7.03.2008

"Há muitas maneiras
de matar pulgas"




O líder do PCP admitiu que os comunistas voltem a eleger o Comité Central, no próximo congresso, por voto secreto, como impõe a lei que o partido contesta.


"Não digo que 'há muitas maneiras de matar pulgas', mas assumiremos a nossa autonomia - o congresso é soberano na sua decisão -, e não será por aí que vão ilegalizar o PCP e a sua direcção", afirmou Jerónimo de Sousa na conferência de imprensa do Comité Central comunista, reunido em Lisboa desde domingo. Na reunião, em que preparou o congresso de 29 e 30 de Novembro e 01 de Dezembro, em Lisboa, o Comité Central anunciou que não serão feitas quaisquer propostas de alteração dos estatutos ou do programa - que no passado o grupo dos "renovadores" exigiu, sem êxito." [...]

"Os comunistas sempre contestaram a disposição da obrigatoriedade do voto secreto da Lei dos Partidos Políticos, aprovada pelo PSD, PS e CDS-PP, por considerarem que impunha "uma metodologia e uma forma de organização" e mantiveram os estatutos do partido omissos nessa matéria.

Antes do congresso de 2004, as votações eram feitas em Comité Central através do método de braço no ar."

@: noticias.sapo.pt - 30.06.08

16 comentários:

Anónimo disse...

FOI ASSIM MO CONGRESSO DO PCP EM 2004: http://dn.sapo.pt/2004/11/29/nacional/
1 - Funcionários comunistas 'invadem' Comité Central
Mais de metade dos novos elementos do Comité Central são funcionários comunistas. Entre os 37 militantes que desde ontem passaram a integrar este órgão de cúpula do partido da foice e do martelo, 17 têm o próprio partido como entidade patronal e três outros são assalariados da Juventude Comunista Portuguesa (JCP). A informação consta dos dados curriculares dos novos dirigentes distribuídos aos jornalistas, no congresso de Almada, pelo Gabinete de Imprensa do PCP.

Dos 176 membros do Comité Central saído do conclave comunista, 113 são funcionários do PCP ou da JCP - o que corresponde a uma percentagem de 64,2%. Ou seja, quase dois terços dos membros que integram a cúpula do partido. E entre estes dirigentes não estão contabilizados comunistas que há largos anos têm a militância no PCP como exclusiva actividade profissional. Entre eles o secretário-geral cessante, Carlos Carvalhas, e o seu sucessor, Jerónimo de Sousa, ontem confirmado como dirigente supremo do partido.

Seis outros membros do Comité Central (3,4%) já foram funcionários do PCP ou da JCP. Além deles, restam 57 militantes que têm efectivamente uma actividade profissional à margem do partido - uma percentagem de 32,4%. Menos de um terço do total.

Entre estes militantes, contam-se só dois presidentes de câmara: Manuel Coelho, autarca de Avis, e José Pós-de-Mina, que encabeça o município de Moura. Este foi, de resto, o único presidente de câmara que passou a integrar um Comité Central quase inteiramente «expurgado» de autarcas. José Carreira Marques (Beja), Rogério de Brito (Alcácer do Sal), Carlos de Sousa (Setúbal), Maria Emília Sousa (Almada) e Modesto Navarro (presidente da Assembleia Municipal de Lisboa) são autarcas que continuam fora do Comité Central, onde vários deputados comunistas - como Rodeia Machado e Luísa Mesquita - também não têm assento. Tal como o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva.

COMEÇAR POR CIMA. Entre os novos elementos da cúpula comunista, votada por uma larga maioria de congressistas em Almada (ver página 5), destacam-se alguns jovens militantes recém-chegados ao partido. Um deles é o operário Valter Loios, de 24 anos, filiado no PCP apenas desde Setembro de 2003. Bastaram-lhe 14 meses para ascender ao topo num partido que faz gala de exibir uma «maioria operária e de trabalhadores».

Estes «trabalhadores», em grande parte, nunca conheceram outra entidade patronal para além do próprio PCP ou da sua organização de juventude. É o caso de Telma Capucho, de 28 anos, apresentada como «licenciada em Arquitectura», e de cujo currículo profissional o que mais se destaca é ser «funcionária da JCP». Ou do «operário gráfico» Pedro José Silva, de 27 anos, que se tornou funcionário do partido em Setembro deste ano. Dois meses volvidos, sobe ao Comité Central com o patrocínio da «linha dura» que controla o PCP.

A Juventude Comunista é o grande «viveiro» onde se formaram os militantes que acabam de ser promovidos ao Comité Central. Dos 37 novos membros, 22 (ou seja, 59,4%) foram ou são ainda altos quadros da JCP - emanando, portanto, do próprio aparelho do partido. Refira-se que a JCP é a estrutura mais radical dos comunistas, como ficou patente pela monumental vaia que os jovens do partido dispensaram ao renovador Lopes Guerreiro, que se «atreveu» a fazer críticas no congresso.

2 - Comissão Política eleita por braço no ar

O Comité Central escolheu, sábado à noite, pelo tradicional voto de braço no ar, os órgãos dirigentes do PCP. A Comissão Política teve um voto contra.

Comissão política Agostinho Lopes, Albano Nunes, Armindo Miranda, Bernardino Soares, Carlos Gonçalves, Fernanda Mateus, Francisco Lopes, Jerónimo de Sousa, João Frazão, Jorge Cordeiro, Jorge Pires, José Casanova, José Catalino, José Neto, Luísa Araújo, Rosa Rabiais, Margarida Botelho, Octávio Augusto, Paulo Raimundo, Rui Fernandes, Sérgio Teixeira, Vasco Cardoso.

Secretariado Agostinho Lopes, Albano Nunes, Francisco Lopes, Jerónimo de Sousa, João Dias Coelho, Jorge Cordeiro, José Capucho, Manuela Bernardino, Manuela Pinto Ângelo, Rui Fernandes.

comissão central de controlo Abílio Fernandes, Alice Carregosa, Armando Morais, Aurélio Santos, José Augusto Esteves, Maria da Piedade Morgadinho, Marília Villaverde Cabral.


Ponto de Vista do jornalista Pedro Correia

3- Assim se vê a fraqueza do PC
Branca de Carvalho - ex-líder do PCP de Viana do Castelo - tinha razão quando vaticinou, em declarações ao DN, que o congresso comunista ia ser «uma missa». Foi isso mesmo: uma liturgia coreografada com minuciosa antecedência, em que nenhum pormenor escapou ao controlo dos patriarcas do partido e respectivos acólitos. Até a existência de uma quota ínfima de vozes críticas, afinal úteis para manter acesa a chama do «inimigo interno».

Há aspectos comoventes nesta coreografia. Desde logo, a capacidade organizativa do PCP. E as bandeiras vermelhas. E os belos hinos entoados por centenas de vozes em uníssono. E as palavras de ordem ritmadas. E a energia que emana das bancadas onde a juventude comunista toma assento. Há sobretudo a presença viva da memória do partido, que soube resistir como nenhum outro aos ventos da história com a sua inconfundível galeria de heróis e mártires.

Mas ao escutar a mais efusiva das palavras de ordem («Assim se vê a força do PC») pus-me a pensar em todos quantos mereciam participar neste conclave e acabaram por se manter longe de Almada, ostracizados por um partido que em quatro anos se deu ao luxo de dispensar toda uma elite dirigente. Ex-responsáveis que deram o melhor das suas vidas ao PCP - como Carlos Brito, António Lopes, António Andrés, Henrique Sousa, Domingos Lopes, Helena Medina, Emídio Ribeiro, Joaquim Miranda e tantos outros - não estavam lá. E deviam estar. Bastaria que a intolerância não andasse à solta...

Assim se vê a força do PC? Não. Assim se vê a sua fraqueza: de purga em purga até ao deserto final.

Anónimo disse...

Interessantíssimo e muito bem articulado o comentário anterior. Perdoem-me no entanto os democratas puristas e bem-pensantes, mas continuo a pensar que a questão da votação com o braço no ar é apenas e tão só do foro interno do Partido Comunista Português. Adere ao Partido quem quer e, quando o faz, já sabe (ou devia de saber…) as normas com que o partido se coze. Se essas regras porventura não agradam, a porta que deu a entrada dará concerteza a saída. A coisa é pois lá entre eles.
O que já não é apenas entre eles é aquilo que se estará a passar aqui em Viana. Ao ganhar as eleições autárquicas o PCP/CDU assumiu um compromisso perante a população, TODA a população e não apenas perante os militantes locais. E isto porque foram os votos dessa mesma população (incluindo os que nele não votaram!) que o legitimaram como partido vencedor.
Na impossibilidade de exercerem directamente o poder, delegam os partidos esse desempenho aos cidadãos da sua confiança, no caso os indicados nas suas listas eleitorais. Este princípio, conquistado no século XVIII pela Revolução Francesa, é um dos pilares dos sistemas democráticos do mundo ocidental. Os eleitos, sejam eles deputados da Assembleia da República ou membros de uma singela Junta de Freguesia, são pois o “braço” executor das propostas políticas dos seus partidos. Exceptuar-se-á, neste quadro, a recente realidade das “listas de cidadãos independentes”.
O poder autárquico em Viana do Alentejo foi entregue, nas três últimas eleições, ao PCP/CDU e não ao cidadão Beltrano ou Sicrano. Se porventura (e como tudo indica) o actual presidente da Câmara já não conta com a confiança política do partido que o fez eleger, tem a população todo o direito de o saber, assim como das razões que a isso conduziram. A terem deixado de contar com essa confiança deverão os autarcas dissidentes, obviamente, colocar os seus lugares à disposição da força política que até agora os tutelou. Para bem da democracia.

Francisco Baião – Viana do Alentejo

Anónimo disse...

Então?... Afinal o anonimato não é assim tão perverso? Para o estado português o impor nas votações internas dos partidos, se calhar, até é um direito democráticamente consagrado? - Isto há coisas!?...

Obviamente Anónimo

Anónimo disse...

Gostaria ainda de transcrever umas linhas sobre o conceito de CENTRALISMO DEMOCRÁTICO, para voltar mais tarde, se tiver tempo, às outras pistas lançadas pelo POST e pelo comentário do amigo Chico Zé.

“A ideia de um destacamento de vanguarda disciplinado, eficiente, levou Lenine a formular, nas condições históricas da Rússia de 1917, o princípio do centralismo democrático. Esta é, portanto, uma formulação não marxista, mas leninista. E mais: essa ideia tornou-se a pedra de toque da concepção leninista (e não marxista) do partido de novo tipo.

Lenine colocou o problema em termos relativamente simples. Quando o partido precisa tomar uma decisão, deve reunir os seus membros, promover um debate livre, amplo, profundo, que permita o exame exaustivo da questão, para, finalmente, como coroamento do processo de discussão, colocar em votação as diversas posições em disputa. Esse é o momento da democracia. Uma vez consolidada uma maioria, a minoria a ela deve se subordinar. Esse é o momento do centralismo. Daí a fórmula leninista do centralismo democrático.

O princípio é cristalino. Mas que partido era esse? Ele foi pensado como instrumento para a realização de qual tarefa política? Sem me alongar, acho que posso dizer que esse era um partido para a insurreição. E foi eficaz no que se propunha.

Historicamente, o centralismo democrático tendeu para o centralismo burocrático. Essa tendência degenerou na concepção stalinista de partido. Houve o deslocamento do centro da discussão política das organizações de base para as direcções. E chegou-se ao cúmulo do Secretário-geral decidir sem contestação. Consequentemente, a escolha das direcções passou a ser operada por cooptação (admitir na cúpula com dispensa de formalidades). Nesse formato, é a direcção que legitima as bases e estabelece o controle sobre elas, invertendo a dinâmica democrática. Desse modo, a vontade da organização forja-se de cima para baixo, autoritariamente.”

in, http://www.socialismo.org.br/ Sergio Granja, extractos

José Luís Potes Pacheco

Anónimo disse...

Julgo que o comentário do Jose Luis Pacheco é desprepositado porque como todos sabemos sendo ele do PS não se deve imescuir nos valores e principios dos outros partidos, isso parece obvio. Já o comentário do Chico Zé me parece mais lucido e interessante, pois se a pessoa que hoje é presidente da Câmara está num processo de se afastar do seu partido tal como todos vimos no dia a dia, basta ver alguns dos seus comportamentos, este deve em consciencia colocar o lugar á disposição.Todos sabemos que o Presidente teve dois momentos um quando o Partido acreditou nele e o lançou e acreditou nas suas capacidades e quer se goste ou não o trabalho foi realizado e um outro quando ele conheceu essa Dr.ª do Seixal que lhe veio destruir a imagem, o trabalho e influencia-lo para caminhos que nada tem a ver nem se identificam com o Partido do actual Presidente da Câmara. Mas isto sabemos todos e só a mediocridade e sabujice de outros leva a que ele continue no cargo. Os próprios trabalhadores da Câmara vão dizendo embora com medo que aquela mulher foi o demónio que entrou na Câmara a sua irresponsabilidade a sua ambição segundo descrições que se ouvem são indescritiveis, no entanto tem o apoio segundo o que dizem do Presidente e agora também da vereadora das Alcáçovas. Isó é que nos deve preocupar a todos, além de já ter contribuido para envergonhar a imagem do concelho com aquela da Judiciária..

Anónimo disse...

A FORMA DE VOTO É QUESTÃO INTERNA DO PCP.
A NÓS AQUI OUTRAS COISAS NOS INTERESSAM, OU PODEM INTERESSAR, COMO SEJA O FACTO DO PCP ESTAR EM NITIDA RUTURA COM O ACTUAL PRESIDENTE DA CÂMARA. OU MELHOR, O ACTUAL PRESIDENTE DA CÂMARA ESTAR EM RUPTURA COM O PCP, FORÇA PELA QUAL FOI ELEITO. MAS COMO O MANDATO É DELE ELE USA-O COMO QUER E NÃO COLOCA O LUGAR A DISPOSIÇÃO
PORQUE NÃO TEM MEMÓRIA. PORQUE SE A TIVESSE LEMBRAR-SE -IA QUE AQUELES COM QUEM NESTE MOMENTO CORRE A PONTAPÉ FORAM OS QUE O ENSINARAM A FAZER OBRA NESTE CONCELHO. FORAM OS QUE ACREDITARAM NELE COM POUCO MAIS DE 20 ANOS E NENHUMA EXPERIENCIA. OS QUE LHE ALARGARAM OS CONHECIMENTOS POLITICOS QUE NA ALTURA ERAM NULOS.
OS QUE FESTEJARAM COM ELE AS VITORIAS E O PREPARARAM PARA POSSIVEIS DERROTAS. MAS QUANDO COMEÇAM A QUESTIONAR ACONTECIMENTOS E A MUITA FALTA DE NORTE, RESOLVE O ASSUNTO Á SUA MANEIRA PREPOTENTE E ARROGANTE: CORRE COM TODOS OS QUE LHE FAÇAM FRENTE. POR ISSO AMIGOS BLOGISTAS, NÃO ESTRANHEM QUE A SEGUIR AO SR. DIAMANTINO QUE FOI O PAI POLITICO DELE, VÃO O ARQTº PEDRO, BRAÇO ARMADO DELE, O ENGº GODINHO, E TODO E QUALQUER MILITANTE DO PCP QUE SIRVA O PARTIDO ANTES DE SERVIR QUALQUER PESSOA.
NÃO LAMENTO QUE ISTO ESTEJA A ACONTECER PORQUE OS VISADOS HAVIAM SIDO ALERTADOS PARA O FACTO. LAMENTO É QUE SEJA A UM HOMEM DESTES QUE O CONCELHO ESTÁ ENTREGUE, OU SERÁ A ALGUMA MULHER? OU A MAIS QUE UMA? A QUEDA COMEÇOU QUANDO ALGUEM AQUI CHEGOU... ISSO É NOTÓRIO. E NÃO É A QUEDA DE UM ANJO... NÃO SENHOR

"O MEDO SAIU Á RUA NUM DIA ASSIM"

Anónimo disse...

Muito bem Fatima Ribeiro. Nas tuas andanças entre o "podes tudo ou não podes com uma gata pelo rabo", de vez em quando até tentas convencer que és capaz de alguma coisa. Tretas. Tu então é que não podes esconder a MANIA da perseguição.


CAMARADA ARMADO EM PAU MANDADO (mais um)

Anónimo disse...

É lá ... a família anda desavinda, porque será?
Quem é esta Sra.?

Anónimo disse...

É preciso que os funcionários da Câmara mesmo quando estão de férias tentem manter a postura, mas pelos vistos postura é o que falta à super protegida que veio do Seixal, porque mesmo estando de férias continua a fomentar o odio e a divisão enter os seus colegas, nem que tenha de utilizar a não menos venanosa secretária do Presidente. Será que ainda vamos aguardar muito tempo para que o PCP tome medidas em relação a este regabofe que se instalou na Câmara de Viana.......

Manuela disse...

Caros leitores, aconselho-vos a que enterrem a cabeça na terra, porque não sabem o que dizem!!!Não é so um partido politico que gere uma camara, mas sim a inteligencia dos que lá estão!
perdoem-me, mas inteligencia é coisa que não nasceu com voces.
São muito Homens quando para qui escrevem, mas é interessante ao final do discurso dizer " anonimo"!!
Crescam e Olhem à vossa volta, porque eu até tenho duvidas se são voces que escrevem ou mandam escrever, pois nem isso devem saber fazer!
Voces difamam a vossa terra!!
Deixem trabalhar quem sabe!

Anónimo disse...

Para todos os efeitos a manuela é tão anónima como qualquer um de nós. Concordo consigo quando diz que quem gere uma câmara é a inteligência dos que lá estão, já não concordo quando ofende todos os que lá trabalham e a população em geral.
Aconselho-a a continuar calmamente a gozar as suas férias e a deixar trabalhar os que cá estão!
Um Manuel Anónimo

Anónimo disse...

Bem se engana quando pensa que ofendo a população de uma forma geral, muito pelo contrário, só se ofende quem por mal aqui anda!
A inteligencia, não cabe apenas nos que na camara de viana trabalham, cabe em todos os que a eles se aliaram e por uma "terra" se uniram...
Quanto às férias, não perca tempo com preocupações a seu tempo virão!
MR

Anónimo disse...

Agora até eu concordo com a criatura, ela vem é ofendendo a população de uma forma muito particular.
Ainda bem que vai de férias.

Anónimo disse...

Mesmo em férias e, ao contrario de outros, não durmo...
comprimentos,

Anónimo disse...

Irra... está irritada a dona Maria Teresa... ups, queria dizer Manuela R... Em férias não dorme olha que pena, vai ficar zombi :)

Descanse, dona... vai ver que fica mais vigorosa, para continuar a espalhar veneno !

É um bom conselho, os doutores aconselham repouso e descanso ;)

Boas Férias iololol

Anónimo disse...

cansas-me a beleza...

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.