
David de Michelangelo Buonarroti
Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com
Conceitos e conteúdos gratos a Viana do Alentejo.
in: vianadoalentejo@hotmail.com
out: http://vianadoalentejo.blogspot.com/
Uma amiga minha que vive numa pequena aldeia colada à fronteira com Espanha, contou-me no outro dia que quando era mais nova, ela e um grupo de adolescentes começaram a organizar umas festas lá na terra para ocuparem os tempos de ócio. Pediam à Junta de Freguesia alguma ajuda: um reboque para fazer um palco, umas lonas para improvisar coberturas, taças para as competições, etc. Com o andar dos anos as actividades foram aumentando, concursos de pesca, corridas, semana do emigrante, corsos de Carnaval, etc. Formaram uma associação sociocultural informal que animava de quando em vez a aldeia, com crescente adesão do povo local e estendendo a sua influência às povoações vizinhas. Os anos continuaram a passar e a certa altura, já adultos e pais, começaram a sentir que a Junta de Freguesia lhes colocava cada vez mais entraves no apoio à realização das suas actividades. | Inesperadamente, nalguns dos eventos a realizar pela referida associação, veio a Junta dizer que passaria ela própria a tratar da sua organização por se julgar mais capaz, claro está, tudo isso no superior interesse da comunidade. A associação, aos olhos da Junta, tinha-se tornado uma perigosa ameaça face ao protagonismo que passara a ter, pois o conjunto dos seus associados conseguia mobilizar para as actividades que incrementava, um maior número de pessoas que o somatório dos eleitores da Freguesia. Passado mais algum tempo, o grupo sociocultural, paulatinamente esvaziado dos objectivos para os quais tinha sido criado, acaba praticamente por desaparecer, assim como as actividades que, politizadas pela Junta de Freguesia, perderam a aceitação da generalidade da população. |
Um pouco há semelhança do que acabo de relatar, mas ainda mais perverso e “com final previamente anunciado”, também a Associação Viananima desenvolvia na nossa Vila um meritório trabalho de animação com crianças e adolescentes. A certa altura, esta associação por força do seu crescimento, sentiu necessidade de arranjar outras instalações mais amplas, capazes de albergar um maior número de actividades e de frequentadores. Não tendo sido possível descobrir na vila instalações adequadas, solicitaram à Câmara o empréstimo das antigas instalações da escola primária da estação de caminho-de-ferro de Viana, o que lhes foi concedido.
Com a mudança de instalações a associação não durou mais que um ano, em termos de trabalho efectivo. Claro que nenhum pai deixou os seus filhos, crianças ou jovens adolescentes, deslocarem-se para tão longe, por mais interessantes que fossem as actividades aí desenvolvidas.
Mais recentemente, temos outra situação, neste caso trata-se da Associação Seara Nova, com um longo e reconhecido trabalho na sua área e que durante anos procurou instalações para se acolher. Após várias tentativas, os seus associados, acabaram por conseguir construir uma sede (com apoio da Câmara?) num terreno generosamente cedido pela Dª Maria José Fragoso, mas cuja localização está numa ponta da vila, afastada do casario e com acessos pouco seguros.
Pelas condicionantes atrás apontadas, acaba por exigir dos seus utentes que a deslocação até à sede do grupo Seara Nova se faça quase exclusivamente de carro, pelo que esta localização marginal inviabiliza o íntimo e fácil relacionamento com a comunidade, essencial para a sobrevivência deste tipo de associação.
Dentro desta linha de raciocínio refiro ainda a construção da sede da Associação de Reformados. De todas as associações a mais nova em termos de tempo de existência, teve no entanto a capacidade de desenvolver rapidamente o processo de construção da sua sede.
Mais uma vez os decisores deste projecto empurraram o equipamento para a periferia da vila, implantando-a num bairro novo, dormitório, habitado maioritariamente por jovens activos, funcionalmente deserto durante o dia. Padece também este local de graves problemas no que respeita às acessibilidades, especialmente no que toca ao atravessamento da Estrada Nacional e à inclinação dos arruamentos que o ligam ao centro da vila. A alternativa às “ladeiras” está na utilização da referida Estrada Nacional, com os perigos daí decorrentes para a faixa etária dos utilizadores deste tipo de equipamento. Os difíceis caminhos aliados à localização periférica da sede da Associação de Reformados torna bastante penosa a acessibilidade aos seus potenciais utilizadores, muitos dos quais com dificuldade de mobilidade.
A vila dispõe no seu interior de inúmeras construções devolutas e alguns “vazios” urbanos, certamente identificados no Plano Director Municipal.
Deixo aqui algumas sugestões para dois locais, (que obviamente teriam de ser negociados com os seus legítimos proprietários), que pela sua centralidade, na minha modesta opinião, reúnem excelentes condições para a instalação de equipamentos socioculturais.
O primeiro é o terreno situado ao lado do cineteatro. Aí seria possível construir em cave, um estacionamento de apoio à zona, a biblioteca e uma zona de acesso/apoio ao palco do cineteatro.
O segundo terreno é o do campo de jogos da escola primária, conhecida como a escola das raparigas. Após escavação construir-se-ia aí, ao nível do arruamento sobranceiro à rua, um amplo parque de estacionamento, sobre o qual se implantariam dois pisos com vários espaços autónomos, para três ou quatro associações socioculturais. Na cobertura desta construção, ao nível da rua da escola, seria implantado o recreio e campo de jogos – toda a gente ganharia.
Estando em sede de revisão o Plano Director Municipal e, sendo um instrumento de planeamento “que estabelece o modelo de estrutura espacial do território municipal, constituindo uma síntese da estratégia de desenvolvimento e ordenamento local prosseguida … “, deverá também como a própria Lei determina, definir as grandes linhas estratégicas de desenvolvimento do concelho.
Se a linha seguida pelo executivo camarário for a de minorar essa revisão, o futuro PDM sancionará há semelhança do PDM vigente, somente os actos de gestão urbanística realizados, aparentemente de forma avulsa incoerente, tal como se tem passado nos últimos anos.
Será assim que se vai passar?
Inventará justificações para novas urbanizações e mais quintinhas, a pretexto de virtuais indicadores de desenvolvimento?
Finalmente, servirá todo o Concelho ou apenas meia dúzia de interesses?
Depois de nos terem levado as hortas, as pedreiras, os Vasques Fadistas a Fratejo, o Lagar a Cooperativa, enfim, de nos terem transformado em mão-de-obra a recibo verde (às vezes nem isso), passará o futuro de Viana por ser apenas mais um bairro de Évora?
Sinceramente, não queremos!
António Meneses
cegagatos@hotmail.com
"Com a chegada do Sr. Diamantino Dias, esta semana, à sede do PCP e na reunião que se seguiu com a presença de um elemento importante das Alcáçovas, discutiu-se entre outras coisas o momento difícil que a CDU Viana atravessa.
Nessa reunião foram definidas novas estratégias de actuação porque o desnorte que grassa na CDU é total, face ao fraccionismo emergente.
Assim foi decidido o seguinte:
Primeiro -Há que verificar quem está com a CDU ou quem se passou para o lado do Presidente.
Segundo – A eventual candidatura independente protagonizada pelo eminente autarca, constitui um perigo para a CDU. Foi discutido se ainda haverá ou não espaço de manobra para negociar a sua saída de cena com dignidade para ambas as partes.
Terceiro – Esmagar quanto antes a oposição, identificar os seus “líderes de opinião”, procurar pontos fracos nessas pessoas e aniquilá-las a “qualquer preço”.
Assim, reagem de imediato criando um blogue com um nome “O Tal Viana” para poderem controlar e incitar os seus oponentes – bem hajam!
Também receberam ordens para provocarem neste ou naquele blogue, certas pessoas, numa atitude divisionista, para que a oposição se espartilhe ainda mais. [...]
Carlos Marighella

O líder do PCP admitiu que os comunistas voltem a eleger o Comité Central, no próximo congresso, por voto secreto, como impõe a lei que o partido contesta.
"Não digo que 'há muitas maneiras de matar pulgas', mas assumiremos a nossa autonomia - o congresso é soberano na sua decisão -, e não será por aí que vão ilegalizar o PCP e a sua direcção", afirmou Jerónimo de Sousa na conferência de imprensa do Comité Central comunista, reunido em Lisboa desde domingo. Na reunião, em que preparou o congresso de 29 e 30 de Novembro e 01 de Dezembro, em Lisboa, o Comité Central anunciou que não serão feitas quaisquer propostas de alteração dos estatutos ou do programa - que no passado o grupo dos "renovadores" exigiu, sem êxito." [...]
"Os comunistas sempre contestaram a disposição da obrigatoriedade do voto secreto da Lei dos Partidos Políticos, aprovada pelo PSD, PS e CDS-PP, por considerarem que impunha "uma metodologia e uma forma de organização" e mantiveram os estatutos do partido omissos nessa matéria.
Antes do congresso de 2004, as votações eram feitas em Comité Central através do método de braço no ar."

"Escrita na Paisagem - Festival de Performance e Artes da Terra é um festival do e para o Alentejo. Centrado na paisagem, que investiga, aborda e transforma nas suas múltiplas valências, o Festival abre as portas do território à criação contemporânea, promovendo espectáculos de teatro, música, dança e performance.
[...] "Casa" é o tema à volta do qual toda a programação circula, entre a metáfora da casa natural (a colmeia em que nos inspiramos para a imagem do Festival) e a realidade paisagística da casa. Ela é micro-perspectiva e abordagem macroscópica, ela é território do íntimo e matéria do colectivo, rústica e tradicional ou rebelde de modernidade, urbana ou rural, lugar de múltiplos fazeres e saberes, numa escala que vai do familiar ao urbano e ao planetário. Por isso o Festival abraça também a causa do Planeta Terra e a temática ambiental, neste que é o "Ano Internacional do Planeta Terra", promovido pela UNESCO. [...]
aos municípios cabe um papel centralíssimo neste projecto de realização descentralizada por nove concelhos do Alentejo (Aljustrel, Alvito, Arraiolos, Estremoz, Évora, Montermor-o-Novo, Redondo, Vendas Novas e Viana do Alentejo) [...]
Destaque merecem ainda a exposição itinerante de Sam Buxton, que passará por muitos dos concelhos que acolhem o Festival, e os Encontros da Luz, um tempo de reflexão, debate e partilha de pontos de vista em torno do tema "Arte Paisagem Património". Para tudo isto e o muito mais que haverá, estão desde já os leitores convidados!
Porque o Festival é vosso!"

A Câmara de Viana navega festivamente como o Titanic. Leva a bordo parte, sim digo bem, parte da população do concelho de Viana do Alentejo e no meio de festas e festarolas caminha a curtas braçadas para o afundamento.
Desta vez também haverá preferência na evacuação de quem irá ter lugar nos botes salva-vidas para abandonar o navio em segurança; os passageiros da terceira classe ocupada pelo povo que tem acreditado nesta tripulação, será novamente trancado e bloqueada a sua fuga; os botes insuficientes para todos serão finalmente lançados ao mar e: adivinhem neste caso quem serão os primeiros a abandonar o barco, tendo à sua espera uma vida cheia de prosperidade?
O problema é que no terreno ficaram muitos familiares daqueles que foram enganados pela tripulação e pela empresa proprietária do navio. Os tempos são outros e a população do concelho aguarda que os responsáveis pela tragédia, sejam chamados, em tempo, a fim de serem prestadas contas à comunidade, pois só a rapidez de processos permite que a Historia não seja branqueada.

Caro senhor presidente tenho apenas 11 anos mas sei bem do que falo!
Nas piscinas municipais de Viana do Alentejo paga-se 1,50 a partir dos 11 anos nao acha que é um exagero???!!
Então chegando assim ao fim da semana ficam quase dez euros.
Então vou lhe dar um exemplo em Vila Viçosa que é onde a minha ame trabalha só se paga a partir dos 15 anos e é 0,50 cêntimos e as piscinas de lá nem se comparam, tem poço, piscina olímpica...
Então se quer ver um concelho a crescer faça o favor de abrir os olhos para ver como está esta vila...
E nao pense que as nossas piscinas são grande coisa para custarem uma entrada de 1,50.
Cumprimentos e espero que faça alguma coisa quanto a este caso.

Organizado pela Junta de Freguesia de Viana do Alentejo realizou-se este fim de semana um mastro, festejando os Santos Populares, no Largo de S. Luís. Sexta e Sábado dois bailes animaram a noite, abrilhantados por conjuntos musicais, tendo as marchas populares desfilado no Domingo. Os comes e bebes estiveram a cargo da Casa do Benfica.



Domingo de manhã aconteceu a primeira Feira de Velharias e Feira de Artes e Ofícios no átrio do castelo de Viana. Organizada pela Colecção B, Associação Cultural, pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo e pela Casa de Viana - Turismo Rural, teve também o apoio da Junta de Freguesia de Viana do Alentejo.
Esta iniciativa passará a realizar-se todos os terceiros Domingos de cada mês, a partir das 9,30 horas.



"A ideia da extinção ou fusão dos concelhos e freguesias portuguesas com poucos habitantes foi lançada durante um debate, no Casino da Figueira da Foz, subordinado ao tema "O poder autárquico na próxima década", que juntou actuais e ex-presidentes de câmaras municipais e outras personalidades com responsabilidades públicas.
"Joaquim de Sousa, ex-presidente da Câmara da Figueira da Foz, [...] avançou com a ideia da necessidade urgente de uma reforma administrativa para combater desperdícios públicos" [...]
"Maria da Luz Rosinha (PS) presidente da Câmara de Vila Franca de Xira [ex-presidente da Junta Metropolitana de Lisboa], não só concordou com a ideia, como inclusive lançou um desafio ao Governo do seu partido para assumir esse desígnio" [...]
"Gabriela Tsukamoto (CDU), presidente da Câmara de Nisa [...] corroborou a necessidade urgente de redução de autarquias, quer por extinção, quer por fusão [...]
"Isabel Damasceno (PSD), presidente da Câmara de Leiria, concordou que os actuais 308 concelhos e e 4261 freguesias são excessivos, mas mostrou-se muito céptica quanto à existência de vontade política para proceder a uma reforma administrativa que elimine autarquias. Tsukamoto, apesar de solidária, alertou: "se acabassem com os concelhos com menos de cinco mil habitantes, o que seria do Alentejo?" [...]

Afinal o que importa não é a literatura
nem a crítica de arte nem a câmara escura
Afinal o que importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio
Afinal o que importa não é ser novo e galante
- ele há tanta maneira de compor uma estante
Afinal o que importa é não ter medo: fechar os olhos frente
ao precipício
e cair verticalmente no vício
Não é verdade rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola
Que afinal o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim ainda há muita gente que come
Que afinal o que importa é não ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo!
Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria, e lá fora – ah, lá fora! – rir de tudo
No riso admirável de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra
Mário Cesariny
@: Nobilíssima Visão
"Tenho direito, como qualquer outro, de expor a minha opinião sobre alguns aspectos da vida da nossa comunidade, chama-se a isso o exercício da cidadania. Permita-me pois que coloque aqui algumas observações sobre os seus reparos, ao meu comentário.
"Caro Cristal de Alcobaça, no seguimento do seu raciocínio proponho que o meu bairro passe a ser sede de freguesia exactamente pelas mesmas razões que vossa excelência invoca para as Alcáçovas."
1. A continuarmos assim, na próxima reforma administrativa, o seu bairro e restante povoação poderão perfeitamente vir a ser mais uma freguesia de Évora.
"Não esquecendo que Aguiar ao contrário do que acontece em Alcáçovas e como sua excelência referente em relação ás questões de crescimento demográfico tem no meu entender mais condições para tal. Mas como continuo a achar que isto é uma brincadeira se calhar é melhor termos um bocadinho de respeito pelos outros."
2. Não percebo o seu argumento, mas está bem. No que toca
a brincadeiras e a respeito pelos outros, não sei onde é que está o seu sentido de humor ou mesmo o seu respeito, esgotaram-se na imagem do nosso Primeiro-ministro enforcado ou na boca do Eça de Queiroz?
"Viana é sede de concelho por mérito próprio, para além de ter uma posição central no concelho. E as Alcáçovas estão bem servidas no que diz respeito á proximidade autárquica."
3. Gosto desse argumento da relação, posição geográfica/sede do concelho, muito Euclidiano. Mas tem a certeza que conhece bem
os méritos de Alcáçovas?
"Os bons governantes, são bons tanto em Alcáçovas, Viana ou Aguiar, pessoalmente acho que está a menosprezar o povo de Viana quando o que quis foi menosprezar os políticos que têm assento na autarquia."
4. Falo no meu comentário de uma realidade que acompanho de perto, de forma consciente, há mais de trinta anos. Não cheguei aqui ontem, pertenço ao grupo dos que tiveram a coragem
de ficar. Não estou a menosprezar o povo de Viana, estou sim a constatar um facto – não temos encontrado entre nós um líder capaz, ponto final.
"Somos pequenos em tamanho e número e com questões tão patetas como esta como poderemos crescer?"
5. Agora o mais importante: faltou-me ler a sua opinião sobre as questões de base do meu texto; a relação de forças Alcáçovas/Viana; a falta de definição de linhas de orientação a médio e longo prazo para o desenvolvimento do concelho; o atingir do limiar máximo de endividamento da autarquia e finalmente sobre os monumentos de betão ?
Por fim será que estas questões, que concordará têm a ver com o futuro dos nossos filhos, são questões patetas?"
Cristal de Alcobaça
Projecção no Asfalto, de Raphael o pensativo"No final de cada Ano Pastoral (com excepção para o ano em que se realiza o Encontro Nacional), o Movimento realiza uma Peregrinação Nacional a um Santuário Mariano.
Este ano, numa organização da Equipa Interdiocesana, com
a colaboração de todas as Dioceses, o Movimento ruma até Viana
do Alentejo, convidando todas as famílias que “desejem participar neste acontecimento, certos que será uma experiência muito enriquecedora”, refere um comunicado da organização.
A Peregrinação contará com o seguinte programa: 11h, acolhimento e concentração junto à Matriz de Viana do Alentejo; 11h30, Peregrinação, rezando o terço até ao Santuário, seguindo-se a Saudação a Nossa Senhora; 12h30, almoço-convívio partilhado; 16h, Eucaristia presidida por D. José Francisco Sanches Alves, Arcebispo de Évora, na qual acontecerá a Consagração do Movimento a Nossa Senhora d' Aires." [...]
Por Guy Le Querrec - Alentejo. Baleizao."Estive envolvido na organização do XIV Congresso do Alentejo
com o compromisso de unir e não dividir.
E não fosse o expectável expediente a que se recorreu para contornar o que se decidiu por consenso, o encontro teria iniciado o processo necessário de mudanças.
Apesar da aparente abertura, o Congresso esteve longe de ser um fórum de debate plural e muito mais distante de ser a reunião magna dos alentejanos." [...]
"Ali esteve a maioria da lamúria, da angústia e do desânimo.
O que não deixa de ser antagónico com as mudanças que aqui se vivem e que combinam de forma única num Alentejo realizável onde tem de surgir uma mudança de atitude, que substitua a revindicação pelo compromisso da pró actividade, onde as pessoas passem a actuantes e não expectantes. E mesmo que tivesse valido o bom senso de não se aprovarem moções ou conclusões do congresso, como aconteceu, por falta de legitimidade e por não ser possível retirar qualquer conclusão de ideias tão divergentes como as que lá se ouviram, imperou o velho de tique de compor a realidade de acordo com agendas que não procuram o consenso.
Para a grande parte dos que ali ouvimos pouco importa o Alqueva,
o TGV, os investimentos no turismo, os aeroportos, ou o Porto de Sines e as plataformas logísticas. Porque simplesmente não querem ouvir falar do futuro, preferindo sempre o passado.
E vai-se tão longe como exigir grandes investimentos públicos
e privados que estão já em execução ou querer tomar para si como estratégico o que está já definido nos planos de desenvolvimento estratégicos nacionais. Lá voltámos a ouvir que o Congresso aprovou a reivindicação, em nome do Alentejo.
O que transforma um fórum na usurpação da opinião diversa e prova que continua a faltar uma verdadeira cultura regionalista.
Afinal o que mudou após treze edições do Congresso do Alentejo?
Muito pouco. Há coisas que levam muito tempo a mudar.
Há outras que se tornam irremediavelmente obsoletas." [...]

"[...] Leio este blogue e fico preplexo com alguns que aqui metem palha.. parece que estão a ler a maria e lhes deram a oportunidade de lá escrever...[...]
de resto até ha aqui pessoas com pés na terra e cabeça no sitio...
Agora vamos lá ao que supostamente vos deverá interessar...
eu tenho 25 anos e como a maioria dos meus amigos vou voar daqui pra fora dentro em breve. A vontade com que fico de voltar é zero. mas claro hei de sempre voltar para visitar a familia e amigos. A camara municipal não tem nem visão nem abordagem adequada para fixar, manter ou aliçiar jovens. E acreditem que existem ou existiam jovens com muito boas prestações academicas e mesmo pós-estudos cujo o berço foi esta bonita vila, que não vão voltar e podiam ter muito bem ter ajudado o municipio assim este tivesse sabido responder ás suas necessidades ou diferenças.. depois quando faz falta compra-se fora okay não interessa o que há é bom ... lol... é uma questão de horizontes
Todos os anos saem novas fornadas de jovens nestas situações.. e claro tb ha os que ficam porque tiraram um curso tecnico-profissional, depois uma qualquer empresa se aproveitou da mão de obra barata que o estado finânçia com o nome de estágio profissional e depois vão po desemprego até entrarem na tyco a bulir de noite porque se ganha mais uns trocos. Existe tanto potencial desperdiçado... ah e depois ainda dizem que a malta nova n faz nada por viana... mas porque é que será que quando vão pa outros sitios fazem? será porque nos outros sitios há mais sol do que em viana ? será porque nos outros sitios está mais quentinho do que em viana... n sei digam me voçes...
Quando eu for kota vou dizer os meus filhos .. olha vamos á terra do avô de ferias, a Viana do ALLentejo [...]"
[...] "No concelho de Viana do Alentejo existia, até ao aparecimento dos blogs, um certo medo de criticar aquilo que se fazia na câmara ou nas juntas. A verdade é que também faltavam meios para o fazer. Muitas pessoas andavam descontentes, mas não tinham coragem para dizer o que pensavam. [...]
Os senhores da política local andavam descansados, gozando de uma tranquilidade quase total, dado que a oposição tudo, ou quase tudo, permitia. Hoje tudo mudou, apareceram os blogs e com eles apareceram dezenas de criticos que aproveitaram para exteriorizar a sua opinião.
Não sei se as farmácias começaram a vender mais comprimidos para dormir, mas de facto há muita gente que deixou de dormir tranquilamente. Embora não o reconheçam, os senhores políticos, vão todos os dias ver os blogs, e muitas vezes fazem birra porque não gostaram do que viram!
Será isto falta de hábito? Ou será falta de espírito democrático? Ou será ainda falta de sentido de humor?
Falta de hábito é certamente! Falta de espírito democrático penso que não, sobretudo porque estamos a falar de pessoas ligadas a partidos que lutam pela liberdade, ou será que não? Falta de sentido de humor também se aplica em determinados casos!
Senhores políticos, os blogs são formas democráticas de expressão, não vale a pena fazer beicinho!" [...]"
Roberto Vinagre
[...] O executivo da Câmara Municipal de Viana do Alentejo através de um empréstimo bancário à Caixa Geral de Depósitos vai endividar-se no valor de 2.500.000 euros. É muito dinheiro.
Neste momento crítico da economia, ninguém sabe ao certo o impacto de devastação desta crise internacional, nem o tempo de duração, temos porém a certeza que vai ter graves consequências no nosso país e os próximos tempos são de vacas muito, muito magras. Não passa pela cabeça de ninguém pedir agora um empréstimo no valor daquele montante para fazer as segundas piscinas municipais no concelho com uma distância de 18 quilómetros às existentes na sede do concelho.
No meu entendimento, levantam-se algumas questões pertinentes. Não será melhor aproveitar este conturbado momento para fazer algumas poupanças ou investimentos sustentáveis criadores de emprego e geradores de riqueza em vez de estar a endividar os munícipes até ao tutano atingindo a autarquia o limite máximo de endividamento impedindo apoios do Q.R.E.N.?
Não seria melhor apoiar os mais desfavorecidos com a crise económica através do investimento no apoio à criação de emprego para jovens empreendedores ou políticas de apoio à infância ou apoio à terceira idade?
Mais betão, mais empréstimos, enfim, mais do mesmo ou ainda pior. Como cidadão e munícipe de Viana do Alentejo preocupo-me evidentemente. Como todos sabemos "não há almoços grátis", sabemos como estes empréstimos loucos começam, não sabemos como acabam."
"Lendo com alguma atenção os comentários anteriores, não me parece que alguém tenha aqui posto em causa a necessidade da actuação da ASAE ou da GNR. Apenas se questiona um evidente e por vezes desproporcionado aparato na acção dessas forças policiais, em especial da primeira. É obvio que eu e a grande maioria dos portugueses preferimos, apesar de tudo, esse aparato, desde que ele seja efectivamente acompanhado de um aumento real da segurança. O que nem sempre sucede.
Não concordo muito com o comentador que diz que estas entidades não poupam ninguém, grandes, médios ou pequenos. Pelo que se lê nos jornais e vê na televisão, a sua acção incide especialmente sobre os pequenos. É certo que os pequeninos "são mais", mas a totalidade do volume de negócios que produzem é muito inferior à dos grandes. Estes, por sua vez, são normalmente os grandes beneficiários das legislações produzidas pelos sucessivos governos.
Apenas um exemplo: todas as medidas hegienistas tomadas nos últimos tempos no sector da restauração, com o objectivo louvável, ainda que aparente, de defender o consumidor, conduzirão mais tarde ou mais cedo ao encerramento de muitos pequenos estabelecimentos,em especial aqueles cujas condições logísticas e fraca rentabilidade impeçam os respectivos proprietários de os adequarem às novas normas impostas.
Ora é obvio que isso vai abrir caminho e facilitar a instalação das grandes cadeias de “fast food”, restauração e cafetaria, que até agora se vinham queixando das dificuldades que estavam a encontrar em se implementar na Península Ibérica. Hoje mesmo, 30 de Setembro, a maior multinacional de “coffee-shops”, vulgo cafés, a Starbucks, abriu o seu primeiro estabelecimento em Portugal. É intenção dos seus responsáveis que, até 2010 e (para já) nas maiores cidades, esteja onde estiver, um indivíduo não esteja a mais de cem metros de um dos seus estabelecimentos!... Ora isso vai ser feito à custa de quê? Dos constrangimentos legais entretanto criados que, como já referi, vão obrigar os pequenos cafés e pastelarias a encerrar, cedendo o seu lugar ao gigante norte-americano.
Nós por cá já temos um Intermarché. Agora é aguardar pelo MacDonald’s, pela Pizza Hut e por dois ou três Starbucks."
Joaquim Maria D.
Feira d'Aires
2008
Entre os dias 27 e 29 de Setembro
2007
2004
2002
2000
1999
1979
1947
Escreve o Sr. Presidente da Câmara:
“Daqui para o futuro será necessário envolver uma entidade externa ao Concelho, e vamos esperar que possa continuar a funcionar bem…..”
Este e outros Presidentes de Câmara ainda não se convenceram que o País é um todo, e não o somatório de concelhos/quintinhas onde cada um decide como quer e gasta os nossos impostos a seu bel-prazer.
Por este andar, qualquer dia esta gente reivindica para os “seus” municípios o sistema feudal, onde o Sr. das terras aplicava a justiça e mantinha sua própria força militar.
Para os habitantes do nosso concelho a classificação do Santuário e as obras que eventualmente lá possam ser efectuadas vão ter obrigatoriamente o aval o IGESPAR- Évora, entidade suficientemente perto, mas a “milhas” dos interesses dos irresponsáveis que, têm sido os grandes obreiros da vandalização urbana sofrida pela nossa terra que a torna quase irreconhecível.
As pessoas, de bem e de fé, não querem o Santuário salvaguardado unicamente pela Igreja/Executivo que deixaram ao longo dos anos estragar as oferendas colocadas pelos crentes no seu interior e nos legaram, entre outras prendas, aquela desfigurada “horta”, onde pululam barracas por todo o lado.
Com tanto consenso entre a Câmara e a Paróquia de Viana, tal com diz o Sr. Presidente, relativamente ao ordenamento da zona envolvente ao Santuário de Nossa Sr.ª D'Aires, onde está para consulta esse esboço, projecto ou maqueta para discussão com a população e respectivos devotos.
Profícua colaboração entre este executivo e os vendilhões do templo.
É tudo feito nas costas do Zé-povinho, bem podiam ter editado num boletim de propaganda municipal um desenhinho, para justificar a tão apregoada democracia participativa existente, só escrita no incumprido programa eleitoral.
Acrescentaria às palavras do Sr. Presidente a seguir citadas: “a previsível entrada do Poder Central neste processo seja um factor de melhoria e aceleração destes processos, e não um travão à concretização dos mesmos.”
- se forem mamarrachos e afins que sejam de imediatamente travados esses projectos, pois o executivo deve nortear o seu trabalho perspectivando-o para o futuro e não para retribuir a interesses vagos e imediatos.
Em Évora, a feira de S. João, está cercada de património classificado e até ao momento tem sabido conviver com o mesmo.
Não é pelo IGESPAR que vamos deixar de ter a nossa feira, antes pelo contrário, essa Entidade, será o garante da sua valorização."
Margarida da Santa Padroeira
"Em Julho de 2008, estavam registadas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) 158 pessoas de Viana do Alentejo à procura de emprego. O desemprego afecta particularmente as mulheres, com efeito 101 mulheres pediram emprego no I.E.F.P. Registaram-se mais 57 pedidos de emprego dos homens. Ainda mais preocupante é o facto de 60 desempregados estarem inscritos no desemprego à mais de um ano, portanto, trata-se de emprego de longa duração. Temos ainda 25 pessoas à procura do primeiro emprego, enquanto 133 estão à procura de novo emprego. [...]
Durante o mês de Julho apenas uma pessoa foi colocada no mercado de emprego em seis ofertas de trabalho registadas.
Estas são as estatísticas dos pedidos de emprego do concelho de Viana, mas por trás dos números estão pessoas e essas têm rostos. [...]
É nesta gente que os eleitos e os governantes têm de pensar, devem a eles a obrigação de governar de acordo com as suas promessas eleitorais sem demagogia nem sacudir água do capote.
Quais os investimentos externos captados para o concelho de Viana do Alentejo?
Quais os resultados obtidos pelo Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico?
Há resultados com o Programa Finicia - Iniciativas Empresariais de Interesse Regional (FAME)?
Onde está a pequena Zona Oficinal de Aguiar? Quantos postos de trabalho as obras públicas municipais com investimento público vão ser criados?
[...] Estas são algumas das questões que gostaria de obter informação para todos conhecermos melhor as políticas de apoio ao desenvolvimento económico concelhio."

até SetembroA quinta edição do Escrita na Paisagem, "um festival transdisciplinar comprometido com a criação contemporânea", está de volta.
Vai decorrer até 30 de Setembro,
em vários lugares do Alentejo.
[...] "Este ano, o evento, com direcção artística de José Alberto Ferreira, que também assina a programação, elegeu
a casa como tema. O programa inclui teatro, circo, exposições, instalação, performance, música, dança, cinema, formação, encontros e debates.[...]
"O Escrita na Paisagem abre ainda mais portas com o circuito "O espírito do lugar", que envolve sete artistas, sete lugares e sete criações. Os castelos de Montemor-o-Novo, Arraiolos
e Viana do Alentejo; o centro histórico de Redondo e os museus de Estremoz, Évora e da Luz são os espaços escolhidos para acolherem os sete trabalhos, assinados pelo colectivo AuzProjekt
e José Miguel Gervásio, Colecção B, Noémia Cruz, Nuno Vasa, Regina Guimarães e Ana Deus, Rodrigo Oliveira e Sebastião Resende."[...]
[...] "realmente este atirar de farpas, já aborrece e falar é fácil, os votos contras nas reuniões de câmara, e câmara e câmara...não haverá mesmo mais nada a melhorar neste concelho? deixe-me dizer que há um banco em Viana onde fui outro dia e recebi um tratamento muito indelicado, no centro de saúde quem tem cunhas passa à frente quem não tem morre à espera de uma consulta. mas há coisas boas, felizmente muitas, as farmácias têm excelentes colaboradores, que nos ajudam SEMPRE, no Rotunda é impossivel sair indiferente à simpatia do Toninho e da Dª Luisa. na bomba da Galp há sempre um sorriso para nos animar, apesar do preço do combustivel. E o Tony e Sr. Horácio são uma ternura para cada cliente. Se todos soubessemos valorizar o que temos de bom, de certo que construiamos um melhor concelho."
anónimo
"Fazendo uso do conhecido Dicionário Prático e Interpretativo Políticomunicipalês-Português tentei
a tradução, para língua corrente, do texto “Já agora”. A tarefa foi-me sobremaneira dificultada porque, sendo já de si
um dialecto difícil, está esta peça escrita
na sua versão mais primitiva, o chamado “baixo-políticomunicipalês”. A tradução do título não oferece porém grandes problemas, pois é sabido que “Já agora” significa, em bom português,
“Por enquanto...”.
Os três primeiros parágrafos também não apresentam grande dificuldade no translado. Assim, no primeiro, quer-se apenas dizer: “a verdade é que eu pouco mais tinha para dar de fazer ao Diamantino, que justificasse o seu chorudo ordenado, do que escrever esta xaropada”. No segundo é admissível a sua tradução por “as novas realidades já não são compatíveis com a presença de controleiros “empatas”, pelo que lhe dei um chuto no traseiro e o mandei ir pregar para outra freguesia”. No terceiro e último parágrafo deverá ler-se “cada vez tenho menos confiança na cambada que me cerca, pelo que o melhor é ser eu próprio a passar a escrever estas coisas, não vá o diabo tecê-las…”
Chegamos por fim ao último bloco do texto, aquele em que o escritor pretende, finalmente, passar a sua mensagem. Aqui sim a tradução revela-se muito difícil, diria mesmo quase impossível. Primam estas três derradeiras frases por uma aparente e tortuosa falta de nexo, num estilo inconfundível, muito cultivado pelo seu autor e já abundantemente verificado noutras situações, mesmo nas de natureza epigráfica. Mas ainda assim ensaiemos a sua translação. De uma forma muito geral o que se pretende dizer é “até agora quem escrevia isto fazia-o de forma a vocês não perceberem nada. Mas comigo vai ser diferente, vou usar este espaço para vos passar informações preciosas sobre a vida da Câmara Municipal.
E para verem que não vos estou a mentir, lá vai a primeira: desejo-vos boas férias!”
Cesário Verde de Viana
"Parece que este moço Frederico
é o intelectual de serviço ao blogue situacionista desse outro indescritível personagem que é o Fabi, vereador eleito pelo PSD local e que, pelas posições que toma (ou não toma…) nas reuniões
de Vereação, mais parece ter sido eleito pelas listas da própria CDU.
Posto isto, começo por afirmar que me estou nas tintas para o discurso do Cavaco, talvez aquilo tenha sido apenas um “lapsus linguae”, talvez não.
Afinal o homem é uma formatação do Estado Novo, paradigma do indivíduo que nesses tempos tudo aceitava e nada punha em causa, mais interessado na sua vidinha do que na contestação à triste realidade que o cercava e de que certamente se aperceberia. E que no pós 25 de Abril teve a sorte de ter tido um automóvel para fazer rodagem…
Disserta então o nosso moço Frederico acerca da bondade do colonialismo português ao tempo do Estado Novo, num discurso serôdio e revisionista capaz de ombrear com os melhores momentos do ultramontano Cazal Ribeiro na Assembleia Nacional de má memória. Que não, que não era um regime racista, que a raça para Salazar era assim como um “melting-pot” de brancos, pretos, castanhos e amarelos (mas não vermelhos, Deus nos proteja…), enfim uma precoce espécie de “todos diferentes, todos iguais”.
Isto e mais uma catrefada de outras sandices de difícil descodificação.
Na ânsia de mostrar a sua sapiência, eloquentemente discorre o moço Frederico acerca do que pensa que sabe, do que não sabe e do que ouviu vagamente falar. Ele é o Gilberto Freyre
e o luso-tropicalismo, ele é o Mendes
que é Corrêa e não Correia,
ele é o eugenismo e o higienismo, ele é enfim a secular e harmónica tolerância dos colonizadores portugueses…
Até se dá mesmo à pilhéria ao evocar
a tese de licenciatura desse perigoso racista (porque defensor do aborto) que foi, pasme-se… Álvaro Cunhal!"
""Neste blog supostamente tão independente já vi de tudo.
Já vi pessoas serem completamente ultrajadas e os seus nomes ficarem aqui expostos. Outras vezes são encaminhados para o "caixote do lixo" com uma auto estrada para lá chegar e consequentemente alimentar as hienas. Outras vezes aparecem nomes cujos comentarios são removidos e fica esse registo por parte dos administradores. Outras vezes aparecem nomes em comentarios que pura e simplesmente desaparecem sem deixar rasto. Conclusão : nem todos são iguais. Este blog patrocina a buçalidade contra alguns e (muito provavelmente) quando se sentem atingidos a si mesmos tentam fugir e "apagar" (apagar-se?), na vâ esperança de "ninguem saber".
Caros amigos, estes meios estão ao alcance de todos. Em qualquer altura uma pessoa tão sem escrupulos como quem está a patrocinar este blog pode resolver utiliza-los tambem e pode resolver recorrer a eles.Tendo em conta o baixo nivel que atingiu e a buçalidade crescente que se nota em alguns comentarios, talvez esse dia jà tenha estado mais longe.
VEREMOS O DESTINO DESTE MEU COMENTARIO. Não sei se terei sido suficientemente mau para ter honras de publicação. Ou de manutenção. Ou outra coisa qualquer.""
"A sua acusação de censura selectiva,
como bem sabe, ou não sabe, não passa de uma provocação pífia.
Se há alguma coisa que este blog não pode ser acusado é de a fazer.
Sabe lá quantos comentários já tivemos de apagar, vindos de todos os lados, neste cenário de guerra sem quartel que se tornou o Viana e Tal nos últimos tempos?
Provavelmente, alguns escritos por sí, já que se sente tão lesado por uma possível censura.
O "Viana e Tal" terá sempre uma porta
aberta a qualquer reflexão cujo motivo seja Viana do Alentejo.
A nossa única responsabilidade, está nos posts e não nos comentários.
"Estes meios estão ao alcance de todos". Faça o seu blog, forum, group... Assuma-se. E deixe de nos achacar.
Conclusão:
De tão rotundo, o seu comentário responde a ele mesmo, os blogs
são como os detergentes, cada um leva para casa aquele que quer."
"Saiba que a CMVA, também tem, desde 2006, um fundo disponível de 50000 euros a que nunca ninguém recorreu.
Esta iniciativa foi divulgada em sessão pública no Cine-Teatro com a presença de alguns empresários do concelho.
Se ninguém a aproveita é outro assunto, mas não vale a pena acusar a Cãmara de não ter aderido ao FAME. Essa crítica/piadinha não tem fundamento"
"Segundo o censos de 2001, vocês
são responsáveis pelo bem estar
e desenvolvimento social de 5615 almas (699 em Aguiar, 2088 em Alcaçovas
e 2828 em Viana do Alentejo).
Desde 2006 têm um fundo para novos empreendedores, que ninguém aproveitou e acham normal? Fizeram uma reunião com empresários e tiraram o cavalinho da chuva? Não se importam em procurar novos valores, anunciar
as possibilidades ou seduzir empreendedores para novos projectos estruturantes no Concelho?
Vocês andam deprimidos
ou são incompetentes?
As reuniões de Câmara mais parecem uma boda aos pobres, subsídio para aqui, subsídio para acoli, piscina para aqui, piscina para acolá...
Qual é a vossa visão de Viana do Alentejo daqui a 5, 10 ou 15 anos?
Será que são uma cambada de burocratas esclerosados, ou são simplesmente maus (e estão a abotoar-se com os parcos recursos do concelho)?"
não assinado
"Olha..... mais um esperto!"
Velho Potes

"è incrivel esta vontade de falar de patrimonio quando no tempo do Chico Zé Baião de animador cultural da camara assistiu impavido e sereno á dinamitação da anta da senhora daires no local onde hoje se fazem as touradas o executivo
do PS fez explodir o patrimonio.
Já se esqueceram????
o povo de Viana não tem memoria curta
vejam lá se se lembram."
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"Cumpre-me esclarecer a putativa
D. Carlota Fialho que, tal como já referiu
o comentador precedente, o monólito destruído junto ao Santuário de Nossa Senhora d’Aires não se tratava de nenhuma estrutura funerária pré-histórica ou similar, mas sim e tão só de um massivo afloramento granítico. Mas ainda assim poderei informá-la(o) que ao tempo da sua destruição – inícios da década de noventa –, já não era funcionário da Câmara Municipal, uma vez que a abandonei pouco tempo depois do Partido Socialista ter ganho as eleições. Mas, ainda que o fosse, a responsabilidade seria sempre dos eleitos políticos da altura e nunca minha, simples funcionário, pois são aqueles primeiros que respondem (ou deveriam de responder) por todos os actos praticados pelos órgãos autárquicos que dirigem. Os funcionários são isso mesmo, funcionários, agentes que se limitam a cumprir as ordens emanadas pelos seus superiores hierárquicos. Informo-a(o) ainda de que nunca concordei com a destruição dessa fraga, onde brinquei amiúde em criança e que marcava de forma muito bela a paisagem; contrariamente com o que sucede com a fantasmagórica seara de postes, que teimam em permanecer em frente do Santuário…
Quanto à memória do povo, também acredito que ele não a tem curta.
Mas a sua sim, é indistinta e confusa,
pois ou não se lembra realmente do penedo, ou não faz a mínima ideia
do que é uma anta!"
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"Utilizando os antigos métodos da PIDE-DGS, o poder instalado está tentando infiltrar PROVOCADORES
no seio desta comunidade, utilizando
o nome de Carlota Fialho, lançando mensagens que apenas, por breves instantes, podem desarticular, para os menos atentos, o pouco que tenho escrito.
Gente sem ideologia, sem passado e presente cujo exemplo de vida não pode servir para as gerações vindouras e dos quais muitos comunistas se envergonhariam, desta ralé que despudoradamente utiliza a sigla PCP – “felizmente” para muitos comunistas já não estão cá para ver.
No entanto, acabo por ficar muito satisfeita por saber que os meus “artigos” estão a superar os objectivos inicialmente traçados.


"Transcrição na integra do texto apresentado na página 12 do referido Boletim Municipal:
"A Câmara Municipal de Viana
do Alentejo já terminou
a repavimentação de algumas artérias
do Concelho.
A intervenção começou já alguns meses
e só agora ficou concluída
com a repavimentação de algumas artérias na freguesia de Aguiar.
Em Alcáçovas sofreram melhoria
a Rua do Relógio, a Rua de S. Pedro,
a Rua Nova e a Rua do Carmo, enquanto que em Viana do Alentejo
foram a Rua dos Combatentes da Grande Guerra, a Rua Padre Américo,
a Rua da Àgua Abaixo e ainda a Estrada de S. Pedro.
A repavimentação destas artérias permite uma melhor circulação
e responde a uma necessidade
das populações. está ainda prevista
a repavimentação de outras ruas assim
que o tempo o permita. Ao mesmo tempo
a Autarquia procedeu ao arranjo
de bermas e passeios."
Porque não está no texto o nome
das Ruas de Aguiar que foram repavimentadas?
Porque este texto é uma grande mentira, pois nenhuma Rua de Aguiar sofreu qualquer repavimentação nos últimos tempos.
Como é possivel que sendo o Senhor Presidente da Câmara Municipal
de Viana do Alentejo o Director
do referido Boletim permita
que se publique esta grande mentira."
José Luís Rocha