão que o justifique. As prioridades de um pequeno concelho pobre de recursos materiais, mas rico das suas gentes e paisagens, são outras. Arranjem as ruas, os caminhos etc. etc., tornem o concelho atractivo para que o turismo se desenvolva. Parece-me que estas pequenas obras poderiam ser feitas pelos Vianenses que tanto necessitam de trabalho. Tenham vergonha na cara.
"Meus deus a situação é muito grave. Estamos a falar de uma instituição pública, com interesses públicos e que tem como único dever servir os cidadãos do concelho de Viana.
A câmara não é propriedade de famílias, de partidos, e muito menos pode ser legada hereditáriamente como se de uma herança se tratasse. É lamentável o facto de certas pessoas olharem a câmara em beneficio próprio, como forma de subir na vida ou de ter prestígio pessoal.
Por muitos jogos de poder que o PCP invente quem decide são os eleitores, eles que não se esqueçam disso (eles e os outros partidos). E que não se esqueçam também que as pessoas estão atentas ao que se está a passar, com as trocas e baldrocas, saídas e entradas, jogos e joguinhos, amores e traições, etc etc etc...
Não sei se o senhor Estevão Pereira alguma vez percebeu, mas só foi eleito nestes anos porque representa um partido popular entre os cidadãos do concelho, onde muitos deles, não sabendo ler, nem escrever, colocam a cruz em frente do simbolo do partido. Deste modo não tenho qualquer dúvida que o referido senhor vai sofrer uma grande derrota." [...]
Como classifica o novo site do Município de Viana do Alentejo?
Boletim Municipal Nº 58 Abril/2008
"Transcrição na integra do texto apresentado na página 12 do referido Boletim Municipal:
"A Câmara Municipal de Viana do Alentejo já terminou a repavimentação de algumas artérias do Concelho.
A intervenção começou já alguns meses e só agora ficou concluída com a repavimentação de algumas artérias na freguesia de Aguiar. Em Alcáçovas sofreram melhoria a Rua do Relógio, a Rua de S. Pedro, a Rua Nova e a Rua do Carmo, enquanto que em Viana do Alentejo foram a Rua dos Combatentes da Grande Guerra, a Rua Padre Américo, a Rua da Àgua Abaixo e ainda a Estrada de S. Pedro.
A repavimentação destas artérias permite uma melhor circulação e responde a uma necessidade das populações. está ainda prevista a repavimentação de outras ruas assim que o tempo o permita. Ao mesmo tempo a Autarquia procedeu ao arranjo de bermas e passeios."
Porque não está no texto o nome das Ruas de Aguiar que foram repavimentadas?
Porque este texto é uma grande mentira, pois nenhuma Rua de Aguiar sofreu qualquer repavimentação nos últimos tempos.
Como é possivel que sendo o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo o Director do referido Boletim permita que se publique esta grande mentira."
"Já repararam que os veículos da Câmara Municipal de Viana do Alentejo estão cada vez mais modernos? Veículos de última geração, carros e autocarros e qualquer dia aviões e barcos. Mas afinal de que se queixa o presidente quando vem dizer que a Câmara não tem dinheiro? Será que se queixa de barriga cheia? O senhor presidente faz festas, jantares, almoços e passeios várias vezes por ano, lança fogo de artificio no 25 de Abril (eu até compreendo o motivo), compra carros e autocarros (e ainda paga à Rodoviária para fazer o transporte escolar). Não percebo de que se queixa! Será que um dia destes ainda vamos ver o senhor presidente a passear de limusine pelo concelho?"
de: Roberto Vinagre
comentário:
"Para uma melhor opinião quanto à situação das finanças do Concelho, sugiro que analise as contas da autarquia de Viana do Alentejo, os impostos e taxas pagas pelos munícipes. Já agora gostava de ver aqui comentado o facto de a mulher do Presidente de Câmara ter ganho o concurso para a exploração do bar do Cine-Teatro, acham normal?"
de: Curioso
responder a comentário:
"Quantos aos relatórios, eu não os vou analisar, porque isso é trabalhos das milhentas pessoas que enchem a Câmara, apenas refecti sobre algumas coisas. Quanto ao bar, bom, eu pensava que a «1ª dama não precisava de trabalho», pensei que essa função já lhe dava uma vida confortável. Se ela vai para o bar eu acho normal, eu não acharia normal que fosse outra pessoa fora do partido ou da familia do presidente, isso sim. As outras pessoas que concorreram é que devem reclamar, até porque a Câmara tem de prestar contas a organismos superiores, e no dia em que começar a prestar essas contas, eu nem quero imaginar a correria que há naquele edifício!"
"A Biblioteca Digital do Alentejo disponibiliza na Internet mais de 350 obras com ligações ao Alentejo, que podem ser consultadas em qualquer parte do mundo através do computador."