10.02.2008

Gastos em Cultura



[...] A nível nacional, os gastos camarários com actividades culturais ultrapassaram os 900 milhões de euros ao longo de 2005. [...]

Para hierarquizar os investimentos das câmaras de todo o país na cultura, a Marktest definiu cinco níveis de montantes gastos. [...]

Como seria de esperar, Lisboa é a cidade que mais dinheiro investe nesta área, exactamente 45 milhões de euros (4,9% do total nacional).

No entanto, se as contas forem feitas ao investimento por habitante, a lista é outra, liderada por pequenos municípios que possuem eventos tradicionais que obrigam a grandes investimentos.
Barrancos, com as famosas corridas de toiros de morte, é disso exemplo. Contudo, os 663 euros de investimento por habitante ficam atrás de Castro Marim, dona do primeiro lugar, com 821 euros per capita.

Destacam-se ainda os concelhos do Redondo, Aguiar da Beira, Viana do Alentejo, Vila Velha de Ródão e Alcoutim, todos com gastos por munícipe acima de 500 euros. [...]

@: auniao.com - 30.09.08
Recebido em: vianadoalentejo@hotmail.com

21 comentários:

cuidado com o gordo disse...

500 euros por munícipe? Se é para entregar dinheiro a estes tristes analfabetos que controlam a parte cultural do concelho, para nos presentearem com cultura descartável e atirarem areia para os olhos do povo bem que me podem devolver os meus 500 euros, que de qualquer forma nunca ponho o pé em nenhuma iniciativa desta câmara!

EDUCAÇÃO CULTURAL É A SOLUÇÃO!!

Tanto para os comuns habitantes como para os responsáveis camarários que culturalmente (e não só) são completamente ocos...

É triste a sina deste concelho... alguém se lembra da Viana de há cerca de 15/20 anos e da fama cultural que esta tinha no Alentejo e no país? Pois é... para onde foi essa fama agora? Continuem a votar nos mesmos e a encher ainda mais o bolso a esta malta que está no poder que daqui a outros 10 anos vamos dar com uma terra povoada apenas de malta que a única cultura que conhece é a da romaria a cavalo e dos cd's pimba contrafeitos da feira (estes últimos pelo que parece também já estão em extinção!)

Eu já fugi do concelho, e tu?

Anónimo disse...

Ora 500 euros vezes 12 anos ... eu quero os meus dinheiro já!!!

Anónimo disse...

vezes quê??? 12 anos??? e o resto?
daqui a pouco são 16 aninhos deste fado(triste). tambem eu quero a minha parte desse caixote da cultura, mas em euros por favor... que tenho a barriga cheia de tanta desgraça a que apelidam de cultura.

Anónimo disse...

Ricos investimentos na cultura à conta do contribuinte concelhio, cada vez mais pobre.
Como se fossemos um concelho rico, este pessoal mandante, vai dando uma bela ajuda a depauperar o magro orçamento disponível.

Também quando o dinheiro não é nosso, que se lixe, é como manteiga em focinho de cão.

Que se lixe ,quem vier atrás que feche a porta.

Depois para mostrarem as obras de fachada pré-eleitorais, este executivo, vai endividar a Câmara até cerca de um milhão de contos, com recurso a empréstimo no banco.
Quem vier atrás que feche a porta.

Este executivo adormece-nos com espectáculos pagos a peso de ouro e emagrece-nos a barriga com os impostos lançados aos munícipes.

À frente da máquina da propaganda, de mãos livres, por ordem superior, a Manageira Rita Torres paga, dos nossos ordenados, umas festinhas e uns lanches regados com uns litros de gasóleo.

Ganda Cambra que nós temos.

Anónimo disse...

É pá, porreiro, lá vem uma notícia em que o concelho de Viana do Alentejo está no pelotão da frente.

Sem sabermos que nos metem a mão ao bolso, cada munícipe entrega na Câmara 500 € para espectáculos que a maioria nunca vê.

Prá frente grande Edil, só falta mais um mandato.

Anónimo disse...

Esta até poderia ser uma boa noticia. Uma Câmara que gasta dinheiro com a cultura, muito dinheiro, seria sempre uma óptima noticia. Mas este número diz-nos muito pouco, quase nada. Se não, vejamos:
No caso de Viana do Alentejo, uma capitação de cerca de 500€ anuais significaria um gasto total de perto de 3.000.000 euros. É, sem dúvida, muito dinheiro. Sendo que estes números dizem apenas respeito a 2005, ano da (re)inauguração do Cine Teatro Vianense, admitamos que nesses três milhões já está incluída a verba gasta com as obras nessa sala de espectáculos, 1.400.000 euros. Restarão assim 1.600.000 euros, qualquer coisa como 320.000 contos. Não sei se esta verba contempla os vencimentos dos funcionários vinculados à acção sócio-cultural. Imaginando que sim, qual a percentagem ali representada? Como não sei quantos funcionários autárquicos trabalham nesta área, o cálculo torna-se muito difícil. Mas suponhamos que um terço daquela verba, 500.000 euros, serviu para pagar vencimentos. Resta-nos pouco mais de um milhão de euros, duzentos mil contos, para despesas com as bibliotecas, oficina da criança, contratação de espectáculos, feiras e romarias, programação do Cine Teatro, subsídios às colectividades, bolsas de estudo, etc. etc. Continua a ser muito dinheiro, duzentos mil contos. Pessoalmente e pelo que conheço da actividade cultural da Câmara, não consigo vislumbrar efeitos positivos desse investimento no espectro sócio-cultural local: as bibliotecas municipais estão muito aquém do exigido actualmente a este tipo de equipamento, a oficina da criança (projecto interessante, ainda que decalcado no conteúdo e na forma do de Montemor-o-Novo) não consumirá seguramente grandes recursos, a programação do Cine Teatro é sofrível, por vezes a rondar o medíocre, sem quaisquer critérios de ligação entre os diversos espectáculos que denunciem a existência de um projecto bem estruturado e planeado a médio/longo prazo, o apoio associativo, bandeira do actual executivo, é apenas quantitativo, residindo a qualidade em apenas duas ou três colectividades. Enfim, muito dinheiro gasto para tão singelos resultados.

Mas imaginemos agora que desses três milhões não saíram as verbas atrás referidas, que eles foram integralmente gastos na “animação pura e dura e seus afins”… Bom, se assim foi, isto torna-se um caso de polícia. O que aliás, segundo consta, já é…

Destas considerações emerge um facto óbvio: a ausência de informação por parte de quem no-la devia fornecer. Os boletins municipais e as próprias actas das reuniões de vereação são totalmente omissos naquilo que é relevante: como, onde e com quem gasta a Autarquia Local o nosso dinheiro. Uma gestão que se deveria reger por critérios de transparência, que deveria possuir “paredes de vidro”, é afinal fechada e opaca. Porquê?

Joaquim Maria D.

Anónimo disse...

CULTURA ??? em Viana ???
Passa-se fins de semana e essa vila parece um deserto...
Podia-se fazer mais e com pouco dinheiro. Basta vontade e dar o corpo ao manifesto.

Anónimo disse...

Ao ler este blogue pensava que o administrador fosse uma pessoa justa, já o vi remover comentários ofensivos a pessoas que nada têm que ver com a politica deste concelho. Não permitindo referencias a nomes de tecnicos, que são apenas e só funcionários de instituições, hoje, amanhã e até aos 65 anos. Fale-se do que se tem que falar mas roupa suja faz descredibilizar tudo o que tem escrito e feito por aqui não acha??

Anónimo disse...

A Senhora Doutora Dona Rita Torres é "apenas" uma simples funcionária da Câmara Municipal de Viana do Alentejo? Olhe que até ela pode levar a mal esta sua afirmação....

Olho aberto! disse...

AHAHAHAHAHH!! Doutora? Onde? Só se foi recentemente, porque a última vez que ouvi falar disso ainda não tinha sequer acabado o curso. Mas a categoria de certas pessoas consegue-se perceber pela forma como tentam ser aquilo que não são e colocar-se acima de outros aos quais em situações normais nem sequer aos calcanhares chegariam.

Anónimo disse...

Não vão por aí essa conversa já foi, já se percebeu, passem adiante,falem do tópico.

Anónimo disse...

E o tópico é, recorde-se: são bem ou mal gastos os 500 euros que a Câmara gasta, por cabeça (dados de 2005), com cada munícipe na acção socio cultural.

Anónimo disse...

Pois claro que tem que ser 500 euros, para o mesmo empresário, pois ele tem que dar algumas luvas.

Anónimo disse...

Ouvi dizer que quem escreve estas coisas são aquelas pessoas obesas, que vivem à custa dos contribuintes com o Rendimento Minimo? Talvez sejam apoiadas por doutouras loucas que se dispõem a ajudar, as "amigas".

Anónimo disse...

A cultura é uma parte importante para qualquer autarquia investir. Habitos culturais não se impõem mas naturalmente criam-se. Um povo com bons habitos culturais é naturalmente um povo mais esclarecido e logo mais interventivo e quiçá até mais abenegado. Não considero excessivo o gasto com a cultura nos municipios menores, desde que nos sirvam muitos espectaculos como o do TNC, os CORVOS, ALA DOS NAMORADOS, SERGIO GODINHO. Reconheço no entanto que em muitos deles o publico não adere, apesar disso julgo que se deve insistir e não cair no facilitismo de dar PIMBA porque isso em nada ajuda na educação cultural de qualquer povo.

Anónimo disse...

A câmara paga uma parte para o artista, outra parte para o empresário e o restante divide-se pelos bolsos do elenco democrático! Será?? Há coisas bem mais difíceis... :P

Anónimo disse...

E que informações estas... fiquei muito mais esclarecido ;)

Anónimo disse...

Diz um(a) comentador(a) que
"a Senhora Doutora Dona Rita Tores é "apenas" uma simples funcionária da Câmara Municipal".Eu pergunto qual o funcionário (Simples) da CM funcionário tem carro e telm,e outras mordomias, tal como tem essa dita Dr.ª?

Anónimo disse...

Acho que os "simples" não têm direitos, pelo menos desses :)

Anónimo disse...

... Talvez o objectivo da dita drª seja substituir o acessor com que o chefe correu a pedido da própria... quem sabe... ??? o carro já herdou!!!
O mundo é dos "simples", mas alguns cargos na Câmara são para os compostos (bem compostos - roupita de griff pelo menos)

Anónimo disse...

invejosa, querias ter igual não era??

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