6.15.2008

Alentejo XXI






Congresso defende criação da Região Administrativa do Alentejo




"A criação da Região Administrativa do Alentejo, como "experiência piloto" ou "outro modelo entretanto consensualizado", para promover o desenvolvimento "activo dinâmico e objectivo" da região, foi uma das conclusões do 14º Congresso Alentejo XXI, que hoje terminou.

No "documento síntese", intitulado "Declaração de Beja" e lido
na sessão de encerramento pelo autarca local e anfitrião do congresso, Francisco Santos, os congressistas pediram também "medidas de discriminação positiva" para o Alentejo," à semelhança do que tem sido a prática do relacionamento do Estado com as regiões autónomas"." [...]

"Os congressistas defenderam também o "aproveitamento estratégico" dos fins múltiplos dos projectos considerados estruturantes para a região, como Alqueva, Porto de Sines e aeroporto de Beja, através do "reforço" de fileiras de sectores como o turismo, agricultura e agro-indústrias, transportes marítimo e aéreo, energia e indústria extractiva.

Num outro conjunto de cinco propostas para "reforço dos meios de apoio ao desenvolvimento", os congressistas defenderam a "aplicação racional" dos recursos financeiros previstos no Quadro de Referência Estratégico Nacional, a decorrer até 2013." [...]

@: aeiou.visao.pt

6.14.2008

"A Verdade Histórica"




Comentário de Frederico Nunes de Carvalho
colaborador residente do Blog Alcáçovas




[...] "se há coisa que Salazar se preocupava em esconder (se realmente fosse racista) era a discriminação racial. Não cultivo [o] culto do líder ou da personalidade, mas também não posso deixar de me indignar com branqueamentos da história. [...]

"Estado-Novo considerou Portugal um Estado Pluri-continental
e Pluri-racial". Isto é dito pelo historiador (penso que totalmente insuspeito) António do Carmo Reis, em "Nova história de Portugal". Também Helena Matos, que dedicou parte da sua vida historiográfica, a Salazar anui nesse sentido." [...]

"eu tenho presente um do Estado Novo [cartaz?, slogan?], que tinha 4 mãos, cada uma de sua cor (branca, preta, amarela e castanha) unidas e dizendo, um país 4 raças. Bem sei que estes são pequenos exemplos, mas simultaneamente demonstrativos do carácter cultural unívoco que o regime pretendia estabelecer, até como forma de garantir a integridade territorial. Salazar tinha presente que foi Portugal o percursor da miscigenação e, vi-a isso como algo de positivo e a reforçar no sentido de esbater assimetrias racias. Penso que quem tivesse visto Angola antes do Estado Novo e a visse depois da sua instauração, reconheceria avanços significativos ao nível da igualdade racial, sem que com isso não reconheça que ainda existiam nas colónias ultramarinas situações normais de discriminação, mas que o Estado de época previa sancionar legalmente." [...]

"parece-me que a raça de Salazar, era uma raça ,miscigenada, ou melhor dizendo, uma raça plural e, quando esse vocábulo lhe saía, insinuava sobretudo a força da natureza lusitana, inclusivé a natureza ultramarina e inter-racial." [...]

"Custa-lhes [ao BE e ao PC] que parte da nossa população reconheça méritos a alguém que esteve na génese da sua criação e base ideológica, pelas piores razões, ou seja, pelo antagonismo dos seus princípios políticos. Tanto o PCP e o BE sabem o significado do termo para Salazar, mas esta expressão (que poderia ter sido outra, até admito) pronunciada por Cavaco, era o chamado "matar 2 coelhos de uma só cajadada", ou seja, tinham argumentos para finalmente contestar a figura do PR que há tanto procuravam e, ao mesmo tempo, tentatam mascarar a essência do termo utilizado por Salazar, pelos piores motivos, como forma de relembrar os malefícios do regime.
Eles foram muitos certamente, mas não penso que ir por aqui, resulte numa clarificação, tanto do discurso, como da verdade histórica." [...]

@: alcacovas.blogs.sapo.pt

6.12.2008

Ortigões em Aguiar










A abrir a Festa da Primavera, dia 13/ Sexta-feira ás 21h30 @ Aguiar

6.11.2008

Más Notícias para o Galinheiro






Greve dos Camionistas
Água e produtos frescos faltam nos hipermercados do Alentejo




[...] "Já não há garrafões de água, nem carne, fruta ou legumes", lamentava Maria Antónia à agência Lusa, enquanto o marido, Jorge Pratas, acondicionava os sacos das compras na bagageira do automóvel, já com o depósito devidamente abastecido.

Apesar de ter deixado algumas compras por fazer, devido à inexistência dos produtos, este casal de Évora disse compreender o protesto dos transportadores de mercadorias e não se mostrou preocupado caso
a paralisação se prolongue por mais dias.

"Isto tem que partir por algum lado. A mim não me incomoda", afirmou Jorge, enquanto a esposa já faz contas aos cozinhados: "Tenho lá por casa um galinheiro com um pato e algumas galinhas. Se for preciso mato-os, mas à fome não morremos". [...]

"Contactada pela Lusa, uma responsável do Ecomarché de Viana
do Alentejo
, a cerca de 30 quilómetros de Évora, reconheceu
que a situação está "muito complicada, como em todo o país",
tendo já acabado "a gasolina sem chumbo 95" no posto de combustível e, na loja, "alguns dos produtos frescos"." [...]

@: noticias.sapo.pt

6.10.2008

Ironia sem Destino



No Séc. XXI, o Estado do povo mais rafeiro da Europa
comemora o "Dia da Raça".





Já que estamos em maré de folguedos impertinentes,
a raiar a indecência, porque não festejar o "Dia do Género".





Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com





"O PCP exigiu que o Presidente da República explique aos portugueses a utilização do termo "dia da raça" para se referir ao 10 de Junho, considerando tratar-se de "uma afimação grave". [...]

Também o Bloco de Esquerda já tinha exigido esclarecimentos a Cavaco Silva, considerando que o Presidente da República recuperou "terminologia racista e segregadora do Estado Novo"." [...]

@: publico.clix.pt

6.09.2008

Devagar, Parados, Paradinhos
e agora de Marcha-Atrás



Às vezes parece que o concelho de Viana mexe, mas, quando paro
para perceber o que se está a passar não sinto nada a mover-se
e vejo só poeira. Está tudo parado no nosso concelho, mas,
justiça seja feita, nem tudo é culpa do Presidente da Câmara.

No entanto podemos ver com orgulho e simultaneamente com mágoa, por não ser na nossa terra, que o movimento sentido é aqui mais ao lado, como por exemplo em Ferreira e em Serpa, bem espelhado no texto e nas ilustrações patenteadas recentemente neste BLOG,
com empreendimentos geradores de riqueza e bem-estar para o futuro das suas populações.

Lastimo dizê-lo mas a falta de visão de quem nos dirige, notório naquilo que os nossos olhos vêm - e só não vê quem é cego, está a levar-nos para os caminhos do endividamento, hipotecando todo o nosso futuro, traduzido nos investimentos que vão adormecendo a nossa identidade e só possíveis de realizar através de surda mobilização de algum bairrismo existente entre as três freguesias.

Não quero acreditar que o Presidente Estêvão Pereira esteja a pensar, quem vier atrás que feche a porta. Tal como no futebol já começam a surgir muitos lenços brancos e parece que começa a tornar-se difícil ao directório partidário segurar este “treinador” durante muito mais tempo. Até pode ser uma oportunidade para o Estêvão elevar ainda mais o seu ego e que da sua reconhecida experiência acumulada ao longo dos anos, demonstre a toda a comunidade que sabe fazer obra sem estar ao colo da política paga por todos nós.

Para o substituir, quem sabe, alguém da “cantera” do mesmo partido ou de outro qualquer e porque não um independente ligado ou não a qualquer estrutura partidária? Qualquer que seja a sua proveniência, o perfil de um bom Presidente de Câmara deverá passar por ser alguém com capacidade de liderança, com experiência de vida e exemplo de cidadania para a comunidade onde está inserido.
Não pode ser alguém que caia de pára-quedas e seja dito, por qualquer interposta estrutura partidária, aqui está o “messias” aquele que vos vai guiar.

Nesta altura do campeonato dos concelhos, à semelhança de uma equipa de futebol à beira da descida de divisão, só nos resta sonhar com a próxima época. Talvez se entrar novo treinador e equipa técnica, apoiada pela massa associativa seja possível congregar esforços para ocuparmos na tabela classificativa o lugar que por direito nos pertence
– A Verdade. É que a Subida de Divisão só Depende de Nós.


Ao olharmos para trás para a nossa História recente, pós 25 de Abril, apesar dos tempos e meios serem outros e como diria Jerónimo de Sousa, sem tentar branquear o passado autárquico do concelho, no tempo do Manuel Sabino, como aqui já alguém disse, com pouco fez-se muito.

Coloco a seguinte questão: o que fariam os Manueis Sabinos desse tempo com os recursos que agora estão à disposição da Autarquia?
É urgente para o nosso futuro colocar como Treinador
desta Pequena Equipa
, que somos todos nós, alguém que saiba
agregar as nossas forças e competências e com Trabalho Sério
e Sem Desperdício
, ultrapassar os tempos difíceis em que vivemos,
para enfrentarmos o futuro que se avizinha ainda mais negro.

E porque não uma treinadora?
Carlota Fialho

Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com

6.05.2008

A brilhar sob o Sol do Alentejo




Maior central solar do mundo deverá começar a produzir electricidade em Março


[...] "Em declarações à Lusa, José Maria Pós-de-mina, presidente
do município de Moura [PCP], que há seis anos idealizou a central
e criou a Amper, adquirida em 2006 pela Acciona, congratulou-se
hoje com a "concretização efectiva" do projecto "muito positivo
para o desenvolvimento do concelho".

A central vai posicionar o concelho de Moura numa posição muito importante a nível mundial no sector das energias renováveis" e "poderá atrair outros investimentos associados", frisou o autarca, destacando a fábrica de assemblagem de painéis solares, também propriedade
da Acciona e em construção em Moura.

Por outro lado, lembrou, a Acciona, quando adquiriu a Amper, disponibilizou dois fundos para a autarquia.

Um deles, no valor de três milhões de euros, será "decisivo"
para o processo de arranque do Tecnopólo de Moura, dedicado à investigação e criação de empresas do sector das energias renováveis, e o outro, de 500 mil euros, destina-se à construção de infra-estruturas sociais no concelho, precisou o autarca." [...]

@: portaldemoura.com



Central Solar
no concelho de Ferreira do Alentejo






O projecto da GENERG que irá instalar 12 MW de Energia Solar no concelho
de Ferreira do Alentejo é apresentado já no dia 6 de Junho de 2008.



"No próximo dia 6 de Junho de 2008 pelas 16:30, no Auditório
da Feira Nacional da Água e do Regadio de Ferreira do Alentejo,
com a presença do Presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo
Dr. Aníbal Reis Costa [PS] e com a presença do Presidente da Comissão Executiva da GENERG Eng. João Bártolo e o Administrador Eng. Hélder Serranho, será apresentado o primeiro projecto do Grupo GENERG para uma Central Solar a instalar inteiramente no concelho de Ferreira do Alentejo.

Para esta Central prevê-se a instalação de 63.360 módulos fotovoltaicos, abrangendo uma área de cerca de 60 ha. O início
da construção deste projecto está previsto para o mês de Junho e deverá ficar concluído no primeiro semestre de 2009.
Trata-se de um investimento na ordem dos 51 Milhões de Euros
e uma potência instalada de 12 MW, com uma produção estimada de 21,3 GWh, tratando-se do maior investimento (em energias renováveis) feito naquela região, com uma produção de energia eléctrica suficiente para suprir as necessidades do Concelho."

@: jfreguesias.com


Marca Ferreira do Alentejo



"Objectivos:


- Melhorar a imagem empresarial do Concelho de Ferreira do Alentejo;
- Facilitar o aumento da procura regional/ nacional dos produtos
e serviços do Concelho;
- Contribuir para uma cultura organizacional das empresas
do Concelho de Ferreira do Alentejo mais orientada para o mercado e mais centrada na promoção e nos factores intangíveis de diferenciação e valorização da oferta;
- Contribuir para uma cultura de promoção do que é verdadeiramente produzido no Concelho de Ferreira do Alentejo;
- Criar um instrumento de dinamização empresarial pela procura em "fazer mais e melhor" assumindo uma valorização constante dos produtos endógenos."[...]

"A promoção do desenvolvimento económico surge com a questão
de maior acuidade no concelho de Ferreira do Alentejo.
Atenta a esta questão, a Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo tem, nos últimos anos, dedicado especial atenção aos factores críticos do desenvolvimento e lançado algumas iniciativas visando a dinamização das actividades económicas e do empreendorismo.

A promoção do desenvolvimento económico, com a criação local
de riqueza, faz-se através da criação, instalação e expansão
de empresas, que aproveitando os recursos locais, criam postos
de trabalho e contribuem para a fixação da população e para a melhoria da qualidade de vida dos residentes. Sendo a actividade empresarial uma actividade de risco, a atracção de investimento pode ser conseguido através de um conjunto de medidas focalizadas na minimização do risco e no reforço da probabilidade de sucesso das iniciativas.

A informação é um dos instrumentos fundamentais para reduzir o risco de decisões menos adequadas." [...]

@: cm-ferreira-alentejo.pt




Sistema de incentivos Autárquico



Fundo de Apoio às Micro Empresas do Concelho (FAMEfa)



"A existência de sistemas de financiamento adequado(s) aos pequenos projectos empresariais desempenha, em muitos casos, papel decisivo na sua concretização.

Os promotores destes pequenos projectos encontram no crédito bancário o seu principal ou exclusivo meio de financiamento.
Este é geralmente caro, burocrático e exigente em termos de garantias. Vencer este bloqueio e encontrar uma solução de micro-crédito que seja simultaneamente barata, rápida e flexível é um factor determinante para a promoção do espírito empresarial.

Para atenuar este problema a Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo decidiu lançar o Fundo de Apoio às Micro Empresas de Ferreira do Alentejo (FAMEfa). [...]

"O Fundo foi criado em 23 de Novembro de 2002, com cem mil euros (100.000,00€) e foi reforçado em Novembro de 2003 com mais cem mil euros (100.000,00€).
Neste momento o Fundo é constituído por duzentos mil euros (200.000,00€).
Estima-se que o Fundo possa ser reforçado anualmente com o objectivo de poder vir a atingir um valor de quinhentos mil euros (500.000,00€) em 2007."

@: cm-ferreira-alentejo.pt

6.04.2008

Reuniões com empresários
e autarquias no Alentejo



"A Comissão Instaladora da Área Regional de Turismo do Alentejo, deliberou nas primeiras reuniões efectuadas, ouvir todos os agentes do sector do turismo e autarquias, no sentido de fundamentar a elaboração dos estatutos na nova Área Regional.
Com estas reuniões, pretende-se registar todas as sugestões e opiniões de forma a ser instalada uma entidade que corresponda às melhores expectativas.



Deste modo, irá realizar-se reuniões com as autarquias regionais.
Dia 3 de Junho, em Portalegre, Marvão e Castelo de Vide; a 5 de Junho em Vendas Novas e Montemor e no dia seguinte em Mora e Arraiolos.



Com os empresários, os encontros acontecerão dia 3 de Junho,
no Hotel Sol e Serra em Castelo de Vide com empresários dos concelhos de Portalegre, Marvão e Castelo de vide; dia 5 de Junho, no Monte do Chora Cascas em Monte Mor com empresários dos concelhos de Vendas Novas e Montemor e dia 6 de Junho na Herdade de Coelheiros em Arraiolos com empresários dos concelhos de Mora e Arraiolos."

@: opcaoturismo.com














"El auge del turismo en una sociedad empobrecida" - 1955

O Castelo na Infopédia



Fachada lateral do Castelo de Viana do Alentejo, no distrito de Évora



Notável obra de arte portuguesa, o medieval Castelo de Viana
do Alentejo
é uma das mais harmoniosas e sólidas construções militares do território nacional.
Após a morte de D. Martim Gil, senhor desta povoação alentejana,
D. Dinis tomou posse de Viana do Alentejo e subsidiou a construção do castelo, decorria o ano de 1313.
No essencial, a volumetria inicial deste castelo mantém-se. Contudo,
um novo pavimento urbano preencheu os fossos e destruiu as pontes
de alvenaria que o cruzavam.

Na muralha norte abre-se o portal principal que dá acesso à praça
de armas, passando-se sobre um túnel coberto por gótica abóbada
de nervuras. O castelo desenha uma planta pentagonal e apresenta grossos panos de alvenaria, reforçados por cilíndricos cubelos, o maior dos quais foi convertido na Torre de Menagem. Largos merlões rasgados por troneiras protegem o topo das muralhas.
isa_per @ flirk


Em 1481, D. João II decidiu reunir as cortes em Viana do Alentejo, fazendo do seu castelo habitação temporária, situação que voltaria
a ocorrer em 1489. Pouco tempo depois realizavam-se os esponsais
de seu filho, o malogrado príncipe D. Afonso, com D. Isabel de Castela. Devido a tão relevantes acontecimentos, D. João II ordenou
que se procedesse a remodelações no castelo e na igreja matriz, empreendimento que prosseguiu com D. Manuel I, sob a direcção
dos arquitectos Martim Lourenço e Diogo de Arruda.

Esta renovação construtiva acrescentou maior beleza, introduzindo
um novo pano de muralhas ameadas, ao mesmo tempo que coroava
a matriz de merlões chanfrados, bem como de agulhas e coruchéus cónicos, dentro de uma linguagem artística manuelina de inspiração mudéjar. Intramuros, o castelo complementa-se com os notáveis volumes das igrejas da Misericórdia e da Matriz, da antiga Câmara Municipal, da Capela de Santo António, valorizados ainda
pela harmonia natural dos tranquilos jardins envolventes."


Porta do Castelo de Viana do Alentejo




Castelo de Viana do Alentejo. In Infopédia [Em linha].
Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-05-27].
Disponível na www @: infopedia.pt

6.03.2008

As Três Magníficas

"Cartel é uma forma de oligopólio em que empresas legalmente independentes, atuantes do mesmo setor, promovem acordos entre si para promover o domínio de determinada oferta de bens ou serviços.
A forma mais conhecida de cartel é a fixação de preços iguais ou muito semelhantes entre as empresas envolvidas, minimizando as chances
da concorrência leal. Por conflito de interesses e por regulação governamental, os cartéis são, geralmente, pouco duradouros.
O consumidor é prejudicado com os cartéis, pois seu direito de escolha
é restringido.

O setor onde esse tipo de prática é mais visto é o de combustíveis líquidos e obras públicas. O preço do combustível é aumentado em todos os postos com diferenças mínimas de preço e assim o consumidor
não tem chances de ir em um posto com preço mais baixo."

Esse tipo de pratica é ilegal e é prevista multa para os praticantes."

@: wikipedia.org













6.02.2008

"Caminhos do futuro"
o Alentejo em debate



"Beja acolherá nos próximos dias 14 e 15 de Junho, no seu renovado Cine Teatro Pax Julia, o 14º Congresso Alentejo XXI cujo lema, "Caminhos do Futuro", se desenvolverá em três painéis fundamentais:

1– Estratégias de Desenvolvimento,
2 – Instrumentos de Desenvolvimento
3 – Regionalização.

Muitos dos “Rumos” pelos quais lutámos estão hoje em curso. Unamos agora esforços para definir e percorrer os “Caminhos do Futuro” do 14º Congresso Alentejo XXI. Todos somos poucos para construir um Alentejo melhor.

[...] "Com o saber e empenho da nossa universidade, dos nossos institutos politécnicos e outras instituições de ensino superior presentes na região, dos diferentes centros de investigação e experimentação de que dispomos, das nossas escolas profissionais e estabelecimentos de ensino, das nossas organizações de empresários, agricultores e trabalhadores, dos nossos intelectuais e quadros técnicos, das instituições do poder local e da administração desconcentrada do Estado, dos partidos políticos, estou confiante em que os "Caminhos do Futuro" se tornarão rapidamente realidade. Assim façamos todos por isso." [...]

"...defesa da modernização e diversificação da nossa base económica tendo como pilares estruturantes uma nova agricultura e as respectivas agro indústrias, a exploração racional e valorização na região dos nossos recursos mineiros (cobre, zinco, estanho, mármores), o aproveitamento do potencial turístico e dos nossos recursos pesqueiros, a exploração de energias alternativas..." [...]

@: webjornal.info- 23.05.08

6.01.2008

Estações vão ser recuperadas
para pequenas pousadas



"Estações vão ser recuperadas para pequenas pousadas
Linhas abandonadas, comboios enferrujados e estações vandalizadas ainda fazem parte da paisagem em algumas zonas do País, nomeadamente em Trás-os-Montes e Alentejo.

Valorizar o património ferroviário com a recuperação das linhas para a instalação de ecopistas (circuitos de bicicletas), transformar antigos dormitórios e estações
em pequenas unidades hoteleiras e museus ligados à ferrovia são os projectos que a Invesfer, empresa que gere o património da Refer, gestora da infra-estrutura ferroviária nacional, tem em curso.
Este projecto conta com o apoio dos municípios, que em alguns casos reabilitam por sua iniciativa o património abandonado.

A wine house que vai abrir em breve na estação do Pinhão é um exemplo daquilo que a gestora ferroviária pretende desenvolver.
A Invesfer contactou o Grupo Amorim para "auscultar o seu interesse para desenvolver actividades hoteleiras em estações desactivadas".
Até agora, adiantou Vicente Pereira, "não tivemos resposta".

O Alentejo é a zona que vai concentrar as atenções do encontro
que se realiza, entre hoje e amanhã, em Évora, para discutir o futuro
do património ferroviário português. Para a região existem várias intervenções projectadas em linhas e ramais desactivados.

Em Estremoz, o comboio de mercadorias vai deixar de ir ao centro
da cidade e a estação será reconvertida num museu ligado à actividade ferroviária. No Alentejo, muitos quilómetros de carris vão dar lugar a ecopistas. Estamos a falar, nomeadamente, dos ramais de Évora-Mora, Évora-Reguengos de Monsaraz, Montemor-Torre da Gadanha, Estremoz-Vila Viçosa, Beja-Moura e Estremoz-Portalegre. Este último vai servir para apresentar o ciclorail (bicicletas adaptadas aos carris)."

@: dn.sapo.pt - 23.05.08, Foto: Paulo Vaz

5.30.2008

Feira do Livro em Évora




30 Maio (Sexta-feira)
Praça do Giraldo
18h00 - Inauguração
22h00 - KLONAKITY (Música Tradicional Irlandesa)

31 Maio (Sábado)
Praça do Giraldo
22h00 - TRULÉ - Investigação de Formas Animadas (Marionetas)
“Amores e Humores da Bonecada"

1 Junho (Domingo) - Dia Mundial da Criança
Arena D’Évora Entrada Livre
10h30 - AVÔ CANTIGAS (Música Infantil/Juvenil)
Casa da Balança - Largo do Chão das Covas, 15
16h00 – ZZUNE-MARIONETAS (Estreia - Marionetas)
Praça do Giraldo
21h30 - ALENFOLE (Música Tradicional)

3 Junho (Terça-feira)
Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia
21h00 - Grupo de Leitura - Grup’ECO
Livro do mês: “As Mulheres de Meu Pai”, José Eduardo Agualusa
Praça do Giraldo
21h30 - ERA UMA VEZ, TEATRO DE MARIONETAS
“A História da Carochinha”

4 Junho (Quarta-feira)
Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia
11h00 | 21h00 - Teatro pela Arte Pública “CAMÕES É UM POETA RAP”
Praça do Giraldo
22h00 - CANTORES DE INTERVENÇÃO (Recital Evocativo)

5 Junho (Quinta-feira)
Praça do Giraldo
21h00 – Espaço Criança/Livraria “A Que Sabe A Lua”
Sessão de leitura e autógrafos com o escritor de livros Infanto-Juvenis António Mota
22h00 - ORQUESTRA DE CORDAS DO CONSERVATÓRIO
REGIONAL DE ÉVORA DO EBORAE MVSICA (Música Clássica)
Biblioteca Pública de Évora Entrada livre mediante inscrição prévia
21h30 - Roda de Leitura “Antunes da Silva”
Maria João Pereira Marques - leitora-guia

6 Junho (Sexta-feira)
Biblioteca Pública de Évora
IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto)
18h00 - Sessão com Carlos Marques
Praça do Giraldo
22h00 - PÉROLAS DE ÁGUA (Poesia Cantada)
Espaço Celeiros
IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto)
22h00 - Sessão com Carlos Marques | Nuno Coelho
24h00 - Sessão com Thomas Bakk

7 Junho (Sábado)
Praça do Giraldo
18h00 - Espaço Criança/Livraria “A Que Sabe A Lua” (Trimagisto)
Sessão com Patrícia Amaral
19h00 - Workshop pelo Grupo No Mazurka Band
22h00 - NO MAZURKA BAND (Música de Baile/Oficina)
Espaço Celeiros
IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL (Trimagisto)
22h00 - Sessão com Patrícia Amaral | Luís Correia Carmelo
24h00 - Música com Jorge Cruz

8 Junho (Domingo)
Praça do Giraldo
18h30 - DONA GATAFUNHA E O RESTO DO MUNDO (Teatro de Rua)
Biblioteca Pública de Évora

30 de Maio a 8 de Junho
TEATRO “CHAPÉUS” (PIM Teatro)
Segunda a Sexta – Sessões às 10h00 e 16h00
Sábados - 21h30 | Domingos - 16h

@: cm-evora.pt

5.29.2008

Paredes

O Exmo. Presidente Estêvão Manuel Machado Pereira é responsável pelos danos provocados pelos Ciganos na exploração Agrícola
do Monte das Paredes.
O Presidente fez um comunicado por escrito à GNR de Viana dando ordem para os Ciganos poderem estar 2 a 3 dias nos terrenos ao redor da igreja de Nossa Senhora D’Aires.


Os terrenos ao redor desta Igreja pertencem ao Eng. José Dias Parreira Capas e Sousa, encontram-se neste momento em Processo no Tribunal Europeu 2ª Secção, nº 32267/05 que atesta o proprietário do terreno. Logo o Presidente não pode dar ordens nas terras que não lhe pertencem.


O Monte das Paredes faz fronteira com a referida Igreja.
No dia 3 de Abril de 2008 foi feita uma queixa na GNR de Viana porque os animais dos ciganos estavam a pastar no trigo, IPC 25/08.8 GFEVR. Os agricultores estão sujeitos a normas de sanidade animal,
então os Ciganos também têm de ter na sua posse os boletins sanitários
dos seus animais, pois eles não têm o direito de andar a propagar doenças aos animais dos agricultores.


No dia 19/4/2008 tive de fazer uma nova queixa, o relatório
da ocorrência é o nº 16/08, porque havia um acampamento na minha pastagem.
Anualmente eu tenho de fazer entre 60 a 80 queixas de ocorrências
na GNR. Os ciganos roubam pasto, fardos de palha e feno, animais,
lenha, para além de outras coisas. Se algum agricultor perder
os subsídios agrícolas por causa dos ciganos o Presidente é o único responsável. Como é do seu conhecimento os Ciganos faziam o seu acampamento na Zona Industrial, por causarem grandes problemas com o povo de Viana o Presidente fechou essa área e deu ordem para eles fazerem o acampamento perto da Igreja.
A Igreja de Nossa Sr.ª D’Aires é o cartão de visita de Viana do Alentejo.
O acampamento de Ciganos afugenta os turistas.


O Presidente da Câmara foi eleito pelo povo de Viana e não pelos Ciganos. O povo de Viana do Alentejo pertence a uma civilização muito antiga pois descende dos povos Celtas e Lusitanos que foram conquistados pelos Romanos. Por isso o Presidente deve acarinhar
o povo de Viana e colocar ordem a povos nómadas que nada têm a haver com as regras, as leis, as contribuições do povo de Viana. Por tudo isso peço que o Presidente da Câmara olhe mais para o seu povo.

João Pedro Capas e Sousa
2008/04/24

Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com

[o "Viana e Tal" descarta qualquer tipo de simpatia pelo que está escrito no último parágrafo deste post. Para nós, a responsabilidade da Autarquia de Viana
do Alentejo para com a comunidade cigana, deverá ser a mesma como para com qualquer outra comunidade de cidadãos portuguêses, que nos visitem.]

5.28.2008

Poder Autárquico II

[...] "faço parte da maioria das cidadãs(ãos) que praticamente
se limitam a exercer o seu direito de voto de 4 em 4 anos.
Pelo menos, quando há eleições, vou lá colocar o meu boletim de voto, pois a abstenção sendo um direito que assiste a todos os eleitores
e tendo “os significados” que sabemos, ao atingir valores muito elevados, pode pôr em causa a legitimação do próprio sistema democrático.
Muitas pessoas expressam o seu voto pela negativa, não o fazem a favor do partido ou coligação que assinalam no boletim de voto.
Nesses casos esse comportamento traduz o sentimento de protesto,
de utilidade ou de oposição ao partido A ou B.

Sabemos que cada vez é mais difícil a PARTICIPAÇÃO DOS CIDADÃOS na reflexão sobre a gestão da coisa pública
fora dos partidos - a desilusão das pessoas é a regra.
“Temos assim, e de facto, não uma sociedade de cidadãos,
na sua totalidade, mas uma sociedade de muitos desinteressados pelo poder ou súbditos.
E a democracia sem cidadãos não existe como tal e plenamente em toda a sua horizontalidade mas apenas em certos sectores verticais
porque havendo cidadãos desinteressados ou que se dobram e prestam homenagem a outros, não são cidadãos mas súbditos.

É evidente que há muitos outros cidadãos, que mesmo sem alcançar posições de poder político, lutam pela sua cidadania, pela verdadeira iniciação ao SABER e não ao Poder.” *
É por isso que a maioria de nós aqui está neste pequeno espaço
de participação cívica, mas acredito que não é legítimo estarmos sempre
a falar na oposição com palavras como: eles não dizem, eles não fazem, onde é que eles estão etc. etc. Talvez seja mais justo empregar-mos
os verbos na primeira pessoa do plural: NÓS não dizemos,
NÓS não fazemos, onde é que NÒS estamos.

Não é preciso estar muito atento para saber que este poder autárquico, emanado duma amálgama de interesses que no nosso concelho
se designa por CDU, sem ideologia e sem rumo, desvirtuando o sentido
da palavra AUTOCRÍTICA, como sendo “o processo de análise crítica
de um indivíduo (ou, colectivamente, de uma sociedade ou instituição) sobre os seus próprios actos, considerando principalmente os erros
que eventualmente tenha cometido e suas perspectivas de correcção
e aprimoramento” ** , convive muito mal com a crítica dos Vianenses, mesmo quando ela pretende ser construtiva.
Para além de outras tácticas, num lógica totalitária, estrangula quanto pode a oposição política, relega também para segundo plano
a PARTICIPAÇÃO DOS CIDADÃOS NO GOVERNO DA AUTARQUIA, omite descaradamente o trabalho emanado pelos órgãos democraticamente eleitos.

A quase ausência de informação disponível no site da Câmara
com o atraso na publicação das respectivas actas, bem como a total omissão do trabalho realizado pela Assembleia Municipal são disso exemplo. O boletim municipal de papel caro, completamente esvaziado de substância, cujo conteúdo passa pela descrição de algumas festarolas e pouco mais, vai também desempenhando esse macabro papel.

Assim, quando alguns cidadãos retiram algumas horas
ao seu descanso, com a intenção de levar à discussão pública temas
do nosso quotidiano, o poder instituído e seus correligionários, fieis
ao paradigma do enterrado “centralismo democrático”, ignorantes
da dimensão do descontentamento que grassa no nosso concelho, COMEÇAM FINALMENTE A FICAR AGITADOS."

Carlota Fialho


* A Cidadania e a Ideologia de "Iniciação" ao Poder, ** Autocrítica
@: Viana e Tal/ Poder Autárquico/ Comentários
ler+@: Cidade Agar, A Fonte das Freiras, Um dia perfeito para os peixes banana

5.27.2008

Poder Autárquico



Como sabem bem as gerações políticas, como a minha, formadas
na oposição a um regime autoritário de partido único, a alternância
no poder é um valor fundamental da democracia. Frase do então Presidente da República Jorge Sampaio por ocasião da tomada de posse do XV Governo Constitucional.

Relativamente ao poder autárquico a Lei n.º 46/2005, de 29 de Agosto estabelece limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias locais.

O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos, salvo
se no momento da entrada em vigor da presente lei tiverem cumprido
ou estiverem a cumprir, pelo menos, o 3.º mandato consecutivo, circunstância em que poderão ser eleitos para mais um mandato.



O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia, depois de concluídos os mandatos referidos no número anterior, não podem assumir aquelas funções durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido.

No caso de renúncia ao mandato, os titulares dos órgãos referidos nos números anteriores não podem candidatar-se nas eleições imediatas nem nas que se realizem no quadriénio imediatamente subsequente
à renúncia.

Essa lei entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2006, pelo que o actual presidente da Câmara de Viana do Alentejo pode eventualmente ver renovado o seu mandato se for candidato e ganhar as eleições de 2009.

Estando a cerca de um ano de terminar o seu 4.º mandato consecutivo, sufragado em eleições democráticas, a maioria dos eleitores
do concelho de Viana do Alentejo, votaram maioritariamente
em Estêvão Pereira.

Ainda não chegou o momento para que eu exprima neste local a minha opinião sobre as quatro abadas consecutivas que as oposições levaram nestes 4 últimos mandatos. Acrescentarei apenas que uns tantos dirão que foi mérito do actual presidente e outros dirão que foi falta
de credibilidade das oposições. Não deixa de ser verdade que existe
uma correlação forte entre os duas perspectivas de analisar
os resultados das eleições.


Os que não se revêem na actual maioria, entre os quais eu me incluo, apenas têm que respeitar a vontade expressa nas urnas pela maioria
dos eleitores, com humildade e pensem que esses maus resultados,
são em grande parte fruto da nossa incapacidade em oferecermos
uma alternativa credível aos eleitores do concelho.

Espero que este ciclo venha a terminar nas eleições de 2009
e que os eleitores deste concelho possam finalmente rever-se naquilo
que as actuais oposições têm para oferecer.

Elias Parreira

Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com

5.25.2008

Miss Alqueva







Autarcas alentejanos da zona de Alqueva preocupados
com eventuais impactos de Refinaria em Badajoz


Autarcas alentejanos do regolfo de Alqueva manifestaram-se preocupados com os eventuais impactos, na qualidade do ar e da água da albufeira, decorrentes da instalação de uma refinaria de petróleo
em Badajoz (Espanha). [...]

"Não fomos consultados. A câmara municipal quer participar, mas, nesta fase, para nos podermos pronunciar, precisamos de ter informações sobre o conteúdo do projecto, o que não nos chegou
até à data" [...]

"Se a qualidade da água e do ar forem afectadas de forma negativa poderão ser prejudicados os importantes investimentos turísticos projectados para esta região, causando graves danos financeiros aos promotores e, eventualmente, inviabilizando a criação de um destino turístico que se quer de elevada qualidade ambiental"


[...]




"A Agência Portuguesa do Ambiente, no relatório sobre o projecto, alertou Espanha para a necessidade de avaliar os riscos de contaminação dos solos e recursos hídricos do território português. [...]

"O Estudo de Impacte Ambiental não faz referência aos aspectos relacionados com eventuais impactos transfronteiriços, designadamente, o tipo de contaminação, grau e extensão da mesma, que poderá contaminar os solos e recursos hídricos do território português", refere o relatório, a que a agência Lusa hoje teve acesso.

Em relação aos impactos gerados pelas emissões poluentes, a APA refere que devem ser considerados os aspectos da qualidade do ar no Alentejo Interior."
[...]

Também o Instituto da Água (Inag) fez a sua avaliação do projecto, chamando a atenção para a necessidade de avaliar e identificar os potenciais impactes no rio Guadiana, tendo em conta as necessidades de água previstas.

"Não pode, em situação alguma, ser colocado em causa
o abastecimento público, quer directamente a partir da albufeira
do Alqueva, quer indirectamente através da transferência para outros empreendimentos do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva" [...] "Deverá ser desenvolvido um estudo tão detalhado quanto possível, cujas conclusões terão de ser técnica e cientificamente suportadas e comprovar inequivocamente que o projecto não interfere com os objectivos definidos para a região do Alqueva", sintetiza
o parecer do Inag."
[...]

A refinaria, num projecto do grupo Alfonso Gallardo, está prevista para a Serra de San Jorge, na zona de Los Santos de Maiomona, província de Badajoz, a cerca de 100 quilómetros de Portugal.

Em Janeiro passado, o primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu aos jornalistas que o projecto de instalação da refinaria não vai afectar
a qualidade nem os padrões ambientais do Alqueva.

Segundo a edição de sábado do jornal espanhol El Pais, o promotor do projecto assegura que a contaminação do ar nunca chegaria a Portugal.










@ noticias.sapo.pt - 19.05.08, idem

Encontro de núcleos do Sporting
em Viana do Alentejo

"Os participantes no 10.º encontro nacional de núcleos do Sporting aprovaram ontem, em Viana do Alentejo, por unanimidade, a moção apresentada pelo presidente do núcleo organizador que, segundo
o próprio, “pretende melhorar as relações do Sporting com os núcleos”. “Queremos uma maior abertura do clube e que este oiça os núcleos,
que sinta os seus problemas, na maior parte dos casos comuns a todos”, sintetiza Martinho Ramos, presidente do Núcleo Sportinguista
“Os Leões de Viana do Alentejo”." [...]

@: record.pt - 25.05.08

Neocolonialismo*

*substantivo masculino; POLÍTICA, ECONOMIA
forma de colonialismo que se define pelo domínio económico de um país
sobre outro menos desenvolvido,
podendo encobrir cumulativamente a dominação
a nível tecnológico, científico ou cultural; (De neo-+colonialismo)


Portugal no topo das desigualdades

"Portugal destaca-se no relatório sobre a Situação Social na União
Europeia (UE) dos 25, como o país onde a desigualdade
na repartição de rendimentos é maior, ultrapassando mesmo os valores dos Estados Unidos da América." [...] @: destak.pt - 23.05.08, idem

...

Presidente da Galp não sabia de aumentos dos combustíveis

"O presidente da comissão executiva da Galp Energia ignorava
que a petrolífera tinha dado ordens para aumentar o preço
dos combustíveis às 00h00 de ontem e viu-se obrigado a dar explicações ao Governo sobre o sucedido.

De acordo com o "Correio da Manhã", Ferreira de Oliveira desconhecia a decisão da subida em dois cêntimos no preço da gasolina e de três cêntimos no gasóleo

Segundo apurou o CM, seguiram para os revendedores vários avisos (por e-mail, fax e SMS) anunciando a subida dos preços às 00h00
do dia 22. Uma ordem que foi anulada pouco depois e que lançou
a confusão entre os revendedores da Galp. "Existem postos a vender combustível com o aumento decretado", disse o presidente
da Associação de Revendedores" [...] @: jornaldenegocios.pt - 23.05.08

...

Mora foi a Évora em protesto pela integração em Portalegre

"O presidente da autarquia, avançou que, se a situação não se alterar,
se o Governo até 31 de Maio não der garantias reais
em como vai alterar o decreto-lei que os mantém no NUT 3 do Alto Alentejo, "a luta vai continuar", ameaçando com manifestação
em Lisboa.

Residentes e não residentes, mas todos oriundos de Mora, desfilaram pelo centro histórico até ao edifício do Governo Civil,
onde uma delegação foi recebida pela governadora civil, a quem
entregaram uma moção que foi aprovada por pelos manifestantes.
A governadora anunciaria então uma reunião entre o Governo
e os 14 autarcas do distrito para chegar a um consenso.

Ditando palavras de ordem como "Somos de Évora da raiz do coração, de Portalegre é que não"" [...]

“Somos de Évora” foi certamente a frase mais ouvida ontem à tarde
na Praça do Giraldo. A população de Mora participou em peso
no protesto contra a integração do concelho na NUT3 de Portalegre.
A distância é o que mais preocupa o presidente da Câmara de Mora.
“Se precisar de resolver um problema em Portalegre perco um dia inteiro”, afirma José Sinogas, acrescentando que “estamos a 40 km
de Évora, se a alteração não se concretizar ficaremos a 120 km
de Portalegre”. [...] @: gov-civil-evora.gov.pt, dianafm.com













5.23.2008

A Fonte das Freira



"Fui dar um pequeno passeio para fora dos muros do convento,
procurar a frescura da fonte, encantar-me com a vegetação luxuriante
do jardim, inebriar-me com o sorriso electrizante das crianças
a brincarem no parque infantil. Não fui bem sucedida. Não consegui. Infelizmente.
A água não estava fresca e nem sequer fiquei a saber se era potável. Alguêm sabe? Estas informações nunca chegam ao convento.
A vegetação também não era o que eu estava á espera e estava deslocada de sitio. As plantas que faltavam nos canteiros abundavam e abundam por todo o lado onde a estética ainda não chegou, nomeadamente
em passeios e bermas de estrada. Em relação ás crianças, fiquei mais tranquila por não as ouvir. Bastou-me olhar para o estado
dos brinquedos e agradecer a Deus por, na sua infinita sabedoria,
mandar os catraios para outras paragens.
Regresso mais uma vez para meditação. Intra muros."

@ afontedasfreiras.wordpress.com