6.13.2008

A Transferência






@: alcacovas.blogs.sapo.pt

13 comentários:

Anónimo disse...

é pena darem enfoque a cométario em vez de destacarem o artigo do Frederico que é sobre a nossa Terra.
assim se alimentam polemicas que não tem qualquer razão de ser.

Parabéns ao Frederico por ter colocado no blog das "Alcáçocas" um artigo e uma foto do nosso belo castelo.

Alguem de Viana

Anónimo disse...

A sede do Concelho para Alcáçovas já! Não pelo vastíssimo património, que Alcáçovas tem, ou por estar mais bem cuidada, que está, mas por, e isso sim, ter uma alma comunitária que não existe em Viana. É impensável, nesta terra ver as pessoas porem de lado as suas questiúnculas a favor do interesse comum, mesmo que com isso, estejam a hipotecar o futuro dos seus filhos. O que nos falta em espírito de corpo, sobra-nos em egoísmo, já António Isidoro de Sousa foi vítima disso.

Mas que não se pense que ao longo dos anos Alcáçovas tenha perdido alguma coisa por a sede do município estar aqui. Sempre assegurou vereadores fortes, dedicados quase exclusivamente à promoção dos interesses da sua comunidade. Viana tem este presente envenenado que é a Câmara mas não tem quem cuide dela. Na realidade temos sido reféns dos votos de Alcáçovas que, no momento da verdade, põe as nada importantes questões partidárias de lado e vota sempre, de forma a garantir um vereador com forte poder negocial.

Esta lógica de gestão impediu a criação e prossecução das imprescindíveis grandes linhas de orientação, necessariamente ultrapassando os ciclos de quatro anos.
Mas que ninguém cante vitória, nesta história não há vencedores, só vencidos. No conjunto todo o Concelho foi fortemente lesado. Basta olhar à nossa volta para ver como deixámos passar ao lado oportunidades que outros agarraram, oportunidades que provavelmente não se voltarão a colocar no nosso caminho.

Aguiar com o seu recente crescimento demográfico irá alterar num futuro não muito distante, como já muitos perceberam, a relação de forças actualmente existente no Concelho. Pena é que, como Lúcia de Jesus diz, seja numa altura em que a Autarquia esteja endividada e falida.
Em vez de se gastar o pouco que nos resta da capacidade de endividamento em monumentos de betão para perpetuar a vaidade de quem nos tem administrado, talvez não fosse má ideia pararmos um pouco, todos, e pensarmos no que queremos. Não para nós, mas para os nossos filhos!

Cristal de Alcobaça

Anónimo disse...

Com uma certa incerteza no futuro, mas pensando friamente, acabo por concordar com a opinião da Lúcia de Jesus e do Cristal de Alcobaça, mas como complemento de conversa vou debruçar-me mais sobre questões técnico-administrativas.

Eu que sou nascido e criado em Viana reconheço que ao transferirmos a sede de concelho para Alcáçovas resolvíamos duma assentada grande parte dos problemas que nos vão afligindo, só que no meio disto tudo haveria um pequeno senão. Teríamos que continuar a designar o concelho, por concelho de Viana do Alentejo para não nos engalfinharmos em lutas tribais à moda do Norte.

Não são mais uns quilómetros que prejudicaria a população de Viana e de Aguiar, pois já muitos de nós estamos habituados a fazermos quilómetros para Évora todos os dias. Não vou escamotear que previamente à mudança teríamos que efectuar obras na estrada que liga Viana à Estação das Alcáçovas.

Resolvido este problema, o novo executivo podia lançar mãos à obra na recuperação do Paço dos Henriques, onde foi assinado o Tratado de Alcáçovas em 1479, em colaboração com as associações culturais existentes naquela localidade e em sintonia com a restante população do concelho.
Efectuada a obra de recuperação desse palácio, o mesmo poderia acolher o Executivo Camarário, bem como a Assembleia Municipal em condições de maior dignidade. Este edifício devidamente recuperado tinha condições, para atender melhor a população, ao mesmo tempo que poderia distribuir gabinetes adequados aos vereadores da oposição, ao contrário daqueles que hoje possuem com dimensão semelhante às celas de clausura monástica. Foi um pequeno lapso, quando foi efectuada a remodelação no edifício da Rua Brito Camacho, terem-se esquecido do espaço a reservar à oposição, omissão que não iria acontecer nos novos Paços do Concelho.
Efectuada a mudança, mantínhamos uma delegação da Câmara, nos desactivados paços do concelho, com melhores condições para receber os munícipes, do que aquelas que são hoje oferecidas aos Alcáçovenses. Neste edifício ainda sobraria espaço para a junta de freguesia de Viana e para as novas instalações do grupo Seara Nova e para alguma nova associação de amigos de Viana que eventualmente viesse a surgir.
Em colaboração com o poder central podíamos aproveitar o actual edifício da junta de freguesia para instalar o cartório notarial que justamente tanto tem preocupado o actual executivo.

Para não prejudicar os funcionários seria oferecido transporte gracioso em autocarro para as Alcáçovas.
Também numa política de concertação com os trabalhadores seria instalado um refeitório condigno, semelhante ao refeitório da Câmara do Seixal, mas mais pequeno, que serviria tanto o pessoal operário não deslocado, bem como o pessoal administrativo e técnico, acabando-se de uma vez por todas a desculpa deste último grupo profissional quando alguém é apanhado a tomar a sua refeição em cima da secretária, à semelhança dos Japoneses que comem no posto de trabalho.

Quanto aos serviços da Administração Central e parte dos Bombeiros continuariam em Viana do Alentejo para, como se diz, dividir o mal pelas aldeias.

Analisado o saldo final desta mudança, ficávamos com as melhores piscinas do concelho a estrear mas por pagar, transformávamos o mercado existente nas Alcáçovas em municipal, e tínhamos uma sede de concelho mais atraente para receber os visitantes.
Sei que os Vianenses, tal como eu, olharíam com alguma desconfiança esta mudança e que num primeiro momento voltaríamos a colocar faixas pretas ao vento, mas com o tempo e vendo a obra realizada pelo dinâmico autarca filho de Alcáçovas rapidamente aceitaríamos a nova realidade.

Joaquim Cardoso

Anónimo disse...

Sonha filho sonha, que por enquanto ainda não pagas nada....
mas também deixa que te diga á muito que não via tantas asneiras num só texto ( andas com pesadelos certamente).
Velho Potes

Anónimo disse...

............../...............
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

António Gedeão: pedra filosofal

Anónimo disse...

Alguém de Viana, ainda bem que colmatou o lapso indesculpável do(s) autor(es) deste blogue dando os parabéns ao Sr. Frederico Carvalho pelo artigo e pela bela foto do nosso castelo que este colocou no blogue das “Alcáçovas”.
Da mesma forma poderá, mais uma vez, dar os parabéns ao Sr. Frederico Carvalho pelo comentário, extensamente documentado e sem omissões:

Viva o Sto António, Viva o S. João, viva o “Dia da Raça” e a Restauração..e o Fascismo, porque não? http://alcacovas.blogs.sapo.pt/591410.html#comentarios

Qualquer dia, enfiando-me os dedos pelos olhos dentro, vêm-me dizer os mais letrados que Salazar teve uma prática condicente com a Declaração Universal dos Direitos Humanos que foi adoptada pela ONU em 10 de Dezembro de 1948. http://www.fd.uc.pt/hrc/enciclopedia/onu/textos_onu/dudh.pdf

Deixo-vos apenas os primeiros dois artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
Artigo 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Artigo 2.º
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Para os mais saudosos termino com uma frase de Salazar

“Levar a cultura, a religião, em suma a civilização aos povos não civilizados”

Zé da Cooperativa

Anónimo disse...

Gosto mais do Velho Potes seguro e austero sem … aquele ar ameaçador.
Desembuche homem, somos todos cá do memo sítio, durma descansado que o Estêvão ainda não nos deixou e se Deus quiser ainda será Presidente por muitos e longos anos. Mesmo que os Paços do Concelho sejam nas Alcáçovas ele pode lá naturalizar-se facilmente, ganhar as eleições e o concelho continuar na mesma senda de progresso.

snisga27 disse...

sede de concelho para alcaçovas???e ja aseguir meus bravos.isso era o que vos querieis mas nunca a vao la ter.saudaçoes vianenses.

Anónimo disse...

snisga27

Não sejas mauzinho(a).
Ou não estás a perceber nada?

Anónimo disse...

O pessoal percebe muito bem... Apesar da filosofia/psicologia ser torcida ou por vezes invertida... Continuem na senda da psicopatia e verão os bons resultados de progresso que daí advirão!

Ao ler estes comentários tive a certeza do desnorte e da falta de lógica daqueles que tentam manipular não só o sistema, como também as opiniões em geral...

Mas não é com tanto enrolo que vão lá...

Continuaremos a trocar opiniões livremente e o dia das conclusões acabará por chegar... Depois veremos o que será dito ou desdito!

Saudações bloguistas

Anónimo disse...

Anónimo, bonita música e com grande mensagem essa do Gedeão!
Mas o povo não quer músicas e mensagens bonitas!
O povo já só acredita naquilo que os olhos vêem...
Mas a intenção pareceria boa!
Continua a tentar...

Anónimo disse...

Como as coisas vão indo é fácil adivinhar que no dia das conclusões tudo fique na mesma, para isso os motores dos autocarros já estão em marcha e bem lubrificados e nós pouco temos feito para que o resultado possa ser outro – é verdade!
Os empreiteiros acabarão as obras em tempo oportuno e a máquina de inaugurações das obras de fachada mostrará trabalho à população. No meio de uns beberetes vão escondendo-lhes a factura de quase um milhão de contos para não azedar a festa – espero também lá estar confraternizando com todos aqueles que tanto têm empenhado o concelho.
Mas desconfio que a dúvida começa a apoderar-se -se de V. Exas., pois têm visto tanta coisa por aí, inesperadamente certos factores com que ninguém contava, transformam aquilo que parecia favas contadas em noite de insónias até ao dia das conclusões.
Devemos mostrar confiança aos nossos camaradas, como quem caminha triunfante para a quinta vitória consecutiva, não ligando à fumaça levantada pelo bando de maltrapilhos perdedores, mas … foi com essa atitude descontraída que perderam Évora, Portel etc etc.

Mas não é com tanto enrolo que vão lá... pois os “Consiglieri” estão todos do lado de cá.
Sem querer até rimou, afinal temos poeta.

Mais importante que a poesia é que a oposição não tem ninguém – coitadinhos, para enfrentarem a poderosa máquina trituradora de oposições que se chama CDU-Viana, ninguém se atreve a bloquear o seu andamento.
Se a máquina ganhadora CDU-Viana, comandasse as estruturas locais de outros concelhos que entregaram a alma ao diabo, pois a militância já não é o que era, o Sol do Alentejo voltaria novamente a ser todo vermelho.
Afinal no Viana e Tal a conversa está mais civilizada, as pessoas controlam melhor as suas emoções, será?
Termino com uma frase que não é minha:

Subestimar o “inimigo” é um erro e pode ser um erro fatal. Não subestimar o “inimigo” é sabedoria.

Sudações bloguistas

Anónimo disse...

Hummmm.... Muito bem ! Não é tua... É de quem a apanhar.....iololol

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